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Uma iniciativa


» Gilvan, trabalho e sono no capitalismo periférico

» Por um imposto global sobre as transnacionais

» As eleições 2020 na encruzilhada brasileira

» Cinema: Os últimos soldados da Guerra Fria

» A eleição mais árdua de Evo Morales

» Reviravolta no Oriente Médio: os curdos podem resistir

» Atualismo: assim percebemos o tempo no século XXI

» Porto ameaça cartão-postal amazônico

» Banco Mundial, parceiro de maldades de Bolsonaro

» Por que os EUA traíram a guerrilha curda

Rede Social


Edição francesa


» Avec les peuples ou sans eux ?

» Un journalisme de racolage

» Une Europe des citoyens

» Ces dures grèves des ouvriers américains

» 17 octobre 1961 : rendez-vous avec la barbarie

» La gauche dans son ghetto, la droite à la radio

» Les médias américains délaissent le monde

» Fruits et légumes au goût amer

» La Bolivie dans l'étau du néolibéralisme

» La crise suscite de sérieux remous en Irak et relance la guerre froide en Proche-Orient


Edição em inglês


» Response to Pierre Bourdieu

» Analysing an appearance on the airwaves

» Iraq's demographic time bomb

» October: the longer view

» Socialism resurgent?

» Power to decide who's guilty

» East Germany's loyal returnees

» Ankara realpolitik

» South Africa's lands must be shared

» Turkey's rival Islamists


Edição portuguesa


» A crise catalã nasceu em Madrid

» Quantas divisões há entre os curdos?

» Edição de Outubro de 2019

» Estabilidade para quem?

» Washington contra Pequim

» Edição de Setembro de 2019

» Portugal não pode parar?

» Quem elegeu Ursula von der Leyen?

» Edição de Agosto de 2019

» Plural e vinculado à esquerda


Ajustes Estruturais

A África sonha com a "segunda independência"

Quinze anos após o fim da Guerra Fria, mobilizações importantes e criativas, que se articulam em torno dos Fóruns Sociais, sugerem que o continente pode não estar condenado aos golpes de Estado, "democracias FMI", emigração e miséria

Anne-Cécile Robert
10 de novembro de 2006

Os enganos de Michel Camdessus

O ex-guru das teorias do FMI e atual conselheiro de João Paulo II tem a particularidade de ser um especialista que erra o tempo inteiro. Por onde passou, as economias dos países emergentes sucumbiram, como na Indonésia e na Argentina

Martine Bulard
1º de janeiro de 2005

Feridas abertas

Às vésperas da eleição presidencial, a Argélia enfrenta situação social tensa. Por um lado, aumenta a desigualdade e a miséria, resultado das reformas liberais. De outro, a apatia política e o desânimo toma conta do povo, marcado por anos de violência e terrorismo

Lyes Si Zoubir
1º de março de 2004

Um brinde ao desajuste !

O emprego da palavra “desajuste” sempre focaliza a atenção sobre o enfraquecimento de um elemento parcial do sistema global, uma exceção confirmando a regra – é uma figura de retórica que consiste em confessar algumas faltas ocasionais para fazer aceitar um mal maior

François Brune
1º de junho de 2003

Olhares argentinos

Contemporânea à excelente safra de filmes de ficção argentinos, mostra de documentários revela o país espoliado pela crise e pelo modelo neoliberal que levou cerca de 50% de sua população, antes predominantemente de classe média, a viver abaixo da linha da pobreza

Carlos Pardo
1º de junho de 2003

Retrato do Banco Mundial

Com informações precisas sobre as necessidades dos países mais pobres do mundo, a quem concede empréstimos, o Banco Mundial dispõe de um imenso poder sobre o planeta. Sua missão pode parecer franciscana. Mas quem decide são os banqueiros

Jean Ziegler
1º de outubro de 2002

O abandono da Universidade

A crise no ensino superior africano, majoritariamente público, tem origem nas reformas econômicas ditadas pelos organismos internacionais, que receitam redução dos salários, supressão das bolsas de estudo e demissões

Aghali Abdelkader
1º de março de 2002

Livrando-se do peso da herança

Nem o presidente da República nem o primeiro-ministro encontraram tempo para acompanhar o corpo de Léopold Sedar Senghor a Dacar, de volta à sua terra natal. Perderam a homenagem da França a um dos patriarcas da independência na África

Philippe Leymarie
1º de fevereiro de 2002

Aguardando as grandes mudanças

Em 20 anos, a sociedade senegalesa passou por várias e profundas crises: a criação do plano de ajuste estrutural, o plano de emergência que se seguiu, a desvalorização da moeda local em 1994 e a intensificação do êxodo rural nas décadas de 80 e 90

Anne-Cécile Robert
1º de fevereiro de 2002

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