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Uma iniciativa


» Reportagem: assim se faz um escracho

» Quinze anos de literatura e resistência

» A vitória dos pataxós e a História de todas as cores

» Um recuo na trajetória de Angela Merkel?

» Transportes: por que se rejeita os VLTs

» Brasil: por outra política de drogas

» Uma nova chance para a Grécia?

» A volta (e os novos desafios) dos indignados

» Estranha “democracia” onde povo não decide

» O dia em que a Europa encarou a Troika

Rede Social


Edição francesa


» « Nous coûtons moins cher… »

» M. François Hollande contre le pantouflage

» En Grèce, succès de la gauche radicale, impasse institutionnelle

» Après l'élection de François Hollande

» Dans la Tunisie de 1956, déjà une Constituante

» Comment basculent les empires

» Aux Philippines, les ambitions d'un député boxeur

» Bouchers roumains pour abattoirs bretons

» La fabrique de l'âme standard

» La Chine malade de son charbon


Edição em inglês


» Welcome to the 2012 Hunger games

» The Obama contradiction

» What now for François Hollande?

» A History of the world, BRIC by BRIC

» The challenge for Hollande

» Frequent bouts of wisdom

» The year of occupation

» The enemy within

» Does Russia have a middle class?

» Vietnam: cheap degrees for the masses


Edição portuguesa


» Edição de Maio de 2012

» Ocupar o comum

» A nova situação

» Apoie o jornal assinando-o

» Serviço Nacional de Saúde em Portugal

» Ocupar é urbanizar: sobre a Es.Col.A da Fontinha

» «Fazer acontecer a revolução»: cinco notas sobre "Linha Vermelha"

» Edição de Abril 2012

» Audácia ou atolamento

» Insegurança social


Ajustes Estruturais

A África sonha com a "segunda independência"

Quinze anos após o fim da Guerra Fria, mobilizações importantes e criativas, que se articulam em torno dos Fóruns Sociais, sugerem que o continente pode não estar condenado aos golpes de Estado, "democracias FMI", emigração e miséria

Anne-Cécile Robert
10 de novembro de 2006

Os enganos de Michel Camdessus

O ex-guru das teorias do FMI e atual conselheiro de João Paulo II tem a particularidade de ser um especialista que erra o tempo inteiro. Por onde passou, as economias dos países emergentes sucumbiram, como na Indonésia e na Argentina

Martine Bulard
1º de janeiro de 2005

Feridas abertas

Às vésperas da eleição presidencial, a Argélia enfrenta situação social tensa. Por um lado, aumenta a desigualdade e a miséria, resultado das reformas liberais. De outro, a apatia política e o desânimo toma conta do povo, marcado por anos de violência e terrorismo

Lyes Si Zoubir
1º de março de 2004

Um brinde ao desajuste !

O emprego da palavra “desajuste” sempre focaliza a atenção sobre o enfraquecimento de um elemento parcial do sistema global, uma exceção confirmando a regra – é uma figura de retórica que consiste em confessar algumas faltas ocasionais para fazer aceitar um mal maior

François Brune
1º de junho de 2003

Olhares argentinos

Contemporânea à excelente safra de filmes de ficção argentinos, mostra de documentários revela o país espoliado pela crise e pelo modelo neoliberal que levou cerca de 50% de sua população, antes predominantemente de classe média, a viver abaixo da linha da pobreza

Carlos Pardo
1º de junho de 2003

Retrato do Banco Mundial

Com informações precisas sobre as necessidades dos países mais pobres do mundo, a quem concede empréstimos, o Banco Mundial dispõe de um imenso poder sobre o planeta. Sua missão pode parecer franciscana. Mas quem decide são os banqueiros

Jean Ziegler
1º de outubro de 2002

O abandono da Universidade

A crise no ensino superior africano, majoritariamente público, tem origem nas reformas econômicas ditadas pelos organismos internacionais, que receitam redução dos salários, supressão das bolsas de estudo e demissões

Aghali Abdelkader
1º de março de 2002

Livrando-se do peso da herança

Nem o presidente da República nem o primeiro-ministro encontraram tempo para acompanhar o corpo de Léopold Sedar Senghor a Dacar, de volta à sua terra natal. Perderam a homenagem da França a um dos patriarcas da independência na África

Philippe Leymarie
1º de fevereiro de 2002

Aguardando as grandes mudanças

Em 20 anos, a sociedade senegalesa passou por várias e profundas crises: a criação do plano de ajuste estrutural, o plano de emergência que se seguiu, a desvalorização da moeda local em 1994 e a intensificação do êxodo rural nas décadas de 80 e 90

Anne-Cécile Robert
1º de fevereiro de 2002

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