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Uma iniciativa


» Wallerstein: o G-7, quem diria, acabou no Canadá

» Economia: o Brasil diante da velha ameaça

» Para conhecer a complexa estratégia dos Xavante

» Ainda se encarceram crianças, no século 21?

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» Teremos coragem para a revolução?

» Sérgio perdeu um olho. Os juízes, a dignidade

» Colômbia, cavalo de Tróia na América Latina?

» Boaventura: em busca de Outros Iluminismos

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Rede Social


Edição francesa


» Femmes en prison, la mort lente

» À La Poste aussi, les agents doivent penser en termes de marché

» La rédemption de la « race ouvrière » vue par Emile Zola

» Quand le patronat français impose sa refondation sociale

» Internet, terrain de jeu pour les publicitaires

» Microsoft, monopole du prochain siècle

» Au pays des sans-terre

» Aux racines du nationalisme américain

» La troisième génération ouvrière

» Les chômeurs desserrent l'étau


Edição em inglês


» The Pentagon's provocative encirclement of China

» Welcome to North Macedonia

» Special Report: World Cup 2018

» American wars and self-decline

» Infinite War

» Confidentiality Policy

» Change in Eastern Europe?

» The lie of the land

» A search for roots and connections

» Trump's EU doormats


Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2018

» Assalto ao trabalho e às pensões

» Lambe-botas de Washington

» Jerusalém: o erro crasso do presidente americano

» Edição de Maio de 2018

» Direitos, não incentivos

» Maio, uma esperança de oceano

» Cuba quer o mercado… sem capitalismo

» Como assinar o Le Monde diplomatique - edição portuguesa

» O duplo desafio da esquerda brasileira


Ajustes Estruturais

A África sonha com a "segunda independência"

Quinze anos após o fim da Guerra Fria, mobilizações importantes e criativas, que se articulam em torno dos Fóruns Sociais, sugerem que o continente pode não estar condenado aos golpes de Estado, "democracias FMI", emigração e miséria

Anne-Cécile Robert
10 de novembro de 2006

Os enganos de Michel Camdessus

O ex-guru das teorias do FMI e atual conselheiro de João Paulo II tem a particularidade de ser um especialista que erra o tempo inteiro. Por onde passou, as economias dos países emergentes sucumbiram, como na Indonésia e na Argentina

Martine Bulard
1º de janeiro de 2005

Feridas abertas

Às vésperas da eleição presidencial, a Argélia enfrenta situação social tensa. Por um lado, aumenta a desigualdade e a miséria, resultado das reformas liberais. De outro, a apatia política e o desânimo toma conta do povo, marcado por anos de violência e terrorismo

Lyes Si Zoubir
1º de março de 2004

Um brinde ao desajuste !

O emprego da palavra “desajuste” sempre focaliza a atenção sobre o enfraquecimento de um elemento parcial do sistema global, uma exceção confirmando a regra – é uma figura de retórica que consiste em confessar algumas faltas ocasionais para fazer aceitar um mal maior

François Brune
1º de junho de 2003

Olhares argentinos

Contemporânea à excelente safra de filmes de ficção argentinos, mostra de documentários revela o país espoliado pela crise e pelo modelo neoliberal que levou cerca de 50% de sua população, antes predominantemente de classe média, a viver abaixo da linha da pobreza

Carlos Pardo
1º de junho de 2003

Retrato do Banco Mundial

Com informações precisas sobre as necessidades dos países mais pobres do mundo, a quem concede empréstimos, o Banco Mundial dispõe de um imenso poder sobre o planeta. Sua missão pode parecer franciscana. Mas quem decide são os banqueiros

Jean Ziegler
1º de outubro de 2002

O abandono da Universidade

A crise no ensino superior africano, majoritariamente público, tem origem nas reformas econômicas ditadas pelos organismos internacionais, que receitam redução dos salários, supressão das bolsas de estudo e demissões

Aghali Abdelkader
1º de março de 2002

Livrando-se do peso da herança

Nem o presidente da República nem o primeiro-ministro encontraram tempo para acompanhar o corpo de Léopold Sedar Senghor a Dacar, de volta à sua terra natal. Perderam a homenagem da França a um dos patriarcas da independência na África

Philippe Leymarie
1º de fevereiro de 2002

Aguardando as grandes mudanças

Em 20 anos, a sociedade senegalesa passou por várias e profundas crises: a criação do plano de ajuste estrutural, o plano de emergência que se seguiu, a desvalorização da moeda local em 1994 e a intensificação do êxodo rural nas décadas de 80 e 90

Anne-Cécile Robert
1º de fevereiro de 2002

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