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Edição francesa


» Un Syrien sur cinq a quitté son pays

» Gramsci, un rayonnement planétaire

» L'ENA tentée par la philosophie des affaires

» Éloge du rire sardonique

» L'abstention gagne les classes moyennes

» Qui veut encore financer la presse ?

» L'unité de l'Algérie

» Créatrices et minotaures

» Absence d'enquêtes et bagarres de plateau, les recettes de l'information en continu

» Vive le « risque systémique » !


Edição em inglês


» April: the longer view

» Africa's oil-rich national parks

» Montenegro's path to independence

» Japan's bureaucrats feel the pain

» Who's who in North Africa

» Being Kabyle in France

» Who wins in Chile's new constitution?

» Senegal's five days of anger

» Threat to Africa's parks

» Montenegro's ragged coalition


Edição portuguesa


» Edição de Abril de 2021

» A liberdade a sério está para lá do liberalismo

» Viva o «risco sistémico!»

» Pandemia, sociedade e SNS: superar o pesadelo, preparar o amanhecer

» A maior mentira do fim do século XX

» Como combater a promoção da irracionalidade?

» A Comuna de Paris nas paredes

» Como Donald Trump e os "media" arruinaram a vida pública

» Edição de Março de 2021

» Acertar nas fracturas


Alemanha

Nazismo: a conexão norte-americana

Como se deu a intensa colaboração intelectual entre o nazismo e cientistas e personalidades dos EUA, nos anos 1920 e 30. Por que Hitler encantou-se com Henry Ford. Omitidos pela história oficial, fatos sugerem repensar as relações entre modernidade, homogenização e totalitarismo

Eleni Varikas, Michael Löwy
27 de julho de 2007

Social-democracia alemã: mais uma vítima de seus abandonos

Até a pouco tempo, o maior partido de esquerda do Ocidente, o SPD deve a seus “capitalistas de esquerda”, desfilando em terno Brioni e charutos Cohiba na boca, o desmoronamento do apoio de seu eleitorado e o distanciamento de sua base social

Matthias Greffrath
1º de setembro de 2005

Os alemães se rendem à “ostalgia”

Quinze anos depois da queda do muro de Berlim, os alemães do leste não encontraram as “paisagens em flor” prometidas após a unificação. Enfrentam o desemprego, a privatização do sistema de proteção social. A dura realidade ocidental do presente é uma das explicações para a nostalgia da experiência da República Democrática Alemã

Dominique Vidal, Peter Linden
1º de agosto de 2004

A moda e o mercado

O fenômeno da ’ostalgia’ cria novas modas – e mercados – no dia-a-dia da população da Alemanha do Leste

Benjamin Wuttke
1º de agosto de 2004

Os “porquês” do desemprego

Com a economia em crise desde a reunificação, a Alemanha enfrenta altas taxas de desemprego e investimentos em baixa. Mas a culpa, como sempre, recai sobre o “alto custo do trabalho”

Heiner Ganssmann
1º de fevereiro de 2004

A derrota anunciada dos sindicatos alemães

AA crise do sindicalismo alemão se reflete nos baixos índices de adesão e na dificuldade de mobilização, o que explica a aprovação da Agenda 2010. Mas as raízes dela são mais profundas – se assentam na ruptura com as bases do Estado social-democrata

Udo Rehfeldt
1º de fevereiro de 2004

Um naufrágio esquecido

A principal preocupação do escritor Günter Grass é com a releitura acrítica do nacional-socialismo pelas jovens gerações que, após quatro décadas de República Democrática Alemã, não se deixaram influenciar pelo antifascismo comunista

Dominique Vidal
1º de fevereiro de 2003

O “modelo bávaro”

Herdeiro confesso de Franz-Josef Strauss, a mais importante liderança da Baviera que surgiu no pós-guerra, o candidato da direita alemã, Edmund Stoiber, apresenta-se como um político moderado e pragmático: um paradigma da modernidade

Christian Semler
1º de setembro de 2002

Os eleitores imprevisíveis do Leste

A ex-RDA vem sendo cortejada como uma noiva rebelde, pois sua população poderá ter um papel crucial nas próximas eleições legislativas alemãs. Mas nem a direita (CDU/CSU), nem os social-democratas sabem lidar com esse território desconhecido

Jens Reich
1º de setembro de 2002

Omertà à moda alemã

No poder durante quase todo o pós-guerra, autoproclamada criadora do Estado alemão moderno e condutora do processo de reunificação, a CDU sobreviverá ao escândalo que envolveu Helmut Kohl. Para isso, porém, foi obrigada a sacrificar o antigo chanceler e a adotar a "lei do silêncio" dos mafiosos

Christian Semler
12 de abril de 2000

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