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» O Irã e os idiotas úteis… a Washington

» “Atire na cabeça!”

» Um reino de farsas e encenações necessárias

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» Religião, violência e loucura

» O consenso pela Educação acabou

» O dia em que o governo perdeu as ruas

» Galeria: Brasil nas ruas

» Um governo tóxico

Rede Social


Edição francesa


» André Malraux : « la culture européenne n'existe pas »

» Face au journalisme de marché, encourager la dissidence

» Une obligation morale

» Mais pourquoi cette haine des marchés ?

» Les militants français confrontés à la logique de l'entreprise

» Une machine infernale

» Pour sauver la société !

» Des réformes qui ne sont pas allées assez loin

» Controverses et débats en Allemagne

» Un nouveau maître à penser : l'entreprise


Edição em inglês


» Iran and the US, a tale of two presidents

» Terry Gou, Taiwan's billionaire and political wildcard

» Ecuador's crackdown on abortion is putting women in jail

» Traditions of the future

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» The languages of Ukraine

» Chile's day of women

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Edição portuguesa


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» O cordão sanitário

» O caso do Novo Banco: nacionalizar ou internacionalizar?

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Alemanha

Nazismo: a conexão norte-americana

Como se deu a intensa colaboração intelectual entre o nazismo e cientistas e personalidades dos EUA, nos anos 1920 e 30. Por que Hitler encantou-se com Henry Ford. Omitidos pela história oficial, fatos sugerem repensar as relações entre modernidade, homogenização e totalitarismo

Eleni Varikas, Michael Löwy
27 de julho de 2007

Social-democracia alemã: mais uma vítima de seus abandonos

Até a pouco tempo, o maior partido de esquerda do Ocidente, o SPD deve a seus “capitalistas de esquerda”, desfilando em terno Brioni e charutos Cohiba na boca, o desmoronamento do apoio de seu eleitorado e o distanciamento de sua base social

Matthias Greffrath
1º de setembro de 2005

Os alemães se rendem à “ostalgia”

Quinze anos depois da queda do muro de Berlim, os alemães do leste não encontraram as “paisagens em flor” prometidas após a unificação. Enfrentam o desemprego, a privatização do sistema de proteção social. A dura realidade ocidental do presente é uma das explicações para a nostalgia da experiência da República Democrática Alemã

Dominique Vidal, Peter Linden
1º de agosto de 2004

A moda e o mercado

O fenômeno da ’ostalgia’ cria novas modas – e mercados – no dia-a-dia da população da Alemanha do Leste

Benjamin Wuttke
1º de agosto de 2004

Os “porquês” do desemprego

Com a economia em crise desde a reunificação, a Alemanha enfrenta altas taxas de desemprego e investimentos em baixa. Mas a culpa, como sempre, recai sobre o “alto custo do trabalho”

Heiner Ganssmann
1º de fevereiro de 2004

A derrota anunciada dos sindicatos alemães

AA crise do sindicalismo alemão se reflete nos baixos índices de adesão e na dificuldade de mobilização, o que explica a aprovação da Agenda 2010. Mas as raízes dela são mais profundas – se assentam na ruptura com as bases do Estado social-democrata

Udo Rehfeldt
1º de fevereiro de 2004

Um naufrágio esquecido

A principal preocupação do escritor Günter Grass é com a releitura acrítica do nacional-socialismo pelas jovens gerações que, após quatro décadas de República Democrática Alemã, não se deixaram influenciar pelo antifascismo comunista

Dominique Vidal
1º de fevereiro de 2003

O “modelo bávaro”

Herdeiro confesso de Franz-Josef Strauss, a mais importante liderança da Baviera que surgiu no pós-guerra, o candidato da direita alemã, Edmund Stoiber, apresenta-se como um político moderado e pragmático: um paradigma da modernidade

Christian Semler
1º de setembro de 2002

Os eleitores imprevisíveis do Leste

A ex-RDA vem sendo cortejada como uma noiva rebelde, pois sua população poderá ter um papel crucial nas próximas eleições legislativas alemãs. Mas nem a direita (CDU/CSU), nem os social-democratas sabem lidar com esse território desconhecido

Jens Reich
1º de setembro de 2002

Omertà à moda alemã

No poder durante quase todo o pós-guerra, autoproclamada criadora do Estado alemão moderno e condutora do processo de reunificação, a CDU sobreviverá ao escândalo que envolveu Helmut Kohl. Para isso, porém, foi obrigada a sacrificar o antigo chanceler e a adotar a "lei do silêncio" dos mafiosos

Christian Semler
12 de abril de 2000

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