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» Boaventura: para que o futuro seja de novo possível

» Seis elementos da conjuntura brasileira

» Trump quer a guerra – e conquista o establishment

» Sob Temer, a grilagem volta sem freios

» Tiradentes, herói sem nenhum caráter?

» Como pulsa hoje nosso desejo de rua?

» França: a esquerda vive, quando não se rende

» A indispensável Reforma Política

» Quilombolas: a longa batalha pelo território

» Bem-vindo à escola do século 19

Rede Social


Edição francesa


» Justin Trudeau, l'envers d'une icône

» La cause des femmes

» Des immigrés sans pays d'origine

» La Revue dessinée

» Le Courage

» La toute première fois

» Les oubliées de San Francisco

» « Agir en primitif, prévoir en stratège »

» L'assurance-maladie universelle en questions

» Bouillonnement antisystème en Europe et aux États-Unis


Edição em inglês


» Climate change as genocide

» How to lose the next war in the Middle East

» Trump, a symptom of what?

» Found in Cuba: the American dream (and nightmare)

» Through the bars

» Resurrecting the unholy trinity

» War in the Gulf (no, not that Gulf!)

» Demobilizing America

» The bloodstained rise of global populism

» Montreal global city


Edição portuguesa


» Militarismo: uma paixão francesa

» Edição de Abril de 2017

» A liberdade e o medo

» Outra vez a armadilha do voto útil?

» Canto Livre e Canção de Protesto

» União Europeia: para onde vai o pelotão da frente?

» A literatura, cimento que constrói mundos

» Tendências recentes do emprego dos jovens diplomados portugueses

» Edição de Março de 2017

» Offshores, defeitos e feitios


Alemanha

Nazismo: a conexão norte-americana

Como se deu a intensa colaboração intelectual entre o nazismo e cientistas e personalidades dos EUA, nos anos 1920 e 30. Por que Hitler encantou-se com Henry Ford. Omitidos pela história oficial, fatos sugerem repensar as relações entre modernidade, homogenização e totalitarismo

Eleni Varikas, Michael Löwy
27 de julho de 2007

Social-democracia alemã: mais uma vítima de seus abandonos

Até a pouco tempo, o maior partido de esquerda do Ocidente, o SPD deve a seus “capitalistas de esquerda”, desfilando em terno Brioni e charutos Cohiba na boca, o desmoronamento do apoio de seu eleitorado e o distanciamento de sua base social

Matthias Greffrath
1º de setembro de 2005

Os alemães se rendem à “ostalgia”

Quinze anos depois da queda do muro de Berlim, os alemães do leste não encontraram as “paisagens em flor” prometidas após a unificação. Enfrentam o desemprego, a privatização do sistema de proteção social. A dura realidade ocidental do presente é uma das explicações para a nostalgia da experiência da República Democrática Alemã

Dominique Vidal, Peter Linden
1º de agosto de 2004

A moda e o mercado

O fenômeno da ’ostalgia’ cria novas modas – e mercados – no dia-a-dia da população da Alemanha do Leste

Benjamin Wuttke
1º de agosto de 2004

Os “porquês” do desemprego

Com a economia em crise desde a reunificação, a Alemanha enfrenta altas taxas de desemprego e investimentos em baixa. Mas a culpa, como sempre, recai sobre o “alto custo do trabalho”

Heiner Ganssmann
1º de fevereiro de 2004

A derrota anunciada dos sindicatos alemães

AA crise do sindicalismo alemão se reflete nos baixos índices de adesão e na dificuldade de mobilização, o que explica a aprovação da Agenda 2010. Mas as raízes dela são mais profundas – se assentam na ruptura com as bases do Estado social-democrata

Udo Rehfeldt
1º de fevereiro de 2004

Um naufrágio esquecido

A principal preocupação do escritor Günter Grass é com a releitura acrítica do nacional-socialismo pelas jovens gerações que, após quatro décadas de República Democrática Alemã, não se deixaram influenciar pelo antifascismo comunista

Dominique Vidal
1º de fevereiro de 2003

O “modelo bávaro”

Herdeiro confesso de Franz-Josef Strauss, a mais importante liderança da Baviera que surgiu no pós-guerra, o candidato da direita alemã, Edmund Stoiber, apresenta-se como um político moderado e pragmático: um paradigma da modernidade

Christian Semler
1º de setembro de 2002

Os eleitores imprevisíveis do Leste

A ex-RDA vem sendo cortejada como uma noiva rebelde, pois sua população poderá ter um papel crucial nas próximas eleições legislativas alemãs. Mas nem a direita (CDU/CSU), nem os social-democratas sabem lidar com esse território desconhecido

Jens Reich
1º de setembro de 2002

Omertà à moda alemã

No poder durante quase todo o pós-guerra, autoproclamada criadora do Estado alemão moderno e condutora do processo de reunificação, a CDU sobreviverá ao escândalo que envolveu Helmut Kohl. Para isso, porém, foi obrigada a sacrificar o antigo chanceler e a adotar a "lei do silêncio" dos mafiosos

Christian Semler
12 de abril de 2000

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