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Uma iniciativa


» Três medidas de emergência contra a crise social

» Shaheen Bagh: muçulmanas contra a xenofobia na Índia

» Crise estrutural no ocaso do capitalismo

» Quatro ameaças à Humanidade e uma saída

» A Renda Cidadã e a reinvenção do dinheiro

» Coronavírus: já tínhamos sido avisados

» Ou desaceleramos ou morremos todos

» Pandemia desnuda a Saúde falida nos EUA

» Assim Guimarães Rosa viu nossas águas e gente

» Sopram novos ventos de revolta contra o Uber

Rede Social


Edição francesa


» Ravages cachés du sous-emploi

» Quand l'OMS épouse la cause des firmes pharmaceutiques

» Les confidences de M. Tietmeyer, architecte de l'euro

» Des services publics garants de l'intérêt général

» La citoyenneté au bord du gouffre

» À nos lecteurs

» Voyage en terres d'utopie

» Revenu minimum ou « deuxième chèque » ?

» Sur les voies du partage

» La télévision, les films et la conjoncture


Edição em inglês


» The world rediscovers Cuban medical internationalism

» Iran in the time of corona

» Covid-19: a London diary

» When viruses become pandemics

» Bringing the state back in during Covid-19

» ‘LMD' on your tablet

» February 2020

» March 2020

» Lessons for the UK deployment to Mali

» Find LMD


Edição portuguesa


» Edição de Março de 2020

» Um Brexit para nada?

» A precariedade não é só dos precários

» Edição de Fevereiro de 2020

» O que Donald Trump permite…

» As marcas do frio

» Edição de Janeiro de 2020

» Embaraços externos

» De Santiago a Paris, os povos na rua

» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?


Alternativas ao Poder Imperial

Cuba e EUA, aproximação improvável

Desde 1819, os EUA desejam Cuba. Tal obsessão permanente não autoriza grandes ilusões de mudanças nas relações entre os dois países. Para Washington, a ilha lhes pertence. E esta não tem como abrir mão do poder que acumulou, a partir de sua posição defensiva e resistência vitoriosa

José Luís Fiori
29 de fevereiro de 2008

Washington diante do desafio latino-americano

Com sua retórica arrogante e a emergência de novos governos de esquerda ou centro-esquerda no continente, o governo norte-americano perdeu a mão na região. Mas ainda conta com poderosos fatores de influência, como os tratados de livre comércio e a chamada cooperação militar

Janette Habel
12 de dezembro de 2007

O Equador ensaia a “revolução cidadã”

Num país marcado pela debacle do sistema político tradicional, uma Assembléia Constituinte promete “refundar a República”. Apoiado por movimentos cidadãos, o presidente Rafael Correa sonha com um modelo em ruptura com o neoliberalismo — e enfrenta oposição da mídia e da oligarquia

Hernando Calvo Ospina
12 de novembro de 2007

Hugo Chávez

A articulação entre os países da América Latina constrói e personaliza, em Chávez, a reinvenção da esquerda. Alvo de difamações, suas ações tornam-se referência de alternativa ao neoliberalismo para uns e sinônimo de autoritarismo para outros

Ignacio Ramonet
15 de outubro de 2007

Um novo marxismo para um novo mundo

A ordem social moderna comporta não uma, mas duas forças sociais dominantes: ao mundo dos “capitalistas” articula-se o dos gestores privados e públicos. É a essas duas forças que deve se opor o conjunto das “classes fundamentais populares”

Gérard Duménil, Jacqes Bidet
15 de outubro de 2007

A finitude de nosso domínio

Participamos de uma mudança de era e a escolha da direção só pode ser coletiva e incluir os que estão para nascer. É necessário, portanto, implantar estruturas de governabilidade planetária e substituir a competição pela emulação e a cooperação

Albert Jacquard
1º de maio de 2004

ONU: a bússola disponível para o mundo

As Nações Unidas devem ser melhoradas para se adaptar à realidade. Mas seus detratores erram ao vê-la com uma caricatura burocrática, prejudicial e ineficaz. Termômetro do mundo, deve ser articulada com organizações multilaterais regionais

Amara Essy
1º de julho de 2003

Rumo a um Conselho de Segurança Econômico e Social

A ONU se tornou um instrumento indispensável para a gestão de problemas diversos e a garantia da multilateralidade. Falta agora implantar uma espécie de Conselho de Segurança Social e Econômica que incentivaria o respeito às suas normas

Stéphane Hessel
1º de julho de 2003

O mito enganoso do pós-nacional

O Estado-Nação não está morto — e a maior prova são os EUA, que continuam moldando a globalização segundo seus interesses. Para enfrentar a hegemonia norte-americana, a saída é propor, como alternativa ao livre comércio, a ampliação dos direitos sociais

Noëlle Burgi, Philip S. Golub
12 de abril de 2000

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