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Alimentada pela renda do "ouro negro" e por recursos chineses e brasileiros, Angola transforma-se num imenso canteiro de obras. Além de condomínios de luxo, investe-se em serviços públicos. Mas, num país onde a sociedade civil engatinha, será possível construir democracia e distribuir a riqueza?
Livro de escritor angolano é uma deliciosa sátira social, crítica da corrupção e da indiferença de uma elite que virou as costas ao seu povo