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» Seis elementos da conjuntura brasileira

» Trump quer a guerra – e conquista o establishment

» Sob Temer, a grilagem volta sem freios

» Tiradentes, herói sem nenhum caráter?

» Como pulsa hoje nosso desejo de rua?

» França: a esquerda vive, quando não se rende

» A indispensável Reforma Política

» Quilombolas: a longa batalha pelo território

» Bem-vindo à escola do século 19

Rede Social


Edição francesa


» « What is Brexit ? »

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» Le prix de la Carpette anglaise

» Le vent nouveau de la Big Society

» Qui a peur du wolof ?

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» La fabrique des indésirables

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Edição em inglês


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» Chinese songs of dignity

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» The age of grief

» France and Iran, two years after the nuclear deal

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» Is Trump launching a new world order?

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» Life in Hagadera


Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2017

» Segurança na reforma começa no emprego

» Os anos loucos

» Colonialismo português: excepção ou barbárie?

» Os genes do euro e as vacas que não voam

» Agitação anti-sistema na Europa e nos Estados Unidos

» Crise e estagnação no labirinto

» Edição de Maio de 2017

» O desígnio de Marcelo

» O Estado profundo


Argélia

Tão bárbaros como Bush

Imagens do pan-arabismo totalitário, uma tendência que nega o passado, a cultura e tolerância árabes – mas cresce em muitas partes do mundo, em outro sinal de que o fundamentalismo é uma das grandes ameaças à humanidade, no século 21

Roberto Cattani
4 de outubro de 2007

Feridas abertas

Às vésperas da eleição presidencial, a Argélia enfrenta situação social tensa. Por um lado, aumenta a desigualdade e a miséria, resultado das reformas liberais. De outro, a apatia política e o desânimo toma conta do povo, marcado por anos de violência e terrorismo

Lyes Si Zoubir
1º de março de 2004

O status quo das mulheres

A derrota do islamismo radical mudou pouco, ou nada, a vida das argelinas, que continuam sendo vítimas de violência e preconceito

Lyes Si Zoubir
1º de março de 2004

Manobras políticas em torno dos imigrantes

Durante mais de uma década no governo, os socialistas incentivaram o debate sobre o exercício da cidadania dos imigrantes magrebinos, mas pouco fizeram em termos práticos. Agora, a direita de Jacques Chirac colhe os frutos dessa grave omissão

Karim Bourtel
1º de outubro de 2003

A honra dos funâmbulos

De 1925 a 1960, do manifesto contra a guerra do Rif ao dos 121, contra a guerra da Argélia, o pensamento e os compromissos políticos de André Breton constituíram sempre uma linha reta e nítida: o posicionamento a favor do lado minoritário

Régis Debray
1º de setembro de 2003

A política de imigração francesa

Um milhão de argelinos por ano solicita visto de entrada na França: para estudar, para visitar a família, para passar as férias etc. Apenas uma quarta parte deles é atendida. A obtenção do visto, na prática, não passa de uma curiosa loteria

Maurice T. Maschino
1º de março de 2003

As raízes da violência

A nova onda de assassinatos não reflete uma suposta tendência cultural à violência, mas um passado feito de dominações coloniais, que fizeram a sociedade divorciar-se de si mesma

Mohammed Harbi
1º de julho de 2002

O flerte contrariado com os EUA

Apesar da anunciada “parceria estratégica”, a história das relações entre a Argélia e os Estados Unidos consiste de intercâmbios contínuos, mas difíceis, entrecortados por crises

William B. Quandt
1º de julho de 2002

Maturidade e desencanto

Com 22,6% de sua população vivendo em pobreza absoluta e 29% de desemprego, a Argélia comemora 40 anos de independência. Mas há esperanças: o analfabetismo caiu de 74,6% para 31,9% e o índice de escolarização é de 90%

Ghania Mouffok
1º de julho de 2002

O tédio de quinta-feira à noite

Toda semana é o mesmo: Réda irá procurar uma estudante levada à prostituição, Malek continuará a sonhar com Latifa e com uma sociedade em que a mistura dos sexos seja sã e assumida. Nassim alimentará todos os projetos possíveis de exílio

Krim Mokhtar
1º de julho de 2002

Do mito à história

No dia 17 de outubro de 1961, alguns milhares de argelinos tentaram protestar, em Paris, contra o toque de recolher que os impedia de ir à rua entre 20:30h e 05:30h. Cerca de 400 foram espancados até a morte pela polícia e seus corpos jogados no rio

Maurice T. Maschino
1º de dezembro de 2001

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