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Uma iniciativa


» Como dialogar — de verdade — com quem vota num fascista

» No Alerta de Ipanema, retratos do fascismo quotidiano

» O cinema e as lições da história

» Vídeo: Garantir o segundo turno. E depois?

» Crônica de uma eleição bizarra

» O ódio, o voto e a pulsão de morte

» “Cada um de vocês é Bolsonaro”

» Reflexões à beira do segundo turno

» O Pré-Sal e o desenho do golpe

» Polêmica: duas formas do mesmo poder

Rede Social


Edição francesa


» Délocalisés de l'intérieur

» A Gladstone, l'emploi contre l'environnement

» Les diables du Diable

» Les boissons non alcoolisées à la conquête du monde

» Face au pouvoir militaire, les révolutionnaires brésiliens ont adopté une stratégie originale

» « Prix Nobel d'économie » : l'imposture

» L'armée algérienne se divise

» Violence « tolérable » en Algérie

» Les leçons oubliées des émeutes d'Octobre 1988 en Algérie

» « Faites vos jeux ! »


Edição em inglês


» Netanyahu's flirtation with the far right

» Paul Mason: two years on, it's still two fingers to the elites

» Hating Muslims in the age of Trump

» Trump's reality-TV trade deal

» The October war: who was Ashraf Marwan?

» NATO goes on growing

» The royal touch

» Unsung anniversary of the Union for the Mediterranean

» Israel and Iran exploit regional conflicts

» Insider Attacks


Edição portuguesa


» Edição de Outubro de 2018

» A crise da regulação

» Da democracia na América

» Edição de Setembro de 2018

» Trabalho e civilização

» Liberais contra populistas, uma clivagem enganadora

» Por quem o sininho dobra no Eurogrupo?

» Uma aliança das civilizações

» Dirigir a ONU, um trabalho estranho

» Liquidação florestal em França


Argélia

Tão bárbaros como Bush

Imagens do pan-arabismo totalitário, uma tendência que nega o passado, a cultura e tolerância árabes – mas cresce em muitas partes do mundo, em outro sinal de que o fundamentalismo é uma das grandes ameaças à humanidade, no século 21

Roberto Cattani
4 de outubro de 2007

Feridas abertas

Às vésperas da eleição presidencial, a Argélia enfrenta situação social tensa. Por um lado, aumenta a desigualdade e a miséria, resultado das reformas liberais. De outro, a apatia política e o desânimo toma conta do povo, marcado por anos de violência e terrorismo

Lyes Si Zoubir
1º de março de 2004

O status quo das mulheres

A derrota do islamismo radical mudou pouco, ou nada, a vida das argelinas, que continuam sendo vítimas de violência e preconceito

Lyes Si Zoubir
1º de março de 2004

Manobras políticas em torno dos imigrantes

Durante mais de uma década no governo, os socialistas incentivaram o debate sobre o exercício da cidadania dos imigrantes magrebinos, mas pouco fizeram em termos práticos. Agora, a direita de Jacques Chirac colhe os frutos dessa grave omissão

Karim Bourtel
1º de outubro de 2003

A honra dos funâmbulos

De 1925 a 1960, do manifesto contra a guerra do Rif ao dos 121, contra a guerra da Argélia, o pensamento e os compromissos políticos de André Breton constituíram sempre uma linha reta e nítida: o posicionamento a favor do lado minoritário

Régis Debray
1º de setembro de 2003

A política de imigração francesa

Um milhão de argelinos por ano solicita visto de entrada na França: para estudar, para visitar a família, para passar as férias etc. Apenas uma quarta parte deles é atendida. A obtenção do visto, na prática, não passa de uma curiosa loteria

Maurice T. Maschino
1º de março de 2003

As raízes da violência

A nova onda de assassinatos não reflete uma suposta tendência cultural à violência, mas um passado feito de dominações coloniais, que fizeram a sociedade divorciar-se de si mesma

Mohammed Harbi
1º de julho de 2002

O flerte contrariado com os EUA

Apesar da anunciada “parceria estratégica”, a história das relações entre a Argélia e os Estados Unidos consiste de intercâmbios contínuos, mas difíceis, entrecortados por crises

William B. Quandt
1º de julho de 2002

Maturidade e desencanto

Com 22,6% de sua população vivendo em pobreza absoluta e 29% de desemprego, a Argélia comemora 40 anos de independência. Mas há esperanças: o analfabetismo caiu de 74,6% para 31,9% e o índice de escolarização é de 90%

Ghania Mouffok
1º de julho de 2002

O tédio de quinta-feira à noite

Toda semana é o mesmo: Réda irá procurar uma estudante levada à prostituição, Malek continuará a sonhar com Latifa e com uma sociedade em que a mistura dos sexos seja sã e assumida. Nassim alimentará todos os projetos possíveis de exílio

Krim Mokhtar
1º de julho de 2002

Do mito à história

No dia 17 de outubro de 1961, alguns milhares de argelinos tentaram protestar, em Paris, contra o toque de recolher que os impedia de ir à rua entre 20:30h e 05:30h. Cerca de 400 foram espancados até a morte pela polícia e seus corpos jogados no rio

Maurice T. Maschino
1º de dezembro de 2001

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