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» Na Venezuela, a oposição adota o terror

» Rumo à agricultura do medo?

» Boaventura debate Revolução, Democracia e o Brasil

» Meio cheio ou meio vazio?

» Que importa que o crítico resmungue?

» Hora de enfrentar Facebook e Google?

» Contra a crise, o possível pós-capitalismo local

» Como Foucault e Agamben explicam Bolsonaro

» “Liberais” — até a página dois…

» Homem em chamas na Venezuela

Rede Social


Edição francesa


» Quand les armes ont parlé...

» La constellation du maintien de la paix

» La Yougoslavie, banc d'essai de la nouvelle Europe ?

» Bernard-Henri Lévy enragé contre « Le Monde diplomatique »

» Le talon d'Achille du nucléaire français

» Multiplication des opérations militaires autour du Sahel

» Dégringolade

» Revenu garanti, l'invité-surprise

» L'Allemagne et les réfugiés, deux ans après

» Portes ouvertes au secteur privé


Edição em inglês


» Will AI make society obsolete?

» Empire of destruction

» A Fairy tale from 2050

» The demolition of U.S. global power

» Preparing for doomsday

» Growing my way out of dystopia

» The insult wars in Washington

» The enemy of my enemy Is my...?

» The politics of no politics

» Picking a quarrel with Qatar


Edição portuguesa


» Míopes ou maldosos?

» Edição de Julho de 2017

» O síndrome da nêspera

» Embustes democráticos

» Edição de Junho de 2017

» Segurança na reforma começa no emprego

» Os anos loucos

» Colonialismo português: excepção ou barbárie?

» Os genes do euro e as vacas que não voam

» Agitação anti-sistema na Europa e nos Estados Unidos


Armas Biológicas e Químicas

As novas armas biológicas

Um relatório da Associação Médica Britânica alerta: indústrias e governos podem explorar os avanços da genômica e da biologia para desenvolver fármacos que provocam colapso dos processos vitais — ou produzem soldados sem medo e sem memória. EUA, Europa e China seriam a vanguarda desta corrida para a morte

Steve Wright
8 de agosto de 2007

A falsa retórica da classificação das armas

A distinção entre armas convencionais de destruição de massa é, do ponto de vista médico, odiosa e infundada. No atual contexto de conflitos assimétricos, armas de alta tecnologia matam como as convencionais, os embargos e as ações terroristas

Chantal Bismuth, Patrick Barriot
1º de maio de 2003

Cumplicidades

Em 1983, os dirigentes norte-americanos sabiam, graças à missão de Donald Rumsfeld, que o exército iraquiano utilizava armas químicas. Sem levar isso em consideração, forneceram uma ajuda de vários tipos – inclusive militar

Eric Rouleau
1º de fevereiro de 2003

Uma Convenção recente

Nada é tão fácil dissimular quanto alguns dos ingredientes de uma arma química, seja fabricando-os em lugares separados ou montando-os, clandestinamente, no último momento

Any Bourrier
1º de julho de 2002

Golpe químico made in USA

A independência e a obstinação em cumprir com suas obrigações de inspecionar usinas químicas, principalmente norte-americanas, do diplomata brasileiro José Maurício Bustani, que dirigia a Opaq, foram longe demais para G. W. Bush

Any Bourrier
1º de julho de 2002

O napalm ainda mata

As operações de guerra química, com a utilização do napalm, começaram em 1961 com a aprovação do presidente John Kennedy, e foram progressivamente intensificadas até atingirem seu ponto culminante em 1965

Shofield Coryell
1º de março de 2002

A ameaça da guerra bacteriológica

Embora apoiando a Convenção sobre Armas Biológicas, o presidente Clinton sucumbiu às pressões das indústrias biotecnológicas e farmacêuticas. Em resumo, somente uma fração das instalações de defesa biológica norte-americanas podia ser inspecionada

Susan Wright
1º de novembro de 2001

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