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» Como dialogar — de verdade — com quem vota num fascista

» No Alerta de Ipanema, retratos do fascismo quotidiano

» O cinema e as lições da história

» Vídeo: Garantir o segundo turno. E depois?

» Crônica de uma eleição bizarra

» O ódio, o voto e a pulsão de morte

» “Cada um de vocês é Bolsonaro”

» Reflexões à beira do segundo turno

» O Pré-Sal e o desenho do golpe

» Polêmica: duas formas do mesmo poder

Rede Social


Edição francesa


» Délocalisés de l'intérieur

» A Gladstone, l'emploi contre l'environnement

» Les diables du Diable

» Les boissons non alcoolisées à la conquête du monde

» Face au pouvoir militaire, les révolutionnaires brésiliens ont adopté une stratégie originale

» « Prix Nobel d'économie » : l'imposture

» L'armée algérienne se divise

» Violence « tolérable » en Algérie

» Les leçons oubliées des émeutes d'Octobre 1988 en Algérie

» « Faites vos jeux ! »


Edição em inglês


» Netanyahu's flirtation with the far right

» Paul Mason: two years on, it's still two fingers to the elites

» Hating Muslims in the age of Trump

» Trump's reality-TV trade deal

» The October war: who was Ashraf Marwan?

» NATO goes on growing

» The royal touch

» Unsung anniversary of the Union for the Mediterranean

» Israel and Iran exploit regional conflicts

» Insider Attacks


Edição portuguesa


» Edição de Outubro de 2018

» A crise da regulação

» Da democracia na América

» Edição de Setembro de 2018

» Trabalho e civilização

» Liberais contra populistas, uma clivagem enganadora

» Por quem o sininho dobra no Eurogrupo?

» Uma aliança das civilizações

» Dirigir a ONU, um trabalho estranho

» Liquidação florestal em França


Armênia

Corrida às armas no Cáucaso

Num desdobramento da disputa pela Ásia Central, Geórgia, Azerbaijão e Armêia multiplicam seus orçamentos militares, aliam-se com potências estrangeiras e iniciam uma escalada que pode levar à guerra

Vicken Cheterian
27 de julho de 2007

Quando a diáspora volta para casa

Formando ’lobbies’ importantes nos Estados Unidos e mesmo na Rússia, a comunidade armênia na diáspora investe no país, metamorfoseando sua paisagem, não sem antes enfrentar percalços políticos e choques culturais

Vicken Cheterian
1º de janeiro de 2004

Os filhos da privatização chegam ao poder

Quatro eleições, maculadas por fraudes, abalaram Geórgia, Armênia e Azerbaidjão, revelando que, apesar do fim do regime soviético, o poder nunca mudou através das urnas e a política continua sendo o reino de alguns raros privilegiados

Vicken Cheterian
1º de janeiro de 2004

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