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» A França em sua encruzilhada
» A era dos extremos climáticos começou
» Rumo a uma sociedade da partilha?
» « Trouver des mots qui pratiquent des brèches »
» Dans le laboratoire de l'écolo-bourgeoisie
» Sur les sentiers escarpés de la lutte armée
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» Can Russia's democrats succeed?
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» France: is the future still nuclear?
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» Le Monde diplomatique – edição portuguesa, II Série, n.º 63
» Meios complementares de defesa do SNS
» Desigualdades em Portugal — Problemas e Propostas
» Le Monde diplomatique – edição portuguesa, II Série, n.º 62
» Crise: lugares de certezas e incertezas
» A ordem moral britânica contra a «escumalha»
Toda a verborragia da imanência do nada quer disfarçar uma ruína institucional que jornalistas, críticos, curadores e artistas negaram-se a admitir por muito tempo. Não faltam recursos. Falta capacidade aos diretores e conselheiros da Fundação Bienal, imersos em querelas mesquinhas
Prevista pela ONU e cada vez mais reivindicada pelos países do Sul, a restituição do patrimônico histórico roubado pelos colonizadores é um direito. Que fazer para levá-lo à prática?
Em busca de novas fontes de dinheiro e prestígio, grandes museus do mundo partem para o aluguel de acervos, relações submissas com o mecenato, atração obsessiva de público. Que isso significa para a preservação das obras e das próprias idéias de arte e cultura?
A começar do Louvre, os museus franceses dependem cada vez mais de financiadores privados
A revisão e a revelação da obra de Francis Bacon, numa exposição que engloba, de maneira concisa, a obra de uma longa vida