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Uma iniciativa


» Como dialogar — de verdade — com quem vota num fascista

» No Alerta de Ipanema, retratos do fascismo quotidiano

» O cinema e as lições da história

» Vídeo: Garantir o segundo turno. E depois?

» Crônica de uma eleição bizarra

» O ódio, o voto e a pulsão de morte

» “Cada um de vocês é Bolsonaro”

» Reflexões à beira do segundo turno

» O Pré-Sal e o desenho do golpe

» Polêmica: duas formas do mesmo poder

Rede Social


Edição francesa


» Quand l'Islande vote contre les banquiers

» Le dissensus de Washington

» Un « consensus de Berlin » imposé à l'Europe

» Ces mathématiciens qui font de l'or avec du plomb

» Hippocrate ou Harpagon ?

» Imposture du capitalisme moral

» Les capitales du capital

» La base de Diego-Garcia, sur la route des pétroliers et des cargos

» Le dilemme des archives

» Un pays criblé de balles


Edição em inglês


» October: the longer view

» A letter to Elizabeth Warren

» Netanyahu's flirtation with the far right

» Paul Mason: two years on, it's still two fingers to the elites

» Hating Muslims in the age of Trump

» Trump's reality-TV trade deal

» The October war: who was Ashraf Marwan?

» NATO goes on growing

» The royal touch

» Unsung anniversary of the Union for the Mediterranean


Edição portuguesa


» Edição de Outubro de 2018

» A crise da regulação

» Da democracia na América

» Edição de Setembro de 2018

» Trabalho e civilização

» Liberais contra populistas, uma clivagem enganadora

» Por quem o sininho dobra no Eurogrupo?

» Uma aliança das civilizações

» Dirigir a ONU, um trabalho estranho

» Liquidação florestal em França


Bélgica

A revanche de Flandres

Com altos índices de crescimento econômico, os flamengos não querem mais carregar nas costas os atrasados valões, que os humilharam no passado. E as tensões autonomistas põem em risco a frágil unidade nacional belga

Jean-Yves Huwart
12 de novembro de 2007

Uma imprensa em crise

A imprensa valã é maior e de capital familiar. A imprensa flamenga é mais jovem e contestadora. Ambas estão cada vez mais despolitizadas, não se adaptam aos novos leitores e sofrem com uma queda sem precedentes na circulação de seus jornais

Adrien Gonthier
1º de maio de 2003

O avanço da extrema-direita em Flandres

Na eleições legislativas de 18 de maio, Flandres espera um avanço sombrio: o ’Vlaams Blok’ deverá realizar ali um rápido progresso. Dirigentes políticos e intelectuais começam a esboçar o balanço crítico da “batalha antifascista” que inclui a imprensa

Rink Van den Brink
1º de maio de 2003

Cresce a tendência republicana

A Bélgica, historicamente dividida em duas –Flandres e Valônia – assiste, estupefata, a um novo, e surpreendente, fato político: os nacionalistas flamengos, tradicionalmente conservadores e monarquistas, defendem o regime republicano...

Serge Govaert
1º de outubro de 2002

A “questão real”

Poucas vezes, em sua história, a Bélgica esteve tão perto de uma guerra civil quanto no período que se seguiu ao final da II Guerra Mundial. Dividido, o governo hesitava sobre a conveniência da volta do rei – Leopoldo III – ao trono. Foi a época da “questão real”

Serge Govaert
1º de outubro de 2002

A batalha de Bruxelas

Em junho de 2001, um grupo de cidadãos protocolou, na Justiça belga, denúncia de genocídio, crime contra a humanidade e crimes de guerra contra o então ministro da Defesa de Israel, Ariel Sharon. Ele é apontado como responsável por Sabra e Chatila

Pierre Péan
1º de setembro de 2002

Contrastes do destino belga

Na Bélgica, a extrema-direita tem tradição. Mas sua implantação e êxito eleitoral variam de uma região para outra. Por que os eleitores de La Louvière expulsaram, no ano 2000, os seis neofascistas que, seis anos antes, haviam sido eleitos vereadores?

Sergio Carrozzo
1º de maio de 2002

Avanço neofascista em Flandres

Nas eleições legislativas de junho de 1999, quando obteve 19,4% dos votos, o partido neofascista Vlaams Blok tornou-se a segunda mais importante formação política do norte da Bélgica, a exemplo do que já ocorrera em Antuérpia

Magali Uytterhaeghe
1º de maio de 2002

Às voltas com o passado colonial

As autoridades belgas foram forçadas a criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o genocídio de Ruanda. Os trabalhos, realizados com grande honestidade intelectual, acabaram tendo um autêntico efeito de catarse

Colette Braeckman
1º de janeiro de 2002

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