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Uma iniciativa


» O prisioneiro que não cede ao Grande Irmão

» Previdência: a fábula da República das Laranjas

» A difícil arte de superar o senso comum

» Os mapas do poder dos ruralistas

» Petrobrás: assim Paulo Guedes planeja o desmonte

» O neoliberalismo periférico e a oportunidade perdida

» Nunca fomos tão pequenos

» Caro coxinha, nossa bandeira já é vermelha…

» O mundo encantado da Previdência privada

» A lógica senil da propriedade privada

Rede Social


Edição francesa


» Ainsi s'élargit le gouffre entre pouvoir capitaliste et réalités sociales

» Le poids du lobby pro-israélien aux États-Unis

» Tradition et qualité françaises

» Batna dans le vertige des peurs et des frustrations

» Vingt ans après, les plaies ouvertes du Kosovo

» Le champ sémantique du populisme

» Les dangers d'une monnaie unique

» L'Algérie sous le choc

» L'art de la désinformation

» La longue guerre occulte contre le Nicaragua


Edição em inglês


» Kosovo's open wounds, twenty years on

» Retiring the Statue of Liberty

» Iraq's choice: US air strikes or Iranian air conditioners?

» Gilets jaunes: the French uprising

» March: the longer view

» Rwanda now sets its own aid rules

» The rise of the hardliners

» Should we be combatting sexism to stimulate economic growth?

» Julia Buxton on Venezuela's ongoing crisis

» What happened to the dream of a united Maghreb?


Edição portuguesa


» O caso do Novo Banco: nacionalizar ou internacionalizar?

» Edição de Março de 2019

» Sabe bem informar tão pouco

» O presidente e os pirómanos

» Edição de Fevereiro e 2019

» As propinas reproduzem as desigualdades

» Luta de classes em França

» Das propinas ao financiamento do Ensino Superior

» Na Venezuela, a lógica do pior

» Vale a pena (re)ler John Kenneth Galbraith?


Choque de Fundamentalismos

A desastrosa “pax americana”

Rotulando todo e qualquer conflito na região como um confronto global entre o Bem e o Mal, a política neoconservadora dos Estados Unidos estabeleceu vínculos antes inexistentes entre crises locais, municiou o fanatismo islâmico e criou o maior foco de instabilidade do planeta

Alain Gresh
12 de novembro de 2007

O Império enxerga seu declínio

As divergências no interior do stablishment norte-americano tornam-se agudas, num sinal de que a guerra contra o Iraque pode ter revelado as debilidades do exército e, ainda mais grave, devastado a "legitimidade mundial da América"

Philip S. Golub
15 de outubro de 2007

Quem são os recrutas da Al-Qaeda

Entre sua origem, nos anos 1990, e hoje, a rede terrorista mudou o perfil de seus adeptos, revela Laurence Wright neste trecho de O vulto das Torres

Lawrence Wright
21 de maio de 2007

O mito do "fascismo islâmico"

Contra todas as evidências, o governo Bush e alguns intelectuais europeus procuram identificar movimentos e governos islâmicos como próximos a Hitler ou Mussolini. Há oportunismo e planos de guerra por trás desta imprecisão

Stefan Durand
21 de dezembro de 2006

Como Telavive flerta com o racismo

Defensor de idéias como a “transferência” dos árabes israelenses para a Cisjordânia, o vice-premiê Lieberman representa um setor da elite que desconhece a democracia. Após o fracasso do ataque ao Líbano, esta fração apela para militarização ainda mais profunda do país

Akiva Eldar
21 de dezembro de 2006

Labirinto em Israel

A entrada de um extremista no governo de Telavive atiça, no Oriente Médio, as forças mais capazes de desencadear, a partir da região, um conflito de dimensões mundiais

Ignacio Ramonet
21 de dezembro de 2006

Na origem de um conceito

A idéia de choque de civilizações, freqüentemente retomada para explicar os conflitos entre ocidente e oriente, vê os mulçumanos como uma cultura petrificada

Alain Gresh
1º de setembro de 2004

A guerra de mil anos

Com a “guerra contra o terrorismo” e o “choque entre civilizações”, as divisões deixam de ser entre fortes e fracos, entre os opulentos e os deserdados e passem a ser entre “eles” e “nós”. Ou seja, a “luta de classes” dá lugar à bandeira da “luta contra o Outro”, um conflito eterno e sem solução

Alain Gresh
1º de setembro de 2004

O terrorismo anarquista e a Jihad

Como o trabalhador do século XIX, o muçulmano é, atualmente, considerado muitas vezes com uma mistura de medo e desprezo. E os EUA representam para o terrorista da Jihad o que o Estado burguês era para seu predecessor anarquista: o símbolo da arrogância e do poder

Rik Coolsaet
1º de setembro de 2004

Realidade à procura de ficção

As aventuras literárias nos colocam diante da questão crucial: como pensar a forma de totalitarismo nova que se sente apontar, ao mesmo tempo que a liberdade parece ser o paradigma supremo

Jean Christophe Rufin
1º de setembro de 2004

Quem tem medo do Big Brother?

O controle social não é mais visto como relação política de dominação e sim como elemento necessário e bem aceito por cidadãos que a ele se submetem voluntariamente

Denis Duclos
1º de agosto de 2004

A universalidade da causa da Palestina

Por suas alianças, interesses, influência ideológica, relações de família, de cultura ou de religião, o conflito entre palestinos e israelenses já estava presente no mundo externo. Inserida no contexto pós-11 de setembro, esta questão tornou-se mais universal e perigosa para o mundo, ao ser desfigurada no lógica do “choque de civilizações”

Etienne Balibar
1º de maio de 2004

Os bombeiros piromaníacos do anti-semitismo

Ateando mais fogo à intolerância, membros da comunidade judaica da França apelam para difamação, tachando de anti-semitas jornalistas e pesquisadores insensíveis ao charme do primeiro-ministro Ariel Sharon, como o sociólogo Edgar Morin

Dominique Vidal
1º de maio de 2004

Uma regressão do mundo árabe

A degradação da situação da Palestina torna-se terreno fértil para a até então marginal propaganda anti-semita no mundo árabe, suscitando inclusive o renascimento do panfleto czarista “Protocolos dos Sábios do Sião”

Dominique Vidal
1º de maio de 2004

A democracia segundo Huntington

Ao privilegiar a estabilidade, a ordem e a autoridade, obra de 1968, tratada como clássico da ciência política nos Estados Unidos, deixa clara uma concepção de democracia bastante distante do modelo alardeado pelos norte-americanos

Serge Halimi
1º de dezembro de 2003

Uma bofetada na civilização

As forças da coalizão não só trucidaram e humilharam o povo e a cultura do Iraque, mas esbofetearam a civilização ao permitir os saques e o vandalismo no Museu Nacional. O legado iraquiano perdido nesta guerra pertencia a toda a humanidade

May Muzaffar
1º de maio de 2003

Uma cruzada em família

Em 1995, o cidadão Daniel Pipes, hoje assessor de Bush, acusou os islamitas de terem perpetrado o mega-atentado de Oklahoma. Os atentados de 11 de setembro o transformariam em profeta. Seu pai já contribuíra para criar o “Império do Mal”

Dominique Vidal
1º de março de 2003

Objetivo: Bagdá

Hoje como ontem, a Casa Branca não tem interesse na volta dos inspetores, mas num pretexto para uma aventura militar que pode acentuar ainda mais o fosse que separa o mundo muçulmano do Ocidente

Alain Gresh
1º de setembro de 2002

A ameaça da guerra bacteriológica

Embora apoiando a Convenção sobre Armas Biológicas, o presidente Clinton sucumbiu às pressões das indústrias biotecnológicas e farmacêuticas. Em resumo, somente uma fração das instalações de defesa biológica norte-americanas podia ser inspecionada

Susan Wright
1º de novembro de 2001

No Irã, Islã contra Islã

Dois anos após a eleição do presidente Mohamed Khatami, o Irã continua dividido. A essência da disputa entre reformadores e conservadores é o cenário interno, o lugar do islã e das suas relações com a política. O desfecho dessa luta determinará o futuro do país, e terá profundas repercussões em todo o mundo muçulmano.

Eric Rouleau
12 de dezembro de 1999

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