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» “Hackers russos”, nova invenção da velha mídia

» A arte de morrer

» As guerras que se avizinham

» Quando a mídia incita à violência de gênero

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» Seu nome era Ruas

» Boulos e o MTST pensam numa nova esquerda

» Para enxergar os ”secundas” além do romantismo

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Edição francesa


» L'engagement trahi

» Au Mexique, « modernisateurs » d'hier et d'aujourd'hui

» La Sécurité sociale, une assistance ou un droit ?

» Salaire et santé, contrôle, bobard, jeunes pauvres

» L'effet Matthieu

» Dialogue de muets

» Paysage avant la bataille électorale

» Équitable

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» Fantasmes du paradis perdu


Edição em inglês


» Prepare, pursue, prevail!

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» Trump's military nostalgia (or “Victory at Sea” all over again)

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» Doubling down on dystopia

» The surge delusion

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» The president who loved generals

» Who contributes to UN peacekeeping

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Edição portuguesa


» Canto Livre e Canção de Protesto

» União Europeia: para onde vai o pelotão da frente?

» A literatura, cimento que constrói mundos

» Tendências recentes do emprego dos jovens diplomados portugueses

» Edição de Março de 2017

» Offshores, defeitos e feitios

» Obstinação europeia

» Desafios de uma agenda política para a inclusão dos portugueses ciganos

» Edição de Fevereiro de 2017

» Trabalho e organização colectiva


Colômbia

A tragédia mora ao lado

Num país governado pela extrema-direita, os paramilitares continuam agindo impunemente. Em conluio com o exército e inúmeros políticos, eles já desalojaram mais de 3 milhões de pessoas e seguem assassinando as lideranças dos movimentos sociais

Paola Ramírez Orozco-Souel
11 de fevereiro de 2009

Colômbia: as vozes da guerra

Decretado pelo presidente Uribe, fim das negociações para troca de reféns revela: tanto governo quanto as FARC sabotaram a paz, porque vêem nas armas sua fonte de legitimidade e poder. Desfecho ressalta papel da sociedade civil no fim do conflito e na construção de nova democracia

Jaime Zuluaga Neto
26 de novembro de 2007

A paz invade o coração da Colômbia

Num país golpeado pela violência política, a sociedade civil reage humilhando, em eleições regionais, os grupos pára-militares e o presidente associado a eles. Apoio a Uribe é cada vez mais precário, e sistema partidário tradicional está em frangalhos

Simone Bruno
31 de outubro de 2007

A arma da impostura

Isolados, os paramilitares criam falsas ONGs, simulam relações internacionais solenes, fingem ter no exterior o apoio que já lhes falta em seu país

Laurence Mazure
20 de maio de 2007

A Colômbia encara a violência

A revelação, há meses, das relações entre paramilitares e política, mergulhou o país numa crise duradoura. Pergunta: a sociedade será capaz de vencer o círculo infernal de brutalidade, no qual se juntam as milícias de direita e a guerrilha de "esquerda"?

Laurence Mazure
19 de maio de 2007

A possível troca humanitária

Na longa guerra travada entre governo e guerrilhas, já houve, em diversos momentos, troca de prisioneiros

Abelhaweb
1º de abril de 2006

Reféns da guerra trágica

A possível reeleição do presidente Uribe e a continuidade de sua "guerra total" contra as guerrilhas deixam mais distante a troca humanitária de prisioneiros com as FARC

Maurice Lemoine
1º de abril de 2006

Impunidade à vista

Lei aprovada recentemente na Colômbia abre espaço para que os grupos paramilitares fiquem impunes e suas fortunas, construídas com narcotráfico e espoliação, intocadas

Carlos Gutiérrez
1º de outubro de 2005

A história de um massacre

A exterminação dos membros da União Patriótica chama a atenção para uma das causas que explicam a duração e a crueldade do interminável conflito armado colombiano: uma democracia formal que camufla técnicas sofisticadas de eliminação dos opositores

Claudia Girón Ortiz, Iván Cepeda Castro
1º de maio de 2005

A lei, ora, a lei...

Os Estados Unidos apóiam seqüestros em território venezuelano e homenageiam paramilitares na fronteira da Colômbia

Hernando Calvo Ospina
1º de fevereiro de 2005

Nas fronteiras do Plano Colômbia

Do Panamá à Venezuela, o Plano Colômbia consolida a política de ingerência americana na região e viola a soberania dos países, provocando crises diplomáticas que chegam à beira de conflitos militares

Hernando Calvo Ospina
1º de fevereiro de 2005

Privatização assassina do conflito colombiano

O plano Colômbia legalizou as atividades realizadas há anos por empresas militares privadas na guerra contra as guerrilhas, diminuindo a necessidade de presença ostensiva de militares norte-americanos que, no entanto, mantêm o controle dessas operações

Hermano Ospina
1º de novembro de 2004

A “rebelião espontânea” de 1903

Em dezembro de 1999, o Panamá recuperou a soberania do canal. A Colômbia, no entanto, jamais recuperou o Panamá, província que lhe pertencia e lhe foi surrupiada por aventureiros internacionais em função de objetivos estratégicos comerciais

Hernando Calvo Ospina
1º de novembro de 2003

A noite do eclipse

Há muitos anos o célebre escritor colombiano vem se dedicando a suas memórias, cujo primeiro volume sairá na França em outubro. Nesse meio tempo, ele escreveu uma série de seis contos que podem ser lidos de maneira independente, sem ligação entre si. Com título «En agosto nos vemos», também podem ser fruidos em ordem, com a continuidade dramática de uma novela. Este é o terceiro da série

Gabriel Garcia Marquez
1º de agosto de 2003

Perigosa escalada

Foi sob uma chuva de morteiros atirados pelas Farc que Alvaro Uribe Vélez assumiu suas funções em agosto do ano passado, anunciando o recrudescimento do conflito entre o Estado e as guerrilhas, agora com intervenção cada vez maior dos forças norte-americanas

Maurice Lemoine
1º de abril de 2003

Os paramilitares e o terrorismo de Estado colombiano

Enquanto as negociações com as guerrilhas - Farc e o ELN - continuam em ponto morto, o governo Uribe, com apoio de Washington, recebe de braços abertos os paramilitares ligados a assassinatos de civis e a violação dos direitos humanos

Hernando Calvo Ospina
1º de abril de 2003

Viagem ao coração da guerrilha

Reportagem sobre as FARC, o grupo guerrilheiro mais antigo da América Latina: as relações entre os combatentes e o povo, as suspeitas de envolvimento com o narcotráfico, a escalada militar norte-americana, as saídas para pacificar um país onde lutar por justiça social pode ser sinônimo de estar condenado à morte

Maurice Lemoine
12 de abril de 2000

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