Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» O trabalho do tempo

» Previdência: os porquês da nova guerra

» Medo, angústia e solidão no marketing via Google

» Eles decidem se você é terrorista

» A ditadura financeira e as metrópoles cercadas

» Notas sobre o fascismo

» Há mineração possível?

» Revolução tecnológica num mundo regredido?

» Superávit primário: história de uma fraude

» Populismo, conceito precário (2)

Rede Social


Edição francesa


» Grandes manœuvres pétrolières dans le Caucase

» Faire de la vie une permanente éducation

» Pour une mise en mémoire de la modernité

» Fin du populisme en Algérie

» En Iran, la force mobilisatrice d'une spiritualité

» L'offensive contre la révolution islamique en Iran

» Révolution islamique et confrontation des irrationnels

» M. Bani Sadr face aux « vrais défenseurs de l'islam »

» Juifs et Noirs aux États-Unis : la fin d'une alliance

» Le pouvoir islamique face aux aspirations autonomistes en Iran


Edição em inglês


» Doomsday redux

» Forty years on, is it make or break for the Islamic Republic?

» Laurent Bonelli on the yellow vests' challenge to the elite

» Russia boosts its presence in the Black Sea

» Netflix and the streaming wars

» Tanzania's port out of Africa

» How China joined Tanzania and Zambia

» Tanzania revives rail

» Russia extends Black Sea control

» ‘When I see them, I see us'


Edição portuguesa


» Edição de Fevereiro e 2019

» As propinas reproduzem as desigualdades

» Luta de classes em França

» Das propinas ao financiamento do Ensino Superior

» Na Venezuela, a lógica do pior

» Vale a pena (re)ler John Kenneth Galbraith?

» Edição de Janeiro de 2019

» Os irmãos escolhem-se

» Quando tudo vem ao de cima

» Para sair do impasse na Venezuela


Colonialismo

A revanche de Flandres

Com altos índices de crescimento econômico, os flamengos não querem mais carregar nas costas os atrasados valões, que os humilharam no passado. E as tensões autonomistas põem em risco a frágil unidade nacional belga

Jean-Yves Huwart
12 de novembro de 2007

Assim se colonizou a África negra

No século 16, as invasões portuguesa e marroquina iniciaram a desestruturação dos reinos e impérios ao sul do Saara — onde havia cidades de mais de 100 mil habitantes. Após três séculos de guerras, e escravidão ocidental e árabe, a população estaria reduzida a um quarto da original e as sociedades, arrasadas

Louise Marie Diop-Maes
12 de novembro de 2007

Um olhar sobre a história colonial

Três livros analisam a história colonial francesa. Sem firulas, denunciam os massacres sistemáticos, a violência estúpida e o racismo empedernido – atitudes e comportamentos que repercutem, por concordância ou indiferença, nos dias de hoje

Maurice T. Maschino
1º de outubro de 2002

O cerco a Mayotte

Mayotte, a mais oriental das Ilhas Comores, é a herança do Império francês. Apartada das Ilhas Comores, decretada Departamento francês, ela tenta agora o caminho da reunificação – duro e cheio de obstáculos, como as viagens enfrentadas pelos imigrantes encantados pela terra prometida

Christophe Wargny
1º de abril de 2002

Às voltas com o passado colonial

As autoridades belgas foram forçadas a criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o genocídio de Ruanda. Os trabalhos, realizados com grande honestidade intelectual, acabaram tendo um autêntico efeito de catarse

Colette Braeckman
1º de janeiro de 2002

Palavras-chave no mesmo grupo
[temas atuais]

Outros grupos de palavras-chave

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel