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Uma iniciativa


» Na Venezuela, a oposição adota o terror

» Rumo à agricultura do medo?

» Boaventura debate Revolução, Democracia e o Brasil

» Meio cheio ou meio vazio?

» Que importa que o crítico resmungue?

» Hora de enfrentar Facebook e Google?

» Contra a crise, o possível pós-capitalismo local

» Como Foucault e Agamben explicam Bolsonaro

» “Liberais” — até a página dois…

» Homem em chamas na Venezuela

Rede Social


Edição francesa


» Une publicité ravageuse

» Quand les armes ont parlé...

» La constellation du maintien de la paix

» La Yougoslavie, banc d'essai de la nouvelle Europe ?

» Bernard-Henri Lévy enragé contre « Le Monde diplomatique »

» Le talon d'Achille du nucléaire français

» Multiplication des opérations militaires autour du Sahel

» Dégringolade

» Revenu garanti, l'invité-surprise

» L'Allemagne et les réfugiés, deux ans après


Edição em inglês


» The hidden costs of “national security”

» Will AI make society obsolete?

» Empire of destruction

» A Fairy tale from 2050

» The demolition of U.S. global power

» Preparing for doomsday

» Growing my way out of dystopia

» The insult wars in Washington

» The enemy of my enemy Is my...?

» The politics of no politics


Edição portuguesa


» Míopes ou maldosos?

» Edição de Julho de 2017

» O síndrome da nêspera

» Embustes democráticos

» Edição de Junho de 2017

» Segurança na reforma começa no emprego

» Os anos loucos

» Colonialismo português: excepção ou barbárie?

» Os genes do euro e as vacas que não voam

» Agitação anti-sistema na Europa e nos Estados Unidos


Comunicações

A comunicação na encruzilhada

Diplô Brasil lança segundo número de sua série de livros temáticos de bolso. Em uma série de artigos, obra denuncia jornalismo oligopolizado e servil ao poder econômico. Mas ressalta possibilidade de criar, por meio da internet, redes de intercomunicação pós-capitalistas

Antonio Martins
3 de dezembro de 2007

Muito além de Gutenberg

A convergência digital, a blogosfera e a comunicação compartilhada não ameaçam apenas a oligarquia da mídia corporativa. Também requerem um novo projeto para democratizar o jornalismo, e outros mecanismos para remunerar os produtores culturais

Antonio Martins
18 de outubro de 2007

Que sistema universal?

Com o intuito de representar a noosfera como um cosmo matematicamente organizado e explorável, pesquisadores elaboraram um sistema de endereçamento semântico universal. O "Metalinguagem da Economia da Informação" (IEML) possibilita a integralidade dos universos conceitais de diversas culturas e a reflexibilidade da inteligência coletiva no ciberespaço

Pierre Lévy
14 de agosto de 2007

A batalha das palavras

O que está em jogo é a arquitetura da “rede” como base de uma nova ordem mundial. Mas que controla a rede? Na disputa, o sentido das palavras desempenha papel decisivo. Pois quem domina as palavras domina as construções mentais que induzem as políticas

Armand Mattelart
14 de agosto de 2007

Os intelectuais e rede mundial do saber

Representar a natureza simbólica da mente humana, sob a forma de um cosmo de diversidade qualitativa quase infinita, mas matematicamente organizada no ciberespaço: esta tarefa conjunta poderia fornecer um começo de solução para a fragmentação das ciências humanas

Pierre Lévy
13 de agosto de 2007

Livros de Noam Chomsky publicados no Brasil
13 de agosto de 2007

Como os lobbies fazem a lei

Investigações feitas na França revelam enorme promiscuidade entre poder econômico, parlamentares e mídia. Métodos incluem até brindes como viagens e cartões para baixar música grátis, em sites fechados. Em nome de quem agem os “representantes do povo”?

Marie Bénilde
21 de março de 2007

A era da intercomunicação

Por que os blogs, o RSS e outras tecnologias podem mudar os padrões de informação com que a humanidade se acostumou há séculos. O que isso tem a ver com a crise da política tradicional e a possibilidade de uma alternativa [1]

Manuel Castells
1º de agosto de 2006

Controlar a Internet

É hora de exigir que o ICANN, administrador da rede, deixe de depender de Washington - e se transforme num organismo independente ligado às Nações Unidas

Ignacio Ramonet
1º de novembro de 2005

Sinal de alerta para os usuários de celulares

Em duas décadas, o uso do telefone celular se difundiu como fogo em palha. Defrontado com alguns estudos que demonstram que ele pode ter consequências nefastas para a saúde, os poderes públicos continuam supreendentemente passivos

Philippe Bovet
1º de setembro de 2005

Os escravos do celular

O avanço espetacular da telefonia móvel no mundo vende a ilusão de liberdade e nos torna dependentes do “contato permanente”

Dan Schiller
1º de fevereiro de 2005

Mídias em crise

A queda de circulação dos jornais e a concentração de veículos nas mãos poucos grupos ameaça o pluralismo, a independência jornalística e a democracia. Além da concorrência implacável da Internet, esta crise é fruto da perda de credibilidade da imprensa escrita

Ignacio Ramonet
1º de janeiro de 2005

Um negócio de família

O domínio dos impérios familiares da comunicação voltou com força total nesse início de século. O modelo dinástico proporciona vantagens como criar vasos comunicantes entre o patrimônio pessoal e o interesse destes grupos, cotados na bolsa de valores

Marie Bénilde
1º de novembro de 2003

Um jogo de Monopoly?

No universo da “nova economia”, o Google é um OVNI, uma ’start-up’ que deu certo. Enquanto a maioria delas não sobreviveu ao estouro da “bolha Internet”, o Google soube consolidar rapidamente sua viabilidade financeira

Pierre Lazuly
1º de outubro de 2003

A versão SPIP

A pequena parcela de independência tecnológica conquistada pelos países e grupos sociais que vêm desenvolvendo e adotando os ’softwares’ “livres”, como o SPIP, correrá riscos com o pedido de reconhecimento de patentes de informática

Philippe Rivière
1º de outubro de 2003

O mundo segundo o Google

Com sua “busca inteligente”, o Google tornou-se a ferramenta mais utilizada no mundo. Mas a escolha dos ’sites’ “pertinentes” foge da matemática e avança para a ideologia

Pierre Lazuly
1º de outubro de 2003

A ressaca mundial

“Menina dos olhos” da liberalização econômica, o setor de telecomunicações enfrenta hoje a reversão da política desenfreada de investimentos, especulação e concorrência que norteou sua expansão transnacional, capitaneada pelo modelo norte-americano

Dan Schiller
1º de julho de 2003

A concentração das mídias nos EUA

Viabilizado pela desregulamentação do setor, o processo de concentração e conseqüente uniformização na indústria das comunicações norte-americanas aumentou desde a década de 80 e hoje está nas mão de apenas dez grandes empresas.

Eric Klinenberg
1º de abril de 2003

A doutrina militar das redes

Militares norte-americanos avaliam que o resultado das guerras modernas depende cada vez mais da informação e da comunicação, o que facilita a flexibilidade e tende a incentivar organizações em rede, no lugar das hierarquias dos exércitos tradicionais

Francis Pisani
1º de junho de 2002

Os senhores das redes

A comunicação tornou-se uma indústria pesada, comparável à siderurgia da segunda metade do século XIX, ou à do automóvel na década de 1920: é nesse setor que são feitos hoje os investimentos mais importantes

Ignacio Ramonet
1º de maio de 2002

Um patrão à imagem de Deus

Jean-Marie Messier declara que o planeta é o seu domínio; e a organização do mundo, sua tarefa histórica. Sua ambição é o poder total; e o meio de alcança-lo, a comunicação

Frédéric Lordon
1º de maio de 2002

Informar, vender e controlar

As empresas de comunicação se estruturam rapidamente como conglomerados multimídia, que incluem empresas de Internet, música, TV – tudo sob controle e vigilância do mercado

Dan Schiller
1º de maio de 2002

Apocalipse das mídias

Durante muito tempo a comunicação libertou, porque significava difusão do saber, do conhecimento e da razão contra as superstições e obscurantismos. Agora, impondo-se como obrigação absoluta, inundando todos os aspectos da vida social, política, econômica e cultural, ela exerce uma espécie de tirania. E tende a tornar-se uma das grandes superstições de nosso tempo

Ignacio Ramonet
12 de dezembro de 1999

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[1] O presente texto, relido e corrigido pelo autor, foi retirado de sua intervenção no Seminário “Les médias entre les citoyens et le pouvoir” («A mídia entre os cidadãos e o poder»), organizado pelo Fórum Mundial da Política e a província de Veneza em San Servolo (Itália), em 23 e 24 de junho de 2006.