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Uma iniciativa


» Quem pode nos livrar de Bolsonaro

» Superexplorados, vigiados e… com direito a Yoga

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» Geopolítica: a Eurásia renasce — e quer ser alternativa

» Como se prepara o novo terremoto financeiro

» Como se prepara o novo terremoto financeiro

» No palco, o dominador e o dominado

» Essas pessoas na sala de jantar

» Um milhão de mulheres derrotarão Bolsonaro?

» Aquecimento global, visão sem esperanças

Rede Social


Edição francesa


» Junte birmane cherche habits civils

» Païenne Pologne

» Il y a cent ans, un « Dreyfus ouvrier »

» Un seul Etat pour deux rêves

» La Banque de France va-t-elle redevenir le « mur de l'argent » ?

» Bourse et favelas plébiscitent « Lula »

» Exode urbain, exil rural

» L'école, grand marché du XXIe siècle

» Jean-Paul Sartre et la guerre d'Algérie

» Valse confuse entre Moscou et Téhéran


Edição em inglês


» Christophe Jaffrelot on Imran Khan

» Yemen's descent into hell

» The strange, long afterlife of an inhumane colonial law

» After Trump

» September: the longer view

» What will Donald Trump be remembered for?

» A climate tipping point in the Amazon

» Electric vehicles and the raw materials required

» LMD's New York debates

» The undefeatable sponge


Edição portuguesa


» Edição de Setembro de 2018

» Trabalho e civilização

» Liberais contra populistas, uma clivagem enganadora

» Por quem o sininho dobra no Eurogrupo?

» Uma aliança das civilizações

» Dirigir a ONU, um trabalho estranho

» Liquidação florestal em França

» Que alterglobalismo?

» Atolamento saudita no Iémen

» Escalada


Comunistas

A Revolução Russa noventa anos depois

Os apoios exaltados e os ataques furiosos que a experiência soviética suscitou contribuíram para mascarar sua verdadeira realidade. O fracasso desse processo é rico em lições sobre os sistemas, suas transformações, seu envelhecimento e suas crises

Moshe Lewin
12 de novembro de 2007

Os cadernos inéditos de Che Guevara

Mantidas em sigilo por décadas, estão disponíveis as Notas em que ele aponta as desigualdades do socialismo real, ironiza os "calhamaços soviéticos" que "não deixam pensar" e começa a compreender a necessidade de democratizar o poder revolucionário

Michael Löwy
15 de outubro de 2007

Greve de fome contra a solidão

Em meio século, nada mudou na Turquia, onde os presos políticos continuam fazendo greve de fome, não pela liberdade, como Nazim Hikmet, mas para recuperar a dignidade. Para defender o direito de viverem juntos, uma “presença comum”

Nedim Gürsel
1º de fevereiro de 2002

O “comunista romântico”

Com Paul Robeson e Pablo Neruda, Nazim Hikmet dividiu, em 1950, o Prêmio Mundial da Paz. ’In absentia’, pois o poeta turco, enfraquecido por uma longa greve de fome e com problemas cardíacos, não pôde se deslocar até Varsóvia

Charlotte Kan
1º de fevereiro de 2002

Hikmet, a “árvore de olhos azuis”

Acho que foi em Londres, em 1954. Quatro anos depois de sua saída da prisão, nove antes de sua morte. Estava falando num comício, no Red Lion Square. Depois de dizer algumas palavras, pôs-se a ler poemas, alguns em inglês, outros em turco

John Berger
1º de fevereiro de 2002

A espantosa ascensão do PC checo

Frustrada com uma social-democrata mais austera que os conservadores, grande parte do eleitorado apóia os comunistas. Duas vezes mais populares que há um ano, eles já se unem aos anarquistas, nas manifestações de rua, e querem lembrar os períodos anti-autoritários de seu passado

Adam Novak
12 de abril de 2000

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