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Edição francesa


» Le capitalisme à l'assaut du sommeil

» Feu le citoyen ?

» La guerre des chaînes d'information

» Deux nouveaux gendarmes : l'Iran et l'Afrique du Sud

» Le devoir de paresse

» Ainsi nos jours sont comptés

» Au Brésil, des collectionneurs d'art très courtisés

» Fantômes russes dans l'isoloir ukrainien

» Bernard Madoff, à la barbe des régulateurs de la finance

» Les famines coloniales, génocide oublié


Edição em inglês


» How green is burning trees?

» Rojava's suspended future

» Biden's Middle East challenges

» April: the longer view

» Africa's oil-rich national parks

» Montenegro's path to independence

» Japan's bureaucrats feel the pain

» Who's who in North Africa

» Being Kabyle in France

» Who wins in Chile's new constitution?


Edição portuguesa


» "Catarina e a beleza de matar fascistas": o teatro a pensar a política

» Edição de Abril de 2021

» A liberdade a sério está para lá do liberalismo

» Viva o «risco sistémico!»

» Pandemia, sociedade e SNS: superar o pesadelo, preparar o amanhecer

» A maior mentira do fim do século XX

» Como combater a promoção da irracionalidade?

» A Comuna de Paris nas paredes

» Como Donald Trump e os "media" arruinaram a vida pública

» Edição de Março de 2021


Coréia do Norte

Ásia sob tensão

Ofuscada pelo teste nuclear da Coréia do Norte, a posse do novo primeiro-ministro japonês é um fato perturbador, numa das regiões mais perigosas do mundo. Membro de um clã de direita, Shinzo Abe encarna o retorno ao militarismo nipônico, agora abençoado por Washington

Ignacio Ramonet
10 de novembro de 2006

Por que a Coréia explodiu a bomba

Assustada com as ameaças dos EUA, e interessada em garantir sua segurança sem depender da China, Pyongyang enxergou, no desgaste de Washington com duas guerras simultâneas, uma janela de oportunidade excepcional

Dingli Shen
10 de novembro de 2006

Cronologia Coréia do Norte

Uma trajetória de idas e vindas, até a primeira explosão nuclear

10 de novembro de 2006

As Coréias sob pressão

O teste de arma atômica anunciado em 9 de outrubro por Pyongyang é condenável, por ampliar as tensões numa região já conturbada. Mas não se deve esquecer que as Coréias viviam uma década de reaproximação e paz — até que os EUA decidiram intervir...

Ignacio Ramonet
6 de outubro de 2006

Alertas na Coréia

Economia em crise, tensões sociais agravadas pelos efeitos da globalização e ameaça nuclear provocada pelo endurecimento dos Estados Unidos em relação ao regime norte-coreano jogam os sul-coreanos em um contexto perigoso

Ignacio Ramonet
1º de julho de 2005

Memórias de fogo

Os Estados Unidos, que acusam a Coréia de estar produzindo armas de destruição em massa, não hesitaram, desde os anos 40, em usá-las. É esta a história desconhecida da guerra do Coréia, que aniquilou cidades e matou milhões de pessoas com bombardeios de napalm

Bruce Cumings
1º de dezembro de 2004

A chantagem nuclear

Ao substituir sua política de contenção pela de guerra preventiva e inventar o “eixo do mal”, Bush cometeu a imprudência de provocar a Coréia do Norte que, ameaçada por um “ataque preventivo”, tomou a iniciativa de colocar Washington na parede

Bruce Cumings
1º de fevereiro de 2003

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