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Uma iniciativa


» A China tem uma alternativa ao neoliberalismo

» Marielle, Moa, Marley, Mineirinho

» As trapaças do gozo individual

» Vermelho Sol, fotossíntese da violência

» Assim arma-se a próxima crise financeira

» Quantos anos o automóvel rouba de sua vida?

» Guerra comercial: por que Trump vai perder

» Mulheres indígenas, raiz e tronco da luta pelo território

» Por que a educação voltou às ruas?

» O ditador, sua “obra” e o senhor Guedes

Rede Social


Edição francesa


» Les soucoupes volantes sont-elles un sous-produit de la guerre froide ?

» Ovnis et théorie du complot

» Boulevard de la xénophobie

» Une machine à fabriquer des histoires

» Un ethnologue sur les traces du mur de Berlin

» Le stade de l'écran

» Un ethnologue à Euro Disneyland

» Lénine a emprunté ses règles d'action à des écrivains radicaux du siècle dernier

» Le rêve brisé de Salvador Allende

» Un ethnologue à Center Parcs


Edição em inglês


» Manufacturing public debate

» August: the longer view

» Trump returns to the old isolationism

» Yellow vests don't do politics

» Kurdish territories in northern Syria

» The changing shape of the Balkans: 1991 / 2019

» Minorities in Kosovo

» Borders 1500-2008

» Man with a mission or deranged drifter

» The Louise revolution


Edição portuguesa


» Edição de Agosto de 2019

» Plural e vinculado à esquerda

» Os talibãs de São Francisco

» Edição de Julho de 2019

» Inconsistências (ou o sono da razão?)

» Comércio livre ou ecologia!

» Edição de Junho de 2019

» As pertenças colectivas e as suas conquistas

» A arte da provocação

» 20 Anos | 20% desconto


Corporações e Fraudes

PIB: um indicador anacrônico

Cresce em todo o mundo a crítica a um cálculo que equipara o "desenvolvimento" ao valor monetário das mercadorias produzidas. E se dinheiro não for sinônimo de bem-estar? E se tiverem importância fatores ignorados pelo índice, como preservação da natureza, educação e busca da igualdade?

Hazel Henderson
5 de dezembro de 2007

O novo capitalismo

Dedicando-se à rapinagem desenfreada, os private equities tornaram-se um dos principais fatores da atual instabilidade econômica. Um em cada quatro assalariados norte-americanos já trabalha para esses fundos ou para as empresas a eles subordinadas

Ignacio Ramonet
12 de novembro de 2007

Um contra-poder à espreita?

Na França, como nos Estados Unidos, há uma relação quase incestuosa entre os grandes empresários – muitas vezes estelionatários, ou meros escroques – e o governo. E há o papel da imprensa, que primeiro bajula e depois acende a fogueira...

Serge Halimi
1º de agosto de 2002

Delinqüência e mistificação

A Enron deu início a uma série de catástrofes que levou à bancarota vários gigantes empresariais. Com eles, ruiu a imagem idílica dos mercados financeiros

Ibrahim Warde
1º de agosto de 2002

Os verdadeiros marajás

Na França, assim como em quase todo o mundo, a mídia não se cansa de atacar os direitos dos funcionários públicos. Mas se cala diante das vantagens e mordomias fabulosas dos altos dirigentes das grandes empresas. Nesse mundo há quem acumule 59 empregos...

Pierre Bitoun
1º de março de 2002

Mil e uma trapaças

Foi na hora da concordata que se tornaram visíveis as fraudes. E o exagero prodigioso dos lucros que provocou o colapso de um império cujo faturamento superava os 100 bilhões de dólares. Em um ano, a cotação na bolsa foi dividida por 350

Tom Frank
1º de fevereiro de 2002

O mapa da mina
12 de abril de 2000

Três tributos globais para domar a especulação

Além do tributo Tobin, dois outros impostos sobre o capital podem gerar um fundo para combater a pobreza e evitar a degradação das condições de trabalho nos países em desenvolvimento

Howard M. Wachtel
12 de abril de 2000

A quem pertence o conhecimento?

A maioria das inovações e invenções baseia-se em idéias que são parte do bem comum da humanidade. Por isso é inaceitável limitar o acesso à informação e ao conhecimento para proteger interesses particulares

Philippe Quéau
12 de março de 2000

Palavras proibidas

Vale tudo para quem quer se apropriar de uma palavra. A empresa japonesa House Food está tentando, por exemplo, patentear o nome curry, o famoso tempero preparado todo dia por milhões de indianos

Philippe Rivière
12 de março de 2000

Antes das liberdades, o comércio

Um análise dos princípios bem pouco humanistas que orientam a ação da OMC, e das propostas que as grandes corporações internacionais tentaram impor às sociedades em Seattle.

Susan George
1º de dezembro de 1999

Três anos para completar a globalização

De costas para as sociedades, a Organização Mundial do Comércio tentou promover a chamada "Rodada do Milênio. Até onde as mega- empresas tentarão desmantelar a soberania dos Estados e os direitos sociais?

1º de dezembro de 1999

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