» O trem da história e o mito da falta de recursos
» Por um Brasil menos carcerário
» Quando os conservadores perdem compostura
» Controle sobre os genes, a próxima batalha
» “Eu vi a África além dos preconceitos”
» Depressão, produto de vidas reprimidas?
» Hairstyles 2011 black teenage girls
» Wedding hairstyles curly side
» Waterfall Braid Hairstyles Tumblr & funky dance hairstyles
» Hairstyles for long hair for straight hair
» Top 100 Black Hairstyles - guys hairstyles medium short
» Cute Hairstyles Wear Work - loose bun hairstyles prom
» White Blonde Hairstyles - blonde hairstyles going out
» Hairstyle Bob Long Bangs | cristiano ronaldo different hairstyles
» Easy Summer Hairstyles For Shoulder Length Hair | new hairstyles for boys in india
» Qui défendra les inspecteurs du travail ?
» Fin de la « stratégie sudiste » aux Etats-Unis
» Un pays vaste et peu peuplé dont le sous-sol recèle de grandes richesses
» Les « voies africaines » de M. Basil Davidson
» Une politique extérieure souple et tenace qui a su éloigner la menace des revendications marocaines
» Une harmonieuse symbiose de nomades et de sédentaires la Mauritanie
» Comment travailler avec les centrales d'achat britanniques ?
» Mahmoud Sarsak, une jeunesse brisée
» Euro Espoirs de football en Israël, les droits des Palestiniens piétinés
» Where has all the money gone?
» Nuclear terror in the Middle East
» Climate funds: first come, least served
» Seven years, untold dollars to silence one man
» Time for a nuclear phase-out?
» EU: policy coherence for development and trade?
Trânsfuga da esquerda, Bernard-Henry Lévy tornou-se o agressivo ideólogo de um novo centro, que se aproxima cada vez mais da direita. Ao contrário dos antigos truões, que usavam seu talento para criticar o status quo, BHL só faz atacar as idéias progressistas e adular os poderosos
Fotografia de um imenso desperdício. Dezenas de bilhões de dólares supostamentes destinados a reerguer o Iraque são torrados em projetos inviáveis, equipamentos inúteis e favorecimento aos “amigos” da Casa Branca
Os governos “de esquerda”, na França, inauguraram uma nova etapa na história da corrupção e da promiscuidade entre o público e o privado, convocando executivos e bilionários para assessorar a República. Chamaram isso de “modernidade”
Na França, como em alguns outros países do mundo, o clientelismo de Estado baseia-se numa fórmula já clássica: privatizar os lucros e nacionalizar as perdas. O caso do banco Crédit Lyonnais é emblemático: o governo acobertou o bilionário fraudador
Os grandes laboratórios dispõem de meios de coação para influenciar médicos e pesquisadores. Submetida às regras das finanças, criam uma assustadora polícia do pensamento e uma corrupção que gangrena o contrato social assinado em torno da saúde pública
Em pouco mais de dez anos, o materialismo (não tão dialético) de ontem deu lugar, na Polônia, ao materialismo (este, bem concreto) do rei-dinheiro de hoje. O resultado não é promissor: uma nação decadente, à mercê da corrupção, beirando o limiar da pobreza
Na França, como nos Estados Unidos, há uma relação quase incestuosa entre os grandes empresários – muitas vezes estelionatários, ou meros escroques – e o governo. E há o papel da imprensa, que primeiro bajula e depois acende a fogueira...
O futebol não é somente um esporte, mas um setor econômico que se revela um dos principais aparelhos estratégicos capitalistas, pois prepara as pessoas para o “horror econômico”, fazendo-as aceitar a competição, a flexibilidade e o mercenarismo
A queda de Bettino Craxi e Giulio Andreotti balançou com todo o sistema político que, em poucos meses, viu serem envolvidos em escândalos, perseguidos pela justiça, centenas de deputados, senadores e ex-ministros, expostos à execração pública...
Com um ano e meio de governo, acabou-se o voto de confiança para a frágil coalizão que sucedeu o governo nacional-populista de Vladimir Meciar. Mesmo isolado, e ainda que sob disfarce, o antigo primeiro-ministro trama uma volta ao poder
No poder durante quase todo o pós-guerra, autoproclamada criadora do Estado alemão moderno e condutora do processo de reunificação, a CDU sobreviverá ao escândalo que envolveu Helmut Kohl. Para isso, porém, foi obrigada a sacrificar o antigo chanceler e a adotar a "lei do silêncio" dos mafiosos