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» Boaventura: para que o futuro seja de novo possível

» Seis elementos da conjuntura brasileira

» Trump quer a guerra – e conquista o establishment

» Sob Temer, a grilagem volta sem freios

» Tiradentes, herói sem nenhum caráter?

» Como pulsa hoje nosso desejo de rua?

» França: a esquerda vive, quando não se rende

» A indispensável Reforma Política

» Quilombolas: a longa batalha pelo território

» Bem-vindo à escola do século 19

Rede Social


Edição francesa


» Glossaire

» « Ce sont les entreprises qui créent l'emploi »

» Deux jeunesses face à la « loi travail »

» Condamnés à s'entendre

» Les patrons ont-ils lu Marx ?

» Le PIB, une mesure qui ne dit pas tout

» Un demi-siècle de diplomatie wahhabite

» Tous les totalitarismes se valent

» Le monde selon Donald Trump

» Le Sahel entre deux feux djihadistes


Edição em inglês


» Whistleblowers, moral injury, and endless war

» Forty-five blows against democracy

» Memory loss in the garden of violence

» Iran elections: presidential debates or reality TV show?

» The American way of war is a budget-breaker

» The hazards of military worship

» Mosul on my mind

» Forbidden questions?

» The empire expands

» Making sense of the deportation debate


Edição portuguesa


» Os genes do euro e as vacas que não voam

» Agitação anti-sistema na Europa e nos Estados Unidos

» Crise e estagnação no labirinto

» Edição de Maio de 2017

» O desígnio de Marcelo

» O Estado profundo

» Militarismo: uma paixão francesa

» Edição de Abril de 2017

» A liberdade e o medo

» Outra vez a armadilha do voto útil?


Criminalidade e Máfias

Mirar Battisti, acertar a multidão

O verdadeiro alvo da campanha contra o abrigo ao ex-militante italiano são as lutas sociais brasileiras. Usa-se para tanto uma visão petrificada da legalidade, que Thomas Jefferson denunciou há três séculos. É triste ver Carta Capital como coadjuvante desta cena

Giuseppe Cocco
13 de março de 2009

México, polícia dos Estados Unidos

O presidente Bush deu mais um passo em seu projeto de empurrar a fronteira norte-americana para o sul e de transferir seus conflitos para outros territórios. A “Iniciativa Mérida”, um programa de cooperação contra o narcotráfico, também aponta para a imigração ilegal e a criminalização dos protestos sociais

Luis Hernández Navarro
12 de dezembro de 2007

A “Iniciativa Mérida”
Luis Hernández Navarro
12 de dezembro de 2007

O ressentimento da tropa

Tropa de Elite erra o alvo ao denunciar a suposta cumplicidade da classe média com o crime. O ataque serve de álibi para subestimar os preconceitos que marcam a ação policial e esquecer que uma nova polícia só seria possível num país transformado

Laurindo Dias Minhoto
23 de novembro de 2007

Uma radiografia do PCC

Como a política de “tolerância zero” frente ao crime, o endurecimento das condições carcerárias e as restrições aos grupos pró-direitos humanos nas prisões criaram o ambiente ideal para que surgisse, em São Paulo, a maior organização criminosa do Brasil

João de Barros
21 de dezembro de 2006

Juventude, estupro e AIDS

Traumas sociais complexos permitem que os abusos sexuais continuem a ser vistos, na África do Sul, como algo natural. Num planeta ameaçado pela brutalidade, este é tipo de crime que mais cresce

Charlene Smith
1º de outubro de 2005

Guerra contra os pobres

Honduras está em guerra contra os delinqüentes, principalmente os mais jovens e os mais pobres. À margem da repressão legal, centenas de execuções extrajudiciais de crianças e de adolescentes ensangüentam o país: 2.125 assassinatos de jovens, de 3 a 23 anos, nesses últimos cinco anos

Raphaëlle Bail
1º de agosto de 2004

Por trás da violência das gangues de San Salvador

Produto de exportação da cultura norte-americana, jovens delinqüentes salvadorenhos, sem perspectiva de vida, se espalham pela periferia de San Salvador, se dedicando a pequenos crimes e, sobretudo, a uma guerra cujo único objetivo é destruir a gangue rival

Phillippe Revelli
1º de março de 2004

Os termos de Genebra

Assinado por personalidades importantes da esquerda israelense e das organizações palestinas, o texto completo do acordo tem, além dos anexos, cerca de cinqüenta páginas. Leia o documento na íntegra, no site www.monde-diplomatique.fr

1º de dezembro de 2003

O Kremlin contra os chefões

Diante da iminência de novas privatizações, Putin desfechou o primeiro golpe à oligarquia que controla hoje setores estratégicos da economia russa, evitando que elas dessem as cartas sozinhas. Mikhail Khodorkovski, o chefão da Yukos, foi o primeiro alvo

Nina Bachkatov
1º de dezembro de 2003

Uma visão policial da sociedade

“Especialistas” prevêem uma curva exponencial de delinqüência resultando num reino de marginais, cada vez mais jovens e mais violentos. Os partidos políticos juntam suas vozes, assim como os jornalistas, entoando o canto da “exigência de segurança”

Laurent Bonelli
1º de fevereiro de 2003

As origens do “fenômeno Putin”

Presidente da Rússia há três anos, Vladimir Putin começou fazendo uma faxina: afastou as máfias corruptas e corruptoras da “era Yeltsin” e impôs a “ditadura da lei”. Depois, adotou os rigores de uma reforma neoliberal... e pôs no poder suas próprias máfias

Carine Clement
1º de fevereiro de 2003

A dura busca por reconhecimento

Pleiteando a integração à Europa, a Albânia vive uma crise de identidade, além de econômica: os albaneses não são germânicos, nem latinos, nem eslavos, nem gregos, nem turcos. Além disso, o país está na rota de todos os tráficos, de todas as máfias

Nils Andersson
1º de junho de 2002

Onde as máfias, as transnacionais e os governos se encontram

A lavagem de dinheiro não é resultado das maldades de um ou outro governo corrupto. Tornou-se uma atividade essencial ao funcionamento do capitalismo moderno. Por isso, unem-se em torno dela, além dos mafiosos de carteirinha, transnacionais e políticos "respeitáveis"

Chistian de Brie
12 de abril de 2000

No inferno dos paraísos fiscais

Aplicação, empilhamento e integração — as três operações adotadas para lavar dinheiro — são fáceis de realizar em qualquer banco que opere nestas antigas colônias ocidentais. A "comunidade internacional" tem todos os meios para acabar com a farra, mas prefere não fazê-lo...

Chistian de Brie
12 de abril de 2000

As máfias e as crises financeiras

O FMI calcula a massa circulante de dinheiro sujo entre 1 e 5% do PIB mundial. Essa cifra astronômica teria ajudado a deflagrar as crises que abalaram as economias mexicana (1994-95), asiáticas (1997) e russa (1998)

Guilhem Fabre
12 de abril de 2000

Quando a lei vira mercadoria

Refúgios de criminosos, os paraísos fiscais prosperam graças a contradições. Não têm leis, mas vendem fachadas de legalidade. Sobrevivem amparados no princípio da soberania nacional, mas violam a soberania das demais nações. Para enfrentá-los, a comunidade internacional precisará admitir que as sociedades valem mais que os mercados

Jean De Maillard
12 de abril de 2000

O mapa da mina
12 de abril de 2000

Bibliografia
12 de abril de 2000

A imagem sombria da Eslováquia

Com um ano e meio de governo, acabou-se o voto de confiança para a frágil coalizão que sucedeu o governo nacional-populista de Vladimir Meciar. Mesmo isolado, e ainda que sob disfarce, o antigo primeiro-ministro trama uma volta ao poder

Karel Bartak
12 de abril de 2000

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