» Reportagem: assim se faz um escracho
» Quinze anos de literatura e resistência
» A vitória dos pataxós e a História de todas as cores
» Um recuo na trajetória de Angela Merkel?
» Transportes: por que se rejeita os VLTs
» Brasil: por outra política de drogas
» Uma nova chance para a Grécia?
» A volta (e os novos desafios) dos indignados
» « Nous coûtons moins cher… »
» M. François Hollande contre le pantouflage
» En Grèce, succès de la gauche radicale, impasse institutionnelle
» Après l'élection de François Hollande
» Dans la Tunisie de 1956, déjà une Constituante
» Comment basculent les empires
» Aux Philippines, les ambitions d'un député boxeur
» Bouchers roumains pour abattoirs bretons
» La fabrique de l'âme standard
» La Chine malade de son charbon
» Welcome to the 2012 Hunger games
» What now for François Hollande?
» A History of the world, BRIC by BRIC
» Does Russia have a middle class?
» Vietnam: cheap degrees for the masses
Os reitores se transformaram em gerentes de empresas, os objetivos humanistas foram substituídos pela competição e o prestígio dos estabelecimentos passou a ser medido pelos salários dos recém-formados
Como uma pequena empresa de Arkansas transformou-se na maior corporação do planeta, ao rebaixar salários, reprimir sindicatos, chantagear governos e destruir pequenas empresas. Por que a tentação do "preço baixo" pode ser a porta de entrada para a contra-utopia neoliberal
China, Uganda, Nicarágua, Suazilândia...: para abarrotar suas prateleiras de produtos baratos, a Wal-Mart espalha pelo mundo o trabalho sub-humano, os salários de fome e a repressão sindical
Num caminho sem volta, as reformas liberais constroem, passo a passo, um novo mundo da concorrência, com um Estado raquítico e desprovido de políticas sociais