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» Previdência: a Argentina também resiste

» O julgamento de Lula e um 2018 provocador

» Luta de classes na era do Uber

» A Bela da Tarde após o escândalo

» Revolução e Democracia, reencontro incerto

» Manifesto: Freedom of Thought For a Democracy With No Fear of Differences

» Quem tem medo de Judith Butler?

Rede Social


Edição francesa


» Jérusalem, la ville sainte qui devient ville-forteresse

» Stratégie pétrolière ou politique de paix ?

» Washington possède d'énormes réserves de puissance pour sauvegarder ses intérêts économiques dans le monde

» Les Etats-Unis face au risque de guerre

» Jérusalem perdra-t-elle son caractère œcuménique ?

» Le Laos est devenu un champ d'expérimentation des techniques de lutte anti-insurrectionnelle

» La question des Lieux saints se pose depuis plusieurs siècles

» Comment est né le mythe d'Internet

» L'histoire oubliée de l'autonomie culturelle

» L'axe Washington-Riyad-Tel-Aviv


Edição em inglês


» A Harvey Weinstein moment for America's wars?

» A Harvey Weinstein moment for America's wars?

» Julien Brygo on India's vast army of servants

» What's the matter with eastern Europe?

» Unfounding Father

» The Trump blame game

» Israel's quest for influence in Africa

» Yemen: humanitarian disaster of Saudi intervention

» Religious wars

» Yemen's dangerous war


Edição portuguesa


» O eixo Washington-Riade-Telavive

» Edição de Dezembro de 2017

» O Orçamento, o presente e o futuro

» Guerras de religião

» Assinatura de 6 meses: só €18

» Edição de Novembro de 2017

» O Estado e as catástrofes normais

» Chamar uma vitória pelo nome

» Para onde vão a educação e a ciência no pós-Troika?

» Que SNS temos? Que SNS queremos?


Desemprego

O desemprego que dá lucro

Assim como no Brasil, o reposicionamento profissional está se tornando um mercado bastante lucrativo na França. A diferença é que, lá, antes de ser explorado por empresas privadas, esse serviço já era fornecido há décadas pelo Estado e atende todas as camadas da população

Marion Lhour
15 de fevereiro de 2008

A Europa das empresas "recuperadas"

“Substituir o patrão, no início, é mais trabalho. Mas pelo menos é trabalho!”: com este pensamento, muito operários europeus estão assumindo a direção de companhias quebradas, corrigindo os erros de gestão, saneando os rombos financeiros, retomando e modernizando a produção e conquistando mercados

Cécile Raimbeau
12 de dezembro de 2007

Que fazer com o diploma na parede?

As incertezas do mercado de trabalho atingem também os universitários. Uma parte consegue ótimos postos de trabalho. Outra se debate entre desemprego, funções que não correspondem a sua capacidade, barreiras regionais contra “forasteiros” e conservadorismo das famílias

Jean Louis Rocca
19 de maio de 2007

Beijing redescobre a questão social

Uma nova lei de incentivo ao emprego chama atenção para o quebra-cabeças em que se transformou o mundo do trabalho na China. A "oficina do mundo" já oferece salários melhores, mas convive ao mesmo tempo com desemprego em massa e informalidade

Jean Louis Rocca
19 de maio de 2007

O fogo oculto das periferias francesas

Nove meses após as explosões de 2005, uma reflexão contesta análises preconceituosas da direita e da esquerda e sugere: o levante dos jovens pode ser caminho para uma integração social menos hipócrita

Denis Duclos
12 de setembro de 2006

Sem emprego e sem futuro

As políticas de recolocação no mercado de trabalho, de matriz norte-americana, ganham força na Europa. E os desempregados ficam abandonados à própria sorte

Anne Daguerre
1º de julho de 2005

Os “porquês” do desemprego

Com a economia em crise desde a reunificação, a Alemanha enfrenta altas taxas de desemprego e investimentos em baixa. Mas a culpa, como sempre, recai sobre o “alto custo do trabalho”

Heiner Ganssmann
1º de fevereiro de 2004

Este terrível descanso, o da morte social

Um estudo coordenado em 1931 por Paul Lazarsfeld - que é uma obra de referência sobre o desemprego - mostra em estado bruto a experiência do abandono. Privados da ação da vida social, o tempo livre é para eles apenas tempo morto, não-tempo

Pierre Bourdieu
1º de junho de 2003

Os executivos entram na roda

Nos últimos dez anos, empurrados por um sensível aumento do número de diplomados com curso superior e pela “feminização”, os executivos passaram a vivenciar uma situação inusitada: o “escândalo” do desemprego

Paul Bouffartigue
1º de junho de 2002

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