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Uma iniciativa


» Como dialogar — de verdade — com quem vota num fascista

» No Alerta de Ipanema, retratos do fascismo quotidiano

» O cinema e as lições da história

» Vídeo: Garantir o segundo turno. E depois?

» Crônica de uma eleição bizarra

» O ódio, o voto e a pulsão de morte

» “Cada um de vocês é Bolsonaro”

» Reflexões à beira do segundo turno

» O Pré-Sal e o desenho do golpe

» Polêmica: duas formas do mesmo poder

Rede Social


Edição francesa


» Joies troubles du mécénat

» Quand les avocats d'affaires écrivent les lois

» Rio de Janeiro endosse sa tenue olympique

» Fausse solution de l'aquaculture

» Trouble décantation de la droite française

» L'Union européenne et les ravages de la pêche industrielle en Afrique

» Publicité et politique

» La compétitivité, un mythe en vogue

» Effondrement du rêve démocratique au Mali

» Retour vers le futur dans le monde arabe


Edição em inglês


» Migration patterns

» The Donald and the fake news media

» Restoring Florida's felon voting rights is less democratic than you think

» Laura Carlsen on what replaces ‘the worst trade deal ever'

» November: the longer view

» The stories war tells me

» Yemen: where is the UN Security Council?

» Donald Trump welcomes in the age of ‘usable' nuclear weapons

» Vying for trade routes in the Bay of Bengal

» Switzerland's experiment with addiction


Edição portuguesa


» Edição de Novembro de 2018

» «Eleitoralismo» e democracia sem povo

» Acalmia na Ásia

» Assinatura de 6 meses: só 18 €

» Edição de Outubro de 2018

» A crise da regulação

» Da democracia na América

» Edição de Setembro de 2018

» Trabalho e civilização

» Liberais contra populistas, uma clivagem enganadora


Desemprego

O desemprego que dá lucro

Assim como no Brasil, o reposicionamento profissional está se tornando um mercado bastante lucrativo na França. A diferença é que, lá, antes de ser explorado por empresas privadas, esse serviço já era fornecido há décadas pelo Estado e atende todas as camadas da população

Marion Lhour
15 de fevereiro de 2008

A Europa das empresas "recuperadas"

“Substituir o patrão, no início, é mais trabalho. Mas pelo menos é trabalho!”: com este pensamento, muito operários europeus estão assumindo a direção de companhias quebradas, corrigindo os erros de gestão, saneando os rombos financeiros, retomando e modernizando a produção e conquistando mercados

Cécile Raimbeau
12 de dezembro de 2007

Que fazer com o diploma na parede?

As incertezas do mercado de trabalho atingem também os universitários. Uma parte consegue ótimos postos de trabalho. Outra se debate entre desemprego, funções que não correspondem a sua capacidade, barreiras regionais contra “forasteiros” e conservadorismo das famílias

Jean Louis Rocca
19 de maio de 2007

Beijing redescobre a questão social

Uma nova lei de incentivo ao emprego chama atenção para o quebra-cabeças em que se transformou o mundo do trabalho na China. A "oficina do mundo" já oferece salários melhores, mas convive ao mesmo tempo com desemprego em massa e informalidade

Jean Louis Rocca
19 de maio de 2007

O fogo oculto das periferias francesas

Nove meses após as explosões de 2005, uma reflexão contesta análises preconceituosas da direita e da esquerda e sugere: o levante dos jovens pode ser caminho para uma integração social menos hipócrita

Denis Duclos
12 de setembro de 2006

Sem emprego e sem futuro

As políticas de recolocação no mercado de trabalho, de matriz norte-americana, ganham força na Europa. E os desempregados ficam abandonados à própria sorte

Anne Daguerre
1º de julho de 2005

Os “porquês” do desemprego

Com a economia em crise desde a reunificação, a Alemanha enfrenta altas taxas de desemprego e investimentos em baixa. Mas a culpa, como sempre, recai sobre o “alto custo do trabalho”

Heiner Ganssmann
1º de fevereiro de 2004

Este terrível descanso, o da morte social

Um estudo coordenado em 1931 por Paul Lazarsfeld - que é uma obra de referência sobre o desemprego - mostra em estado bruto a experiência do abandono. Privados da ação da vida social, o tempo livre é para eles apenas tempo morto, não-tempo

Pierre Bourdieu
1º de junho de 2003

Os executivos entram na roda

Nos últimos dez anos, empurrados por um sensível aumento do número de diplomados com curso superior e pela “feminização”, os executivos passaram a vivenciar uma situação inusitada: o “escândalo” do desemprego

Paul Bouffartigue
1º de junho de 2002

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