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» A Tecnologia da Adaptação — e como vencê-la

» O Irã e os idiotas úteis… a Washington

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» Um reino de farsas e encenações necessárias

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Rede Social


Edição francesa


» Contre l'ordre impérial, un ordre public démocratique et universel

» DSK : flamme bourgeoise, cendre prolétarienne

» Naissance de l'Europe SA

» André Malraux : « la culture européenne n'existe pas »

» Face au journalisme de marché, encourager la dissidence

» Une obligation morale

» Mais pourquoi cette haine des marchés ?

» Les militants français confrontés à la logique de l'entreprise

» Une machine infernale

» Pour sauver la société !


Edição em inglês


» Iran and the US, a tale of two presidents

» Terry Gou, Taiwan's billionaire and political wildcard

» Ecuador's crackdown on abortion is putting women in jail

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» Sisi amends Egypt's constitution to prolong his presidency

» May: the longer view

» The languages of Ukraine

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Edição portuguesa


» 20 Anos | 20% desconto

» EUROPA: As CaUsas das Esquerdas

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» Os professores no muro europeu

» Chernobil mediático

» Edição de Abril de 2019

» A nossa informação, as vossas escolhas

» O cordão sanitário

» O caso do Novo Banco: nacionalizar ou internacionalizar?

» Edição de Março de 2019


Dinamarca

Copenhague, contracultura e repressão

A desocupação violenta da Casa da Juventude Ungdomshuset, em março, foi marcada por uma articulação incomum das polícias européias. Terá sido um ensaio sobre como conter os movimentos sociais e o altermundialismo no continente?

René Vásquez Díaz
29 de abril de 2007

Há algo de podre...

A Dinamarca é tudo, menos um Estado laico. Há uma religião oficial: o protestantismo luterano. Os padres são funcionários; os cursos de cristianismo, obrigatórios na escola

Alain Gresh
1º de março de 2006

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