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Edição em inglês


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Edição portuguesa


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» O síndrome da nêspera

» Embustes democráticos

» Edição de Junho de 2017

» Segurança na reforma começa no emprego

» Os anos loucos

» Colonialismo português: excepção ou barbárie?

» Os genes do euro e as vacas que não voam

» Agitação anti-sistema na Europa e nos Estados Unidos


Direito à Água

Os nomes da água

Em latim, aqua não era a única palavra para esta substância. Havia também a palavra unda. Unda ameaçada, aqua privada de suas virtudes, o drama da água é universal: a guerra da água – milênios depois da guerra do fogo – se passa sobre o cenário da guerra contra a vida

Alan Rey
1º de março de 2005

As mulheres do Kerala contra a Coca-Cola

Na Índia, um movimento composto majoritariamente de mulheres impõe derrotas à gigante dos refrigerantes, que explora lençóis freáticos, polui rios e terras e oferece bebida com pesticidas

Vandana Shiva
1º de março de 2005

Os faraônicos projetos de ’transposição’ da água

Diante da crise proclamada e de seu corolário anunciado, “as guerras da água”, as soluções tecnológicas são freqüentemente evocadas. A idéia de ir buscar água onde ela está para levá-la para onde é necessária representa, para os promotores de tal projeto, sempre engenheiros e empresas de serviços públicos, uma vantagem inquestionável, vide a anunciada transposição das águas do Rio São Francisco pelo governo Lula. Mas essas transferências maciças não são neutras: têm uma importante dimensão política e provocam grandes impactos ambientais

Frédéric Lasserre
1º de março de 2005

Sujeira na água das cidades

Como a privatização dos serviços de saneamento fizeram lucros estratosféricos de milhões de euros para empresas francesas e prejudicaram milhões de cidadãos

Marc Laimé
1º de março de 2005

As três irmãs

As empresas francesas que dominam o mercado mundial de água se beneficiam de um negócio que envolve bilhões de euros

Marc Laimé
1º de março de 2005

De volta à esfera pública

Tarifas caras e qualidade duvidosa levam vários municípios a romper contratos com empresas privadas e voltar a gerir os serviços de saneamento

Patrick Coupechoux
1º de março de 2005

A efervescência popular boliviana

Depois de derrubar o presidente Sanchez de Lozada, o movimento social de um dos países mais pobres da América Latina inflige mais um golpe à globalização, expulsando pela segunda vez uma multinacional beneficiada pela privatização do saneamento básico

Walter Chavez
1º de março de 2005

Esquerda no poder e privatização fora da lei

Ao elegerem, no dia 31 de outubro de 2004, um presidente de esquerda – Tabaré Vásquez, da Frente Ampla (“Frente Amplio”) – os uruguaios não só puseram fim a 170 anos de partilha do poder entre o Partido Colorado e o Partido Nacional, como, por meio de um plebiscito, também decidiram, e com uma maioria de 64,5%, que seja incluído na Constituição que a água pertence ao domínio público e não pode ser privatizada

Jacques Secretan
1º de dezembro de 2004

Um Fundo Mundial para a Água

Diante dos discursos vazios e do desinteresse dos organismos internacionais e dos governos dos países do hemisfério Norte, cabe aos cidadãos do mundo inteiro mobilizarem-se para criar um Fundo Mundial de Cooperação para a Água

Ricardo Petrella
1º de novembro de 2003

Uma nova esquerda na ofensiva

Junto a movimentos sociais camponeses e indígenas, como a Coordenação das Águas, o MAS, de Evo Morales, o MIP, de Felipe Quispe, formam um bloco de oposição à ortodoxia neoliberal e constituem o coração da renovação da política boliviana

Walter Chavez
1º de maio de 2003

E a água foi privatizada...

O caso exemplar de La Paz revela como a concessão dos serviços a empresas como a Vivendi favorece a contaminação da água, a devastação do ambiente e a alta das tarifas

Franck Poupeau
1º de maio de 2002

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