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Uma iniciativa


» Boaventura: para que o futuro seja de novo possível

» Seis elementos da conjuntura brasileira

» Trump quer a guerra – e conquista o establishment

» Sob Temer, a grilagem volta sem freios

» Tiradentes, herói sem nenhum caráter?

» Como pulsa hoje nosso desejo de rua?

» França: a esquerda vive, quando não se rende

» A indispensável Reforma Política

» Quilombolas: a longa batalha pelo território

» Bem-vindo à escola do século 19

Rede Social


Edição francesa


» Fêter une révolution sans donner des idées

» « Which Side Are You on ? »

» « La société n'existe pas »

» « L'esprit de Dunkerque », quand l'élite cède…

» Au Kenya, les habitants de la côte exclus du banquet démocratique

» Émiettement

» Royaume-Uni, de l'Empire au Brexit

» Une préoccupation récente

» Glossaire

» « Ce sont les entreprises qui créent l'emploi »


Edição em inglês


» Down the memory hole

» Little big man

» Boycott Trump

» Whistleblowers, moral injury, and endless war

» Forty-five blows against democracy

» Memory loss in the garden of violence

» Iran elections: presidential debates or reality TV show?

» The American way of war is a budget-breaker

» The hazards of military worship

» Mosul on my mind


Edição portuguesa


» Os genes do euro e as vacas que não voam

» Agitação anti-sistema na Europa e nos Estados Unidos

» Crise e estagnação no labirinto

» Edição de Maio de 2017

» O desígnio de Marcelo

» O Estado profundo

» Militarismo: uma paixão francesa

» Edição de Abril de 2017

» A liberdade e o medo

» Outra vez a armadilha do voto útil?


Direitos Civis

A Revolução das segundas-feiras

Acaba de se realizar no Uruguai a VI Feira Nacional da Economia Solidária. Evento irrelevante e experiências micro? Respondo: micro-revolucionário, mas mega-transformador. Gosto dos heróis invisíveis

Carola Reintjes
16 de outubro de 2007

Os cadernos inéditos de Che Guevara

Mantidas em sigilo por décadas, estão disponíveis as Notas em que ele aponta as desigualdades do socialismo real, ironiza os "calhamaços soviéticos" que "não deixam pensar" e começa a compreender a necessidade de democratizar o poder revolucionário

Michael Löwy
15 de outubro de 2007

Mudança pela metade

Quais os poderes e limites do novo Conselho de Direitos Humanos — único resultado efetivo da "reforma das Nações Unidas", proposta com alarde, mas bloqueada até o momento

Philippe Texier
19 de outubro de 2006

Torturas

Os EUA alteraram a definição jurídica de tortura, treinaram batalhões para maltratar prisioneiros e estariam criando, em outros países o “gulag de nossa época”. Além de atingir a imagem de Washington no mundo, esta tendência representa um grave ataque à democracia

Ignacio Ramonet
1º de dezembro de 2005

Entusiasmo pela utopia

Uma exposição organizada pela Biblioteca Nacional da França, apresenta, de forma ousada, todas as formas daquilo que foi chamado de utopia. A riqueza dos documentos impressiona

Lionel Richard
12 de abril de 2000

Reformas no Irã

As vitórias da Revolução Islâmica são inegáveis, mas elas próprias comprometeram o regime dos aiatolás. O país está em ebulição intelectual, e o que acontecer ali terá repercussões em todo o mundo árabe

Ignacio Ramonet
12 de março de 2000

A revolta dos "marginalizados"

Que pontos em comum pode haver entre a revolta zapatista no México e a islâmica no Egito? Em ambos os casos, grupos marginalizados, empobrecidos pelas políticas do Estado e apoiados num discurso religioso, estão engajados num combate desigual, que consideram justo

Dan Tschirqi
12 de março de 2000

Como a França aprovou o PACS
Sylvie Braibant
12 de fevereiro de 2000

"Chegou a hora da sociedade civil"

Em entrevista exclusiva ao Diplô, o líder dos zapatistas diz que o movimento tem fôlego para continuar resistindo, analisa os impasses da esquerda e expõe sua teoria sobre como restabelecer, numa sociedade transformada, as "pontes entre o povo e a política"

Manuel Vázquez Montalbán
2 de dezembro de 1999

Basta de mediocridade!

Deveríamos ser os jardineiros deste planeta. Cultivá-lo como ele é e pelo que é. E encontrar a nossa vida, o nosso lugar. Mas isto está muito longe não só do atual sistema quanto da atual imaginação dominante. O imaginário da nossa época é a expansão ilimitada, a acumulação de produtos de consumo: um aparelho de televisão e um micro em cada quarto. É isso que devemos destruir. É nesse imaginário que o sistema se apóia

Cornelius Catoriadis
1º de dezembro de 1999

Desarmar os mercados

Por que não criar, em escala planetária, a ONG Ação pela Taxa Tobin de Ajuda aos Cidadãos (ATTAC)? Em conjunto com os sindicatos e entidades culturais, sociais ou ecológicas, ela poderia agir como um formidável grupo de pressão cívica.

Ignacio Ramonet
1º de dezembro de 1999

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