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» O Brasil na era das cidades-condomínio

» Cuba: reinvenção ou arranjo burocrático?

» O Banco Central nas mãos da aristocracia financeira

» Inteligência Artificial, novo pesadelo?

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» Uma possível era pós-Lula

» Arábia, para pensar o Brasil

» Boaventura: da Ilha de Maré a outro mundo possível

» Polêmica: em defesa de Sérgio Buarque

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Rede Social


Edição francesa


» Le libéralisme autoritaire

» Cette impardonnable exception française

» Les armes chimiques et bactériologiques font peser un risque sur la sécurité des populations

» La résistance des Parisiens aux projets immobiliers

» La très réelle politisation des hauts fonctionnaires

» Des réservoirs de pensée ?

» La filière française

» Libre circulation des données et barrières nationales

» L'Europe à la croisée des réseaux

» Depuis quarante ans crises et détentes se succèdent dans les relations russo-turques


Edição em inglês


» Authoritarianism as usual

» Sylvie Laurent on recovering the true legacy of Martin Luther King

» A tale of American hubris

» A new age of sea power?

» Can the Internet be saved?

» Could the Cold War return with a vengeance?

» Big Brother isn't watching you

» Michael Klare on Trump's new nuclear age

» Fukushima: seven years on

» The Russians are still coming


Edição portuguesa


» Cuba quer o mercado… sem capitalismo

» Como assinar o Le Monde diplomatique - edição portuguesa

» O duplo desafio da esquerda brasileira

» No Brasil, a crise galvaniza as direitas

» Edição de Abril de 2018

» Licença para matar

» A obsessão do défice

» «Maioria Absoluta»: onde há poder, há resistências

» Recibos verdes: finalmente um primeiro passo para uma verdadeira Segurança Social

» De que é que têm medo e de que é que temos medo?


Economia Internacional

A polêmica ascensão dos fundos soberanos

Acossada pela crise, a fortaleza das finanças abre-se para investimentos salvadores de países do Sul. Em teoria, os "donos do mundo" podem perder controle sobre bancos e empresas muito relevantes. Mas os resultados práticos são, por enquanto, desfavoráveis aos "emergentes"

Ibrahim Warde
27 de maio de 2008

O novo capitalismo

Dedicando-se à rapinagem desenfreada, os private equities tornaram-se um dos principais fatores da atual instabilidade econômica. Um em cada quatro assalariados norte-americanos já trabalha para esses fundos ou para as empresas a eles subordinadas

Ignacio Ramonet
12 de novembro de 2007

Até onde irá a crise financeira

Um dos maiores estudiosos das finanças internacionais investiga, em diálogo com dois livros recém-publicados, os tremores dos últimos meses. Seu diagnóstico: vêm aí grandes solavancos, que podem atingir a Ásia e mudar a economia do planeta

François Chesnais
12 de novembro de 2007

Guerra fria sobre o Ártico

O hasteamento da bandeira russa nas profundezas do oceano gelado escancara uma disputa infame. Um conjunto de Estados vê no aquecimento global um caminho para transformar o Pólo Norte numa enorme bacia petrolífera e numa rota marítima internacional

Dominique Kopp
6 de setembro de 2007

Apagar o passado?

Enquanto se rendia homenagem a Milton Friedman, pai do neoliberalismo e conselheiro do ditador Pinochet, tentou-se recentemente relegar ao esquecimento os veteranos que defenderam a democracia durante a Guerra Civil Espanhola. O que está por trás dessas amnésias seletivas?
(Na internet, a partir de setembro)

John Berger
13 de agosto de 2007

Moscou, parceiro indispensável

Uma coleção de preconceitos de parte a parte ainda perturba as relações entre União Européia e Rússia. A Europa precisa superá-los: sem boas relações com o vizinho não poderá influir num cenário mundial onde o risco de bipolarização EUA-China parece cada vez maior

Nina Bachkatov
16 de janeiro de 2007

A Nova (Des)Ordem Financeira

Fortalecidos por 25 anos de desregulação dos mercados, fundos globais gigantescos tornaram-se capazes de dobrar os Estados, o FMI e os grandes bancos. Por que eles se envolvem em operações cada vez mais arriscadas, a ponto de até defensores do capitalismo temerem seu poder

Gabriel Kolko
6 de outubro de 2006

A Europa que lucra com a guerra

A indústria armamentista européia vê na conjuntura pós-11 de Setembro uma chance de ouro para lucrar. Além de incluir privatização e demissões, as mudanças no setor podem entregar parte da produção às corporações gigantes norte-americanas

Luc Manpaey
6 de outubro de 2006

O desembarque em Tóquio

O Japão é o novo alvo de investimentos das grandes empresas chinesas. Motivada pela busca de tecnologia, compra de empresas nipônicas começou há quatro anos, cresceu 400 vezes e desperta temores no arquipélago

Odaira Namihei
1º de novembro de 2005

Os danos da guerra financeira

Os títulos mais suscetíveis de serem afetados pela tragédia de 11 de setembro – companhias aéreas, empresas de seguros e de resseguros, bancos de financiamento – sofreram uma forte especulação para baixo nos dias que antecederam os atentados

Ibrahim Warde
1º de novembro de 2001

A cultura como fator da realpolitik

A globalização insere-se no contexto contraditório de Estados-nação e processos político-econômicos supra-nacionais. Homogeneização e diferenciação caminham juntas. Mas que forma assumem a convergência da tradição cultural e as novas tecnologias?

Constantin Von Barloewen
1º de novembro de 2001

As máfias e as crises financeiras

O FMI calcula a massa circulante de dinheiro sujo entre 1 e 5% do PIB mundial. Essa cifra astronômica teria ajudado a deflagrar as crises que abalaram as economias mexicana (1994-95), asiáticas (1997) e russa (1998)

Guilhem Fabre
12 de abril de 2000

Quando a lei vira mercadoria

Refúgios de criminosos, os paraísos fiscais prosperam graças a contradições. Não têm leis, mas vendem fachadas de legalidade. Sobrevivem amparados no princípio da soberania nacional, mas violam a soberania das demais nações. Para enfrentá-los, a comunidade internacional precisará admitir que as sociedades valem mais que os mercados

Jean De Maillard
12 de abril de 2000

Três tributos globais para domar a especulação

Além do tributo Tobin, dois outros impostos sobre o capital podem gerar um fundo para combater a pobreza e evitar a degradação das condições de trabalho nos países em desenvolvimento

Howard M. Wachtel
12 de abril de 2000

O mito enganoso do pós-nacional

O Estado-Nação não está morto — e a maior prova são os EUA, que continuam moldando a globalização segundo seus interesses. Para enfrentar a hegemonia norte-americana, a saída é propor, como alternativa ao livre comércio, a ampliação dos direitos sociais

Noëlle Burgi, Philip S. Golub
12 de abril de 2000

Três anos para completar a globalização

De costas para as sociedades, a Organização Mundial do Comércio tentou promover a chamada "Rodada do Milênio. Até onde as mega- empresas tentarão desmantelar a soberania dos Estados e os direitos sociais?

1º de dezembro de 1999

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