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» Aos super ricos, os super genes?

» A Ideologia da Mineração está em xeque

» Orçamento 2020 expõe o Bolsonaro das elites

» A esquecida questão da desigualdade energética

» Crônica de Cuba, em incerta transição

» “Direitos Já”: Uma perigosa contradição

» Cinema: Espelhos deformantes

» As mentiras da ciência a serviço do mercado

» Anatomia da próxima recessão global

» Passo a passo para frear a devastação da Amazônia

Rede Social


Edição francesa


» Le Media Lab aux avant-postes du cybermonde

» Echec à la corruption au Brésil

» Les beaux jours de la corruption à la française

» Parler français ou la « langue des maîtres » ?

» Au Portugal, austérité et contestation

» Le piège du 11-Septembre

» Quand la gomme arabique fait tanguer l'Amérique

» Au Kosovo, la « sale guerre » de l'UCK

» L'école publique à l'encan

» Le régime de Khartoum bousculé par la sécession du Sud


Edição em inglês


» September: the longer view

» Afghan peace talks: Trump tweets, Taliban fights

» An inexhaustible myth in times of extreme adversity

» What happened to social solidarity?

» Sudan: conflict, violence and repression

» Russia's appointed billionaires

» Another end is possible

» Arms sales: the Swedish model

» Soft power influence in the Arabian Gulf

» Life with bribes and kickbacks


Edição portuguesa


» Edição de Setembro de 2019

» Portugal não pode parar?

» Quem elegeu Ursula von der Leyen?

» Edição de Agosto de 2019

» Plural e vinculado à esquerda

» Os talibãs de São Francisco

» Edição de Julho de 2019

» Inconsistências (ou o sono da razão?)

» Comércio livre ou ecologia!

» Edição de Junho de 2019


Economia Social e Solidária

Sabores do cacau com consciência

No Equador, uma rede de produção e comércio solidário reúne 26 mil pessoas, tem gestão baseada em assembléias e conquista consumidores em muitos países. Experiência revela: é possível ser viável oferecendo, ao invés das "vantagens" mercantis, respeito aos direitos sociais e à natureza

Carola Reintjes
9 de novembro de 2007

Viagem a uma empresa utópica

No sul da Espanha, uma companhia que não visa lucro, pratica o comércio justo e paga salários iguais a todos os sócios e funcionários atua há vinte anos — e está em perfeita saúde econômica

Carola Reintjes
25 de outubro de 2007

A Revolução das segundas-feiras

Acaba de se realizar no Uruguai a VI Feira Nacional da Economia Solidária. Evento irrelevante e experiências micro? Respondo: micro-revolucionário, mas mega-transformador. Gosto dos heróis invisíveis

Carola Reintjes
16 de outubro de 2007

Outra economia, além do capital

Espalham-se pelo planeta empreendimentos que organizam produção, comércio e finanças segundo valores e lógicas de solidariedade. Carola Rentjes, uma das referências internacionais desse universo, inaugura, no Le Monde Diplomatique Brasil, uma coluna sobre ele

Carola Reintjes
3 de outubro de 2007

"Estamos no bom caminho"

Em resposta ao artigo “Ambigüidades do comércio equitativo”, de Christian Jacquiau (Le Monde Diplomatique, setembro de 2007), Jean-Pierre Doussin, presidente da Max Havelaar França, enviou a seguinte resposta

Jean-Pierre Doussin
3 de outubro de 2007

O paradigma da colaboração

O padrão de produção e consumo típico do capitalismo, e hegemônico há séculos, está em crise. Em seu lugar, emergem relações sociais mais sustentáveis, democráticas e... prazerosas

Ladislau Dowbor
2 de outubro de 2007

Ambigüidades do comércio eqüitativo

Por toda parte, vozes se levantam exigindo tratamento humano para os pequenos agricultores e preservação do meio ambiente. Os “alterconsumidores” já representam de 15% a 25% da população. Mas há muito embuste disfarçado sob rótulos alternativos

Christian Jacquiau
6 de setembro de 2007

Ocupar, resistir e produzir

Desde a crise econômica que arruinou a Argentina, em 2001, cada vez mais os desempregados ocupam as suas empresas falidas e as recolocam em funcionamento sem os patrões, invocando o direito ao trabalho antes do direito à propriedade

Cécile Raimbeau
1º de setembro de 2005

Como a OMC foi posta em xeque

Graças às ONGs e aos movimentos sociais, o neoliberalismo sofreu em Seattle sua primeira grande derrota. É hora de avançar, propondo uma ordem internacional baseada não nos mercados, mas na democracia e na solidariedade.

Susan George
12 de fevereiro de 2000

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