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» Uma caminhada na cidade dos não-confinados

» O dinheiro que não existia reaparece

» Bolsonaro recuou. Por quê?

» China: as lições da pandemia e o depois

» Brasil: a insanidade vai muito além de Bolsonaro

» Vigilância em tempos de educação à distância

» Todos escrevem ao Presidente

» Mapas do coronavírus: desafios e direções

» Três medidas de emergência contra a crise social

Rede Social


Edição francesa


» Le refus de Sartre

» Une guerre tous azimuts

» Parrain privé, chaîne publique

» « Big Pharma », ou la corruption ordinaire

» Ravages cachés du sous-emploi

» Quand l'OMS épouse la cause des firmes pharmaceutiques

» Les confidences de M. Tietmeyer, architecte de l'euro

» Des services publics garants de l'intérêt général

» La citoyenneté au bord du gouffre

» À nos lecteurs


Edição em inglês


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» Bangsamoro: Philippines' new Muslim-majority region

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» Looking without blinking

» Politics of city diplomacy

» The return of the city-state

» Philippines revives self-rule for Bangsamoro

» Marawi, the Philippines' ruined city

» Impasse in Morocco

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Edição portuguesa


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» Um Brexit para nada?

» A precariedade não é só dos precários

» Edição de Fevereiro de 2020

» O que Donald Trump permite…

» As marcas do frio

» Edição de Janeiro de 2020

» Embaraços externos

» De Santiago a Paris, os povos na rua

» Que prioridades para uma governação mais à esquerda?


Economia Social e Solidária

Sabores do cacau com consciência

No Equador, uma rede de produção e comércio solidário reúne 26 mil pessoas, tem gestão baseada em assembléias e conquista consumidores em muitos países. Experiência revela: é possível ser viável oferecendo, ao invés das "vantagens" mercantis, respeito aos direitos sociais e à natureza

Carola Reintjes
9 de novembro de 2007

Viagem a uma empresa utópica

No sul da Espanha, uma companhia que não visa lucro, pratica o comércio justo e paga salários iguais a todos os sócios e funcionários atua há vinte anos — e está em perfeita saúde econômica

Carola Reintjes
25 de outubro de 2007

A Revolução das segundas-feiras

Acaba de se realizar no Uruguai a VI Feira Nacional da Economia Solidária. Evento irrelevante e experiências micro? Respondo: micro-revolucionário, mas mega-transformador. Gosto dos heróis invisíveis

Carola Reintjes
16 de outubro de 2007

Outra economia, além do capital

Espalham-se pelo planeta empreendimentos que organizam produção, comércio e finanças segundo valores e lógicas de solidariedade. Carola Rentjes, uma das referências internacionais desse universo, inaugura, no Le Monde Diplomatique Brasil, uma coluna sobre ele

Carola Reintjes
3 de outubro de 2007

"Estamos no bom caminho"

Em resposta ao artigo “Ambigüidades do comércio equitativo”, de Christian Jacquiau (Le Monde Diplomatique, setembro de 2007), Jean-Pierre Doussin, presidente da Max Havelaar França, enviou a seguinte resposta

Jean-Pierre Doussin
3 de outubro de 2007

O paradigma da colaboração

O padrão de produção e consumo típico do capitalismo, e hegemônico há séculos, está em crise. Em seu lugar, emergem relações sociais mais sustentáveis, democráticas e... prazerosas

Ladislau Dowbor
2 de outubro de 2007

Ambigüidades do comércio eqüitativo

Por toda parte, vozes se levantam exigindo tratamento humano para os pequenos agricultores e preservação do meio ambiente. Os “alterconsumidores” já representam de 15% a 25% da população. Mas há muito embuste disfarçado sob rótulos alternativos

Christian Jacquiau
6 de setembro de 2007

Ocupar, resistir e produzir

Desde a crise econômica que arruinou a Argentina, em 2001, cada vez mais os desempregados ocupam as suas empresas falidas e as recolocam em funcionamento sem os patrões, invocando o direito ao trabalho antes do direito à propriedade

Cécile Raimbeau
1º de setembro de 2005

Como a OMC foi posta em xeque

Graças às ONGs e aos movimentos sociais, o neoliberalismo sofreu em Seattle sua primeira grande derrota. É hora de avançar, propondo uma ordem internacional baseada não nos mercados, mas na democracia e na solidariedade.

Susan George
12 de fevereiro de 2000

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