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» Assim o jornalismo quer diminuir as mulheres

» Surge a Frente Inter-Religiosa por Justiça e Paz

» Previdência: a Argentina também resiste

» O julgamento de Lula e um 2018 provocador

» Luta de classes na era do Uber

» A Bela da Tarde após o escândalo

» Revolução e Democracia, reencontro incerto

» Manifesto: Freedom of Thought For a Democracy With No Fear of Differences

» Quem tem medo de Judith Butler?

Rede Social


Edição francesa


» Jérusalem, la ville sainte qui devient ville-forteresse

» Stratégie pétrolière ou politique de paix ?

» Washington possède d'énormes réserves de puissance pour sauvegarder ses intérêts économiques dans le monde

» Les Etats-Unis face au risque de guerre

» Jérusalem perdra-t-elle son caractère œcuménique ?

» Le Laos est devenu un champ d'expérimentation des techniques de lutte anti-insurrectionnelle

» La question des Lieux saints se pose depuis plusieurs siècles

» Comment est né le mythe d'Internet

» L'histoire oubliée de l'autonomie culturelle

» L'axe Washington-Riyad-Tel-Aviv


Edição em inglês


» A Harvey Weinstein moment for America's wars?

» A Harvey Weinstein moment for America's wars?

» Julien Brygo on India's vast army of servants

» What's the matter with eastern Europe?

» Unfounding Father

» The Trump blame game

» Israel's quest for influence in Africa

» Yemen: humanitarian disaster of Saudi intervention

» Religious wars

» Yemen's dangerous war


Edição portuguesa


» O eixo Washington-Riade-Telavive

» Edição de Dezembro de 2017

» O Orçamento, o presente e o futuro

» Guerras de religião

» Assinatura de 6 meses: só €18

» Edição de Novembro de 2017

» O Estado e as catástrofes normais

» Chamar uma vitória pelo nome

» Para onde vão a educação e a ciência no pós-Troika?

» Que SNS temos? Que SNS queremos?


Energias Alternativas

Depois de Fidel, o quê?

Afastamento do "comandante" abrirá, sem dúvidas, debate sobre futuro da revolução. A novidade é que as grandes mudanças no cenário internacional amenizaram a polarização de há alguns anos. E surgiu, alimentada pelo giro à esquerda da América Latina, uma instigante alternativa

Antonio Martins
23 de fevereiro de 2008

Ilusões do ambientalismo de mercado

Uma das bases em que se apóia o Protocolo de Kyoto é tentar reduzir as emissões de CO2 impondo penalidades monetárias aos países e agentes poluidores. Mas bastam alguns cálculos simples para revelar a ilusão de tal fórmula

Flávio Shirahige, Manoel Neto
11 de janeiro de 2008

Aquecimento, corais e desbeleza

Entidade propõe declarar 2008 o Ano Internacional dos Recifes de Coral. Ameaçadas pela devastação dos mares e alta das temperaturas, formações podem desaparecer. Coluna debate ainda: energia limpa, reflorestamento, Forte de Copacabana, papais-noéis e muito mais

Luiz André Ferreira
11 de janeiro de 2008

Tupi or not Tupi?

A descoberta, pela Petrobrás, da mega-reserva brasileira pode ser encarada de duas formas: ou fonte para um “crescimento” econômico imediatista, que contribui para o aquecimento global; ou ponto de partida para um uso mais adequdo e sustentável do petróleo

Flávio Shirahige, Manoel Neto
20 de dezembro de 2007

Apocalipse (Consumista) Now

Só no ano de 2007, a população mundial aumentará em 66 milhões de pessoas; 23.282 espécies serão extintas; 11 milhões de hectares, desmatados; 31 milhões de carros e 72 milhões de computadores produzidos e 26 trilhões de barris de petróleo extraídos

Flávio Shirahige, Manoel Neto
16 de novembro de 2007

Desafio climático: conscientização, negação e recuperação

No dia 15 de outubro, o Le Monde Diplomatique publica um Atlas do Meio Ambiente. Como os outros Atlas já publicados, esse comporta textos sintéticos acompanhados de 150 mapas e gráficos dedicados aos grandes desafios da ecologia. Se atualmente a humanidade mede melhor os perigos que a ameaçam, ainda há muito a fazer para implementar as soluções indispensáveis

Agnès Sinai, Philippe Bovet
15 de outubro de 2007

Como evitar a catástrofe climática

Falta incluir, no debate sobre o aquecimento da Terra, um dado essencial. As energias limpas já são uma alternativa viável. A humanidade só permanece refém dos combustíveis fósseis e nucleares porque a mudança de paradigma ameaça os interesses de mega-corporações

Hermann Scheer
1º de fevereiro de 2007

Contagem regressiva

Depois de 50 anos de crescimento exponencial, a atividade humana rivaliza de agora em diante com as forças da natureza. Se interceptarmos toda energia irradiada pelo sol, teremos uma alternativa importante para evitar a crise energética, mas também ela tem seu limite

Roland Lehoucq
1º de janeiro de 2005

A saída pelas energias renováveis

Apesar da poluição, do efeito estufa e dos riscos da utilização do urânio, a França se apóia em duas fontes essenciais de energia: a nuclear (78%) e a hidráulica (12%), mantendo-se alheia à iniciativa de outros países que buscam alternativas renováveis como a energia solar e a eólica

Philippe Bovet
1º de fevereiro de 2004

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