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Uma iniciativa


» Por dentro do coração da Índia rebelde

» Suas senhas também foram devassadas?

» O impasse do Podemos e os limites da “nova política”

» Gastronomia através da História: o caso italiano (1)

» Viagem didática ao mundo da vigilância

» Temporada: nas telas, um Brasil real

» Diário: As táticas da polícia e as do MPL

» Rondônia: índios atacados em nome de Bolsonaro

» Sindicatos e democracia radical, união possível?

» Guantánamo do Brasil

Rede Social


Edição francesa


» Les petites voix de la dissidence

» Les médias, les intellectuels et Pierre Bourdieu

» Limiter les dégâts des médias

» Journalisme et morale

» Médias, une critique nécessaire

» Des thoniers sous escorte paramilitaire

» Quand Emmanuel Macron s'inspire de Ken Loach

» Ces Israéliens qui ont faim

» Le devoir d'Israël

» Quand les chercheurs n'osent plus chercher


Edição em inglês


» A planet in crisis

» Vannevar Bush, prophet of high tech

» January: the longer view

» Akram Belkaid on North Africa's leadership crisis

» Erdogan's war on workers

» Argentina swings into financial crisis

» The road beyond Wigan Pier

» Kazakhstan invests in theatre

» Once we searched Google. Now it searches us

» China's rewards and punishments


Edição portuguesa


» Edição de Janeiro de 2019

» Os irmãos escolhem-se

» Quando tudo vem ao de cima

» Edição de Dezembro de 2018

» A justiça social e os seus responsáveis

» Para Julian Assange

» Jantar de Apoio

» Economia Social e Solidária: outro modo de criar futuro sustentável

» Edição de Novembro de 2018

» «Eleitoralismo» e democracia sem povo


Energias Alternativas

Depois de Fidel, o quê?

Afastamento do "comandante" abrirá, sem dúvidas, debate sobre futuro da revolução. A novidade é que as grandes mudanças no cenário internacional amenizaram a polarização de há alguns anos. E surgiu, alimentada pelo giro à esquerda da América Latina, uma instigante alternativa

Antonio Martins
23 de fevereiro de 2008

Ilusões do ambientalismo de mercado

Uma das bases em que se apóia o Protocolo de Kyoto é tentar reduzir as emissões de CO2 impondo penalidades monetárias aos países e agentes poluidores. Mas bastam alguns cálculos simples para revelar a ilusão de tal fórmula

Flávio Shirahige, Manoel Neto
11 de janeiro de 2008

Aquecimento, corais e desbeleza

Entidade propõe declarar 2008 o Ano Internacional dos Recifes de Coral. Ameaçadas pela devastação dos mares e alta das temperaturas, formações podem desaparecer. Coluna debate ainda: energia limpa, reflorestamento, Forte de Copacabana, papais-noéis e muito mais

Luiz André Ferreira
11 de janeiro de 2008

Tupi or not Tupi?

A descoberta, pela Petrobrás, da mega-reserva brasileira pode ser encarada de duas formas: ou fonte para um “crescimento” econômico imediatista, que contribui para o aquecimento global; ou ponto de partida para um uso mais adequdo e sustentável do petróleo

Flávio Shirahige, Manoel Neto
20 de dezembro de 2007

Apocalipse (Consumista) Now

Só no ano de 2007, a população mundial aumentará em 66 milhões de pessoas; 23.282 espécies serão extintas; 11 milhões de hectares, desmatados; 31 milhões de carros e 72 milhões de computadores produzidos e 26 trilhões de barris de petróleo extraídos

Flávio Shirahige, Manoel Neto
16 de novembro de 2007

Desafio climático: conscientização, negação e recuperação

No dia 15 de outubro, o Le Monde Diplomatique publica um Atlas do Meio Ambiente. Como os outros Atlas já publicados, esse comporta textos sintéticos acompanhados de 150 mapas e gráficos dedicados aos grandes desafios da ecologia. Se atualmente a humanidade mede melhor os perigos que a ameaçam, ainda há muito a fazer para implementar as soluções indispensáveis

Agnès Sinai, Philippe Bovet
15 de outubro de 2007

Como evitar a catástrofe climática

Falta incluir, no debate sobre o aquecimento da Terra, um dado essencial. As energias limpas já são uma alternativa viável. A humanidade só permanece refém dos combustíveis fósseis e nucleares porque a mudança de paradigma ameaça os interesses de mega-corporações

Hermann Scheer
1º de fevereiro de 2007

Contagem regressiva

Depois de 50 anos de crescimento exponencial, a atividade humana rivaliza de agora em diante com as forças da natureza. Se interceptarmos toda energia irradiada pelo sol, teremos uma alternativa importante para evitar a crise energética, mas também ela tem seu limite

Roland Lehoucq
1º de janeiro de 2005

A saída pelas energias renováveis

Apesar da poluição, do efeito estufa e dos riscos da utilização do urânio, a França se apóia em duas fontes essenciais de energia: a nuclear (78%) e a hidráulica (12%), mantendo-se alheia à iniciativa de outros países que buscam alternativas renováveis como a energia solar e a eólica

Philippe Bovet
1º de fevereiro de 2004

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