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» Seis elementos da conjuntura brasileira

» Trump quer a guerra – e conquista o establishment

» Sob Temer, a grilagem volta sem freios

» Tiradentes, herói sem nenhum caráter?

» Como pulsa hoje nosso desejo de rua?

» França: a esquerda vive, quando não se rende

» A indispensável Reforma Política

» Quilombolas: a longa batalha pelo território

» Bem-vindo à escola do século 19

Rede Social


Edição francesa


» La cause des femmes

» Des immigrés sans pays d'origine

» La Revue dessinée

» Le Courage

» La toute première fois

» Les oubliées de San Francisco

» « Agir en primitif, prévoir en stratège »

» L'assurance-maladie universelle en questions

» Bouillonnement antisystème en Europe et aux États-Unis

» La « grande accélération »


Edição em inglês


» Climate change as genocide

» How to lose the next war in the Middle East

» Trump, a symptom of what?

» Found in Cuba: the American dream (and nightmare)

» Through the bars

» Resurrecting the unholy trinity

» War in the Gulf (no, not that Gulf!)

» Demobilizing America

» The bloodstained rise of global populism

» Montreal global city


Edição portuguesa


» Militarismo: uma paixão francesa

» Edição de Abril de 2017

» A liberdade e o medo

» Outra vez a armadilha do voto útil?

» Canto Livre e Canção de Protesto

» União Europeia: para onde vai o pelotão da frente?

» A literatura, cimento que constrói mundos

» Tendências recentes do emprego dos jovens diplomados portugueses

» Edição de Março de 2017

» Offshores, defeitos e feitios


Energias Alternativas

Depois de Fidel, o quê?

Afastamento do "comandante" abrirá, sem dúvidas, debate sobre futuro da revolução. A novidade é que as grandes mudanças no cenário internacional amenizaram a polarização de há alguns anos. E surgiu, alimentada pelo giro à esquerda da América Latina, uma instigante alternativa

Antonio Martins
23 de fevereiro de 2008

Ilusões do ambientalismo de mercado

Uma das bases em que se apóia o Protocolo de Kyoto é tentar reduzir as emissões de CO2 impondo penalidades monetárias aos países e agentes poluidores. Mas bastam alguns cálculos simples para revelar a ilusão de tal fórmula

Flávio Shirahige, Manoel Neto
11 de janeiro de 2008

Aquecimento, corais e desbeleza

Entidade propõe declarar 2008 o Ano Internacional dos Recifes de Coral. Ameaçadas pela devastação dos mares e alta das temperaturas, formações podem desaparecer. Coluna debate ainda: energia limpa, reflorestamento, Forte de Copacabana, papais-noéis e muito mais

Luiz André Ferreira
11 de janeiro de 2008

Tupi or not Tupi?

A descoberta, pela Petrobrás, da mega-reserva brasileira pode ser encarada de duas formas: ou fonte para um “crescimento” econômico imediatista, que contribui para o aquecimento global; ou ponto de partida para um uso mais adequdo e sustentável do petróleo

Flávio Shirahige, Manoel Neto
20 de dezembro de 2007

Apocalipse (Consumista) Now

Só no ano de 2007, a população mundial aumentará em 66 milhões de pessoas; 23.282 espécies serão extintas; 11 milhões de hectares, desmatados; 31 milhões de carros e 72 milhões de computadores produzidos e 26 trilhões de barris de petróleo extraídos

Flávio Shirahige, Manoel Neto
16 de novembro de 2007

Desafio climático: conscientização, negação e recuperação

No dia 15 de outubro, o Le Monde Diplomatique publica um Atlas do Meio Ambiente. Como os outros Atlas já publicados, esse comporta textos sintéticos acompanhados de 150 mapas e gráficos dedicados aos grandes desafios da ecologia. Se atualmente a humanidade mede melhor os perigos que a ameaçam, ainda há muito a fazer para implementar as soluções indispensáveis

Agnès Sinai, Philippe Bovet
15 de outubro de 2007

Como evitar a catástrofe climática

Falta incluir, no debate sobre o aquecimento da Terra, um dado essencial. As energias limpas já são uma alternativa viável. A humanidade só permanece refém dos combustíveis fósseis e nucleares porque a mudança de paradigma ameaça os interesses de mega-corporações

Hermann Scheer
1º de fevereiro de 2007

Contagem regressiva

Depois de 50 anos de crescimento exponencial, a atividade humana rivaliza de agora em diante com as forças da natureza. Se interceptarmos toda energia irradiada pelo sol, teremos uma alternativa importante para evitar a crise energética, mas também ela tem seu limite

Roland Lehoucq
1º de janeiro de 2005

A saída pelas energias renováveis

Apesar da poluição, do efeito estufa e dos riscos da utilização do urânio, a França se apóia em duas fontes essenciais de energia: a nuclear (78%) e a hidráulica (12%), mantendo-se alheia à iniciativa de outros países que buscam alternativas renováveis como a energia solar e a eólica

Philippe Bovet
1º de fevereiro de 2004

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