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Uma iniciativa


» Quem pode nos livrar de Bolsonaro

» Superexplorados, vigiados e… com direito a Yoga

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» Geopolítica: a Eurásia renasce — e quer ser alternativa

» Como se prepara o novo terremoto financeiro

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» No palco, o dominador e o dominado

» Essas pessoas na sala de jantar

» Um milhão de mulheres derrotarão Bolsonaro?

» Aquecimento global, visão sem esperanças

Rede Social


Edição francesa


» Junte birmane cherche habits civils

» Païenne Pologne

» Il y a cent ans, un « Dreyfus ouvrier »

» Un seul Etat pour deux rêves

» La Banque de France va-t-elle redevenir le « mur de l'argent » ?

» Bourse et favelas plébiscitent « Lula »

» Exode urbain, exil rural

» L'école, grand marché du XXIe siècle

» Jean-Paul Sartre et la guerre d'Algérie

» Valse confuse entre Moscou et Téhéran


Edição em inglês


» Christophe Jaffrelot on Imran Khan

» Yemen's descent into hell

» The strange, long afterlife of an inhumane colonial law

» After Trump

» September: the longer view

» What will Donald Trump be remembered for?

» A climate tipping point in the Amazon

» Electric vehicles and the raw materials required

» LMD's New York debates

» The undefeatable sponge


Edição portuguesa


» Edição de Setembro de 2018

» Trabalho e civilização

» Liberais contra populistas, uma clivagem enganadora

» Por quem o sininho dobra no Eurogrupo?

» Uma aliança das civilizações

» Dirigir a ONU, um trabalho estranho

» Liquidação florestal em França

» Que alterglobalismo?

» Atolamento saudita no Iémen

» Escalada


Esportes

Futebol, tráfico de atletas e conivência do Estado

Dez anos após a aprovação da Lei Pelé, Executivo e Congresso finalmente estudam medidas para coibir a evasão clandestina de jogadores. Mas, influenciadas pela lógica de mercado e pelo desejo de satisfazer os clubes, as propostas em debate podem agravar o problema, ao invés de saná-lo

Alexandre Machado Rosa
1º de junho de 2008

Pátria sem chuteiras

Os clubes na periferia global são hoje quem produz ou garimpa talentos. Mas empobrecem e perdem, aos poucos, sua ligação simbólica com o torcedor. Nações como o Brasil, que têm no futebol uma pedra fundamental de sua identidade, deixam de se sentir representadas pela seleção nacional

Rafael Evangelista, Tiago Soares
26 de março de 2008

Esporte é guerra

De 13 a 29 de agosto, os Jogos Olímpicos de Atenas ganharão cobertura midiática comparável à da guerra do Iraque. Alguns vêem nos Jogos o símbolo da amizade entre os povos e do esforço de paz. Para outros, nada mais é que o «novo ópio do povo». Mas para além da competição, do espetáculo e do impacto econômico, há ainda outras questões, geopolíticas e estratégicas

Pascal Boniface
1º de agosto de 2004

A ideologia do esporte-espetáculo e suas vítimas

Transmitido mundialmente pela televisão, o esporte tornou-se um dos vetores da globalização. Sua ideologia disfarça seu caráter político, a monetarização generalizada dos “valores” esportivos, fraudes e trapaças de todos os tipos e, sobretudo, ’doping’ maciço em todos os estágios

Jean-Marie Brohm, Marc Perelman, Patrick Vassort
1º de junho de 2004

Uma indústria canibal

O futebol, o esporte mais popular e o que melhor expressa e afirma a identidade nacional, foi submetido às leis da rentabilidade e se tornou uma verdadeira máquina de moer carne humana, sucumbindo à uniformização obrigatória promovida pela globalização

Eduardo Galeano
1º de agosto de 2003

Futebol e nacionalismo

Embriagada pela erupção patriótica provocada pela Copa do Mundo, a Coréia do Sul - que antes da crise de 1997 era a 13º colocada no comércio mundial - lança-se à aventura de ser a quarta maior potência econômica nos próximos dez anos

Tristan de Bourbon
1º de fevereiro de 2003

Negócios e corrupção no futebol

O futebol não é somente um esporte, mas um setor econômico que se revela um dos principais aparelhos estratégicos capitalistas, pois prepara as pessoas para o “horror econômico”, fazendo-as aceitar a competição, a flexibilidade e o mercenarismo

Patrick Vassort
1º de junho de 2002

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