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Uma iniciativa


» Como dialogar — de verdade — com quem vota num fascista

» No Alerta de Ipanema, retratos do fascismo quotidiano

» O cinema e as lições da história

» Vídeo: Garantir o segundo turno. E depois?

» Crônica de uma eleição bizarra

» O ódio, o voto e a pulsão de morte

» “Cada um de vocês é Bolsonaro”

» Reflexões à beira do segundo turno

» O Pré-Sal e o desenho do golpe

» Polêmica: duas formas do mesmo poder

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» Joies troubles du mécénat

» Quand les avocats d'affaires écrivent les lois

» Rio de Janeiro endosse sa tenue olympique

» Fausse solution de l'aquaculture

» Trouble décantation de la droite française

» L'Union européenne et les ravages de la pêche industrielle en Afrique

» Publicité et politique

» La compétitivité, un mythe en vogue

» Effondrement du rêve démocratique au Mali

» Retour vers le futur dans le monde arabe


Edição em inglês


» Migration patterns

» The Donald and the fake news media

» Restoring Florida's felon voting rights is less democratic than you think

» Laura Carlsen on what replaces ‘the worst trade deal ever'

» November: the longer view

» The stories war tells me

» Yemen: where is the UN Security Council?

» Donald Trump welcomes in the age of ‘usable' nuclear weapons

» Vying for trade routes in the Bay of Bengal

» Switzerland's experiment with addiction


Edição portuguesa


» Edição de Novembro de 2018

» «Eleitoralismo» e democracia sem povo

» Acalmia na Ásia

» Assinatura de 6 meses: só 18 €

» Edição de Outubro de 2018

» A crise da regulação

» Da democracia na América

» Edição de Setembro de 2018

» Trabalho e civilização

» Liberais contra populistas, uma clivagem enganadora


Esportes

Futebol, tráfico de atletas e conivência do Estado

Dez anos após a aprovação da Lei Pelé, Executivo e Congresso finalmente estudam medidas para coibir a evasão clandestina de jogadores. Mas, influenciadas pela lógica de mercado e pelo desejo de satisfazer os clubes, as propostas em debate podem agravar o problema, ao invés de saná-lo

Alexandre Machado Rosa
1º de junho de 2008

Pátria sem chuteiras

Os clubes na periferia global são hoje quem produz ou garimpa talentos. Mas empobrecem e perdem, aos poucos, sua ligação simbólica com o torcedor. Nações como o Brasil, que têm no futebol uma pedra fundamental de sua identidade, deixam de se sentir representadas pela seleção nacional

Rafael Evangelista, Tiago Soares
26 de março de 2008

Esporte é guerra

De 13 a 29 de agosto, os Jogos Olímpicos de Atenas ganharão cobertura midiática comparável à da guerra do Iraque. Alguns vêem nos Jogos o símbolo da amizade entre os povos e do esforço de paz. Para outros, nada mais é que o «novo ópio do povo». Mas para além da competição, do espetáculo e do impacto econômico, há ainda outras questões, geopolíticas e estratégicas

Pascal Boniface
1º de agosto de 2004

A ideologia do esporte-espetáculo e suas vítimas

Transmitido mundialmente pela televisão, o esporte tornou-se um dos vetores da globalização. Sua ideologia disfarça seu caráter político, a monetarização generalizada dos “valores” esportivos, fraudes e trapaças de todos os tipos e, sobretudo, ’doping’ maciço em todos os estágios

Jean-Marie Brohm, Marc Perelman, Patrick Vassort
1º de junho de 2004

Uma indústria canibal

O futebol, o esporte mais popular e o que melhor expressa e afirma a identidade nacional, foi submetido às leis da rentabilidade e se tornou uma verdadeira máquina de moer carne humana, sucumbindo à uniformização obrigatória promovida pela globalização

Eduardo Galeano
1º de agosto de 2003

Futebol e nacionalismo

Embriagada pela erupção patriótica provocada pela Copa do Mundo, a Coréia do Sul - que antes da crise de 1997 era a 13º colocada no comércio mundial - lança-se à aventura de ser a quarta maior potência econômica nos próximos dez anos

Tristan de Bourbon
1º de fevereiro de 2003

Negócios e corrupção no futebol

O futebol não é somente um esporte, mas um setor econômico que se revela um dos principais aparelhos estratégicos capitalistas, pois prepara as pessoas para o “horror econômico”, fazendo-as aceitar a competição, a flexibilidade e o mercenarismo

Patrick Vassort
1º de junho de 2002

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