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» Psiquiatras, Capitalismo e Lava Jato

» A “crise fiscal” e a queixa das hienas

» Visita guiada a uma noite insurgente

» Lula e o punitivismo penal

» Ressaca da Internet, espírito do tempo

» Cuba: as pedras no caminho da revolução

» Boaventura: o que aprender com a Nicarágua

» Em SP, o notável (e desconhecido) cinema das mulheres

» Partiu #OcupaPolítica

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» La survie de l'humanité en grand péril

» Les consommateurs victimes et complices

» Les Indiens des Amériques revendiquent leur droit à l'autodétermination

» Les limites de la solidarité internationale

» Sous la conduite des « généraux révolutionnaires » le Pérou s'achemine vers une seconde indépendance

» Les ultras préparent la guerre contre l'Iran

» Passé et passif de l'enseignement supérieur américain

» Après le retrait du Royaume-Uni...

» Une dernière chance pour l'unité de la Belgique ?

» Éloge de la petite édition


Edição em inglês


» The Empire smiles back

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» Trump's ‘infrastructure' plan

» A children's Gitmo on the border

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» Population change by region

» Lure of the West

» Global population growth

» Growing insecurity in Mali


Edição portuguesa


» Edição de Julho de 2018

» A divergência europeia

» O capricho do príncipe

» Edição de Junho de 2018

» Assalto ao trabalho e às pensões

» Lambe-botas de Washington

» Jerusalém: o erro crasso do presidente americano

» Edição de Maio de 2018

» Direitos, não incentivos

» Maio, uma esperança de oceano


Geopolítica da Ásia

As duas faces de Putin

A mídia ocidental insiste em enxergar apenas autoritarismo no presidente russo. Mas as verdadeiras fontes de sua imensa popularidade são o rearticulação do país e a recuperação da auto-estima nacional — duas conquistas reais, que tornam extremamente improvável um retorno à era Yeltsin

Jean Radvanyi
12 de dezembro de 2007

A construção do império nipônico

Breve cronologia das sete décadas de expansionismo japonês na Ásia

Tetsuya Takahashi
20 de março de 2007

Japão: o espelho do Ocidente

Apesar de notáveis exceções, a historiografia japonesa ainda hesita em reconhecer o passado colonial e os crimes de guerra cometidos pelo país na Ásia. Seria algo muito diferente da atitude ocidental?

Emilie Guyonnet
20 de março de 2007

O fantasma do militarismo atiça o Japão

Enquanto a sociedade debate as homenagens prestadas a criminosos de guerra, políticos nipônicos brincam com fogo. Eles querem reabilitar o passado imperial do país e liquidar os artigos da Constituição que proíbem a guerra

Tetsuya Takahashi
19 de março de 2007

A Índia em busca do poderio perdido

Como o segundo país mais populoso do planeta age para se transformar em potência mundial. O complicado xadrez das relações com EUA, China e Rússia. O drama: nos planos de poder, eliminar a pobreza e exclusão maciças não é prioridade

Martine Bulard
16 de janeiro de 2007

Ásia sob tensão

Ofuscada pelo teste nuclear da Coréia do Norte, a posse do novo primeiro-ministro japonês é um fato perturbador, numa das regiões mais perigosas do mundo. Membro de um clã de direita, Shinzo Abe encarna o retorno ao militarismo nipônico, agora abençoado por Washington

Ignacio Ramonet
10 de novembro de 2006

As Coréias sob pressão

O teste de arma atômica anunciado em 9 de outrubro por Pyongyang é condenável, por ampliar as tensões numa região já conturbada. Mas não se deve esquecer que as Coréias viviam uma década de reaproximação e paz — até que os EUA decidiram intervir...

Ignacio Ramonet
6 de outubro de 2006

As novas ambições do Japão

Seis décadas depois de ser vencido e ocupado pelos EUA, o país firma acordo militar estratégico com o antigo oponente. Temor em relação ao poderio chinês? Desejo de projetar sua própria força?

Emilie Guyonnet
1º de abril de 2006

Novas cartas asiáticas

Potência em ascensão no Oriente, a China estimula um encontro regional sem a presença dos EUA – o primeiro, em décadas. Mas haverá novidade nas relações sociais estimuladas por Pequim?

Jean-Claude Pomonti
1º de dezembro de 2005

O desembarque em Tóquio

O Japão é o novo alvo de investimentos das grandes empresas chinesas. Motivada pela busca de tecnologia, compra de empresas nipônicas começou há quatro anos, cresceu 400 vezes e desperta temores no arquipélago

Odaira Namihei
1º de novembro de 2005

Índia, avanços e limites

Um ano e meio após voltar ao poder, o Partido do Congresso mantém a política econômica, pouco avança nos programas sociais e vacila na cena internacional. Mas mantém o apoio da esquerda, por sua ação contra o fundamentalismo hindu e a xenofobia

Jyotsna Saksena
1º de novembro de 2005

A China sacode a ordem mundial

Com uma diplomacia bastante flexível, a China busca construir as condições para um mundo multipolar e para se firmar como referência asiática

Martine Bulard
1º de agosto de 2005

Conflitos e convergências

Nas relações entre China e Índia, competições no campo diplomático e econômico ainda são barreiras à convivência pacífica

Martine Bulard
1º de agosto de 2005

Novas rotas para o petróleo

O nordeste da Ásia concentra grandes riquezas em gás e petróleo e grandes querelas geopolíticas que envolvem China, Rússia e Japão. Por isso, grandes projetos de transporte dessas riquezas são determinantes

Rafael Kandiyoti
1º de maio de 2005

A China contra a China

A “lei anti-secessão”, que autoriza Pequim a “utilizar meio não pacíficos” contra Taiwan, caso as autoridades da ilha optem pela independência, aprofunda a tensão no Estreito de Formosa e entre suas potências regionais: a China e o Japão

Ignacio Ramonet
1º de abril de 2005

A reinvenção da Ásia

Para dar sentido à identidade asiática, é preciso transcender o nacionalismo e superar a dicotomia ocidente versus oriente, numa nova visão da história mundial

Wang Hui
1º de fevereiro de 2005

O que está em jogo no xadrez ucraniano

Os projetos eurasianos de Putin, sua retomada dos programas de armamento nuclear, o reexame das privatizações “ilegais” dos anos 1990 são sinais do vigor da Rússia e de sua “capacidade de prejudicar”, diante do qual a revolução laranja da estratégica Ucrânia, irrigada de dólares norte-americanos, veio bem a calhar

Jean-Marie Chauvier
1º de janeiro de 2005

Na sombra das “revoluções espontâneas”

O que fazer diante de multidões tão bem organizadas e mesmo inovadoras? Nada. Mas o estilo das revoluções pacíficas ocorridas em Belgrado, Geórgia e Ucrânia tem por trás ONGs e dólares norte-americanos, reeditando o antagonismo da guerra fria

Laurent Rouy, Régis Genté
1º de janeiro de 2005

A via estreita do Paquistão

O presidente paquistanês, general Moucharraf, procura manter um equilíbrio frágil entre as exigências americanas e sua intenção de manter os islamitas sob controle. Mas o futuro do jogo político depende, fundamentalmente, do diálogo com a Índia – que entra em nova fase com a vitória do partido de Sonia Gandhi

Jean-Luc Racine
1º de junho de 2004

O despertar da esperança

As negociações de Teerã para voltar à comunidade internacional não se devem somente a fatores externos, como a presença de tropas norte-americanas em sua vizinhança, mas também às condições internas criadas nos 25 anos de revolução

Bernard Hourcade
1º de fevereiro de 2004

China, o “dragão asiático”

O recente coro de vozes norte-americanas contra a China confirma que este país torna-se, cada dia mais, o epicentro de um possível bloco regional asiático

Philip S.Golub
1º de outubro de 2003

O avanço dos maoístas

Desde 1996, uma insurreição armada do tipo maoísta vem ampliando seu controle sobre uma parte considerável do país, sob a sombra dos dois gigantes, China e Índia, e embaralhando mais as cartas do jogo político da região do Himalaia

Jean-Luc Racine
1º de julho de 2003

Sudoeste Asiático na mira dos EUA

O esforço para impedir o surgimento de um rival, a luta contra o terrorismo e a guerra (não terminada) do Afeganistão – objetivos estratégicos dos EUA – inserem-se num espaço geográfico que envolve a Rússia, a China e a Índia

Paul-Marie de La Gorce
1º de dezembro de 2002

Fundamentalistas da Ásia Central

Desde 1996, para evitar que a dissolução da URSS e a criação de novas repúblicas na Ásia central envolvessem o Sinkiang num efeito-dominó, Pequim redobrou as iniciativas diplomáticas em relação a seus vizinhos para conter a ameaça islâmica

Ilaria Maria Sala
1º de fevereiro de 2002

Assimilação pela força no Sinkiang

Dezessete milhões de habitantes povoam a gigantesca região do Sinkiang: dois desertos encravados junto à cordilheira do Himalaia, na fronteira com a Mongólia, Rússia, Cazaquistão, Quirguízia, Tadjiquistão, Paquistão, Afeganistão e o Tibete chinês

Ilaria Maria Sala
1º de fevereiro de 2002

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