» O trem da história e o mito da falta de recursos
» Por um Brasil menos carcerário
» Quando os conservadores perdem compostura
» Controle sobre os genes, a próxima batalha
» “Eu vi a África além dos preconceitos”
» Depressão, produto de vidas reprimidas?
» Hairstyles 2011 black teenage girls
» Wedding hairstyles curly side
» Waterfall Braid Hairstyles Tumblr & funky dance hairstyles
» Hairstyles for long hair for straight hair
» Top 100 Black Hairstyles - guys hairstyles medium short
» Cute Hairstyles Wear Work - loose bun hairstyles prom
» White Blonde Hairstyles - blonde hairstyles going out
» Hairstyle Bob Long Bangs | cristiano ronaldo different hairstyles
» Easy Summer Hairstyles For Shoulder Length Hair | new hairstyles for boys in india
» Comment contourner l'impôt sans s'exiler
» Qui défendra les inspecteurs du travail ?
» Fin de la « stratégie sudiste » aux Etats-Unis
» Un pays vaste et peu peuplé dont le sous-sol recèle de grandes richesses
» Les « voies africaines » de M. Basil Davidson
» Une politique extérieure souple et tenace qui a su éloigner la menace des revendications marocaines
» Une harmonieuse symbiose de nomades et de sédentaires la Mauritanie
» Comment travailler avec les centrales d'achat britanniques ?
» Where has all the money gone?
» Nuclear terror in the Middle East
» Climate funds: first come, least served
» Seven years, untold dollars to silence one man
» Time for a nuclear phase-out?
» EU: policy coherence for development and trade?
Estigmatizada pelo governo Putin, a aspiração de independência da região rebelde tem, apoiadores também na Rússia
Já não se ouvem os tiros e as lagartas dos tanques. Mas, sete anos após o fim da guerra, o país se debate com produção devastada, ódio aos políticos pró-Rússia e medo da oposição terrorista
Quinze anos depois da independência, a identidade bielo-russa ainda luta para se consolidar. A maior dificuldade está na influência russa, construída durante o enfrentamento comum contra o nazismo
Tudo indica que o presidente Alexandre Lukachenko, no poder desde o fim da União Soviética, conquistará um novo mandato, em 19/3. O endurecimento do regime é real, mas há outras razões para a permanência
Astúcia política, controle policial e fraqueza da oposição permitiram à dinastia Aliev manter-se no poder. Qual o futuro do país, enriquecido agora pelo petróleo e tentado a estabelecer aliança militar com os EUA e a "recuperar" o Alto Karabakh?
China, Rússia e Estados Unidos disputam território, riquezas e influência política em uma área estratégica
Nos cinco estados da Ásia Central que foram parte da União Soviética, a independência nacional não significou democracia ou desenvolvimento econômico
Fragilizada por um jogo violento travado pelas grandes potências e pela manipulação das identidades nacionais, a estratégica região caucasiana vive uma sucessão de conflitos
Formando ’lobbies’ importantes nos Estados Unidos e mesmo na Rússia, a comunidade armênia na diáspora investe no país, metamorfoseando sua paisagem, não sem antes enfrentar percalços políticos e choques culturais
Quatro eleições, maculadas por fraudes, abalaram Geórgia, Armênia e Azerbaidjão, revelando que, apesar do fim do regime soviético, o poder nunca mudou através das urnas e a política continua sendo o reino de alguns raros privilegiados
Para deslanchar a guerra contra o terrorismo internacional, os Estados Unidos estabeleceram bases militares, na Ásia central, no Uzbequistão, na Quirguízia e no Tadjiquistão. Mas, evidentemente, há o projeto do oleoduto Baku-Tbilisi-Ceyhan
Com 24 milhões de habitantes e uma posição geograficamente privilegiada, o Uzbequistão é um território crucial no contexto político-militar da atual guerra. Mas é governado por um dos regimes mais repressivos da Ásia central
A atual guerra alterou a lógica da competição estratégica na Ásia central. O comércio do petróleo e os projetos de oleodutos perderam parte da sua importância, enquanto as bases aéreas, os serviços de informações e o poder militar viram a sua aumentar