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» As pedras da contracultura (ainda) rolam

» Corporações: já vivemos uma distopia…

» Olhai a nova geração de ativistas

» Rússia e China: fim do mundo unipolar?

» Está aberta a nova temporada de privatizações

» Direito à privacidade e o cinismo de Moro

» Boaventura: o avanço da direita e a causa oculta

» Fiori: Danação da História e disputa pelo futuro

» O sinistro lobby sionista

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» Comme si l'école était une entreprise…

» Voyage au bout de la peur avec les clandestins du Sahel

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» A qui profite Paris ?

» Quand la ville se perd dans une métamorphose planétaire

» M. Jesse Jackson et l'ouverture du Parti démocrate

» Les aspirations des citoyens dans une structure étatique taillée sur mesure

» Comment la finance a tué Moulinex

» Leçons d'histoire

» Entre le rêve américain et le mythe soviétique


Edição em inglês


» June: the longer view

» Niger, a migration crossroads

» Niger, a migration crossroads

» Whatever happened to Bob Woodward?

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Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2019

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Geopolítica da Ásia Central

Dissidentes em Moscou

Estigmatizada pelo governo Putin, a aspiração de independência da região rebelde tem, apoiadores também na Rússia

Anne Nivat
1º de maio de 2006

Ruínas, mágoas e medo

Já não se ouvem os tiros e as lagartas dos tanques. Mas, sete anos após o fim da guerra, o país se debate com produção devastada, ódio aos políticos pró-Rússia e medo da oposição terrorista

Anne Nivat
1º de maio de 2006

Afirmação incerta

Quinze anos depois da independência, a identidade bielo-russa ainda luta para se consolidar. A maior dificuldade está na influência russa, construída durante o enfrentamento comum contra o nazismo

Alexandre Billette, Jean-Arnault Dérens
1º de março de 2006

As razões do grande reinado

Tudo indica que o presidente Alexandre Lukachenko, no poder desde o fim da União Soviética, conquistará um novo mandato, em 19/3. O endurecimento do regime é real, mas há outras razões para a permanência

Alexandre Billette, Jean-Arnault Dérens
1º de março de 2006

Dinastia, petróleo e ambições

Astúcia política, controle policial e fraqueza da oposição permitiram à dinastia Aliev manter-se no poder. Qual o futuro do país, enriquecido agora pelo petróleo e tentado a estabelecer aliança militar com os EUA e a "recuperar" o Alto Karabakh?

Vicken Cheterian
1º de fevereiro de 2006

A briga dos grandes

China, Rússia e Estados Unidos disputam território, riquezas e influência política em uma área estratégica

Vicken Cheterian
1º de fevereiro de 2005

Entre o nacionalismo e o islamismo

Nos cinco estados da Ásia Central que foram parte da União Soviética, a independência nacional não significou democracia ou desenvolvimento econômico

Vicken Cheterian
1º de fevereiro de 2005

Guerra sem fim

Fragilizada por um jogo violento travado pelas grandes potências e pela manipulação das identidades nacionais, a estratégica região caucasiana vive uma sucessão de conflitos

Jean Radvanyi
1º de outubro de 2004

Quando a diáspora volta para casa

Formando ’lobbies’ importantes nos Estados Unidos e mesmo na Rússia, a comunidade armênia na diáspora investe no país, metamorfoseando sua paisagem, não sem antes enfrentar percalços políticos e choques culturais

Vicken Cheterian
1º de janeiro de 2004

Os filhos da privatização chegam ao poder

Quatro eleições, maculadas por fraudes, abalaram Geórgia, Armênia e Azerbaidjão, revelando que, apesar do fim do regime soviético, o poder nunca mudou através das urnas e a política continua sendo o reino de alguns raros privilegiados

Vicken Cheterian
1º de janeiro de 2004

A base dos EUA na Ásia central

Para deslanchar a guerra contra o terrorismo internacional, os Estados Unidos estabeleceram bases militares, na Ásia central, no Uzbequistão, na Quirguízia e no Tadjiquistão. Mas, evidentemente, há o projeto do oleoduto Baku-Tbilisi-Ceyhan

Vicken Cheterian
1º de fevereiro de 2003

Uzbequistão, um país-chave

Com 24 milhões de habitantes e uma posição geograficamente privilegiada, o Uzbequistão é um território crucial no contexto político-militar da atual guerra. Mas é governado por um dos regimes mais repressivos da Ásia central

Vicken Cheterian
1º de novembro de 2001

O novo “grande jogo”

A atual guerra alterou a lógica da competição estratégica na Ásia central. O comércio do petróleo e os projetos de oleodutos perderam parte da sua importância, enquanto as bases aéreas, os serviços de informações e o poder militar viram a sua aumentar

Vicken Cheterian
1º de novembro de 2001

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