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Uma iniciativa


» Zizek: “liberdade é escravidão”, mostra Assange

» Um país tropical – e individualista?

» A “independência” do BC e o governo em conflito

» Política externa em tempos de submissão

» Quem tem medo de Paulo Freire?

» “Meu amigo Trump me ensinou”

» O assombroso enigma da economia chinesa

» Previdência: a falácia do envelhecimento perverso

» “Nova” política com os velhos barões?

» Comuns, a nova fronteira da luta anticapitalista (2)

Rede Social


Edição francesa


» Assimilation forcée dans le Xinjiang chinois

» Les riches entre philanthropie et repentance

» Pour un sport réellement démocratique

» L'Algérie en état d'anomie politique

» L'ère des conflits asymétriques

» Arrière-pensées dans la lutte anticorruption

» La stratégie criminelle des industriels de l'amiante

» Adieu au Kosovo multiethnique

» Médias et désinformation

» Les frontières inconnues du cyberespace


Edição em inglês


» LMD's New York debates

» Decriminalizing the drug war?

» April: the longer view

» Housing, rubbish, walls and failing infrastructure in East Jerusalem

» Mining profits go to foreign investors

» Combatting climate change: veganism or a Green New Deal?

» Berlin's fight for expropriation

» Afghanistan: the fighting continues

» The private world of swiping on screens

» Why doesn't Facebook build a library?


Edição portuguesa


» Edição de Abril de 2019

» A nossa informação, as vossas escolhas

» O cordão sanitário

» O caso do Novo Banco: nacionalizar ou internacionalizar?

» Edição de Março de 2019

» Sabe bem informar tão pouco

» O presidente e os pirómanos

» Edição de Fevereiro e 2019

» As propinas reproduzem as desigualdades

» Luta de classes em França


Golpes de Estado

As obscuras atividades econômicas dos militares

É notório que as forças armadas constituem o maior partido político do país. Poucos sabem, no entanto, que elas concentram também um formidável poder econômico, responsável por 6% do produto interno bruto. Seus negócios vão da alta finança e da indústria pesada até a administração de padarias e salões de beleza

Ayesha Siddiqa
14 de janeiro de 2008

O golpe montado pela CIA

Não se pode compreender o Irã atual sem recuar até o golpe de Estado de 1953. Fomentado pelas multinacionais do petróleo, ele abortou as reformas em curso, fortaleceu a ditadura do xá e abriu caminho para a revolução islâmica de 1978-1979

Mark Gasiorowski
6 de setembro de 2007

Turquia, eleição decisiva

Os islamitas tendem a obter novas vitórias, na renovação do Parlamento e na escolha do próximo presidente turco. Embora o risco de fundamentalismo seja real, a eleição pode significar uma virada, ao superar o controle do exército sobre a vida política

Ignacio Ramonet
19 de maio de 2007

Bancoc sob o cetro de Sua Majestade

Golpe de Estado e queda de Thaksin Shinawastra, o primeiro-ministro bilionário revelam um país ainda controlado pelo rei e pelos militares

André Boucaud, Louis Boucaud
10 de novembro de 2006

A ditadura reconhece seus crimes

Foi necessário esperar mais de 30 anos depois do golpe que depôs Allende para que o Exército chileno assumisse suas responsabilidades sobre a tortura selvagem e os assassinatos praticados pelo regime de Pinochet

José Maldavsky
1º de abril de 2005

Os laboratórios da mentira

Uma crônica sobre o envolvimento dos meios de comunicação no golpe de Estado de 12 de abril — e sobre os novos esforços da mídia para derrubar, em aliança com as elites, o governo eleito pelo povo

Maurice Lemoine
1º de agosto de 2002

O crime perfeito

Os meios de comunicação da Venezuela, porta-vozes informais da Igreja Católica, da oligarquia financeira, do empresariado, da burguesia branca e de um sindicato corrupto, preparam-se, agora, para um golpe perfeito

Ignacio Ramonet
1º de junho de 2002

Um país em erupção

Dificilmente o golpe de Estado que levou o vice-presidente Noboa ao poder conseguirá calar a revolta popular. A crise econômica é profunda é o descontentamento se alastra

José Maria Tortosa
12 de março de 2000

De que lado estão os militares?

Um grupo de oficiais desgarrados apoiou os movimentos populares. Informada, a cúpula do Exército usou a crise para derrubar o presidente e se reaproximar dos EUA e dos políticos

Maurice Lemoine
12 de março de 2000

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