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» Jerusalém, convivência profanada

» Uma feminista propõe repensar a esquerda

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» Aquecimento global: comentário sobre nossa cegueira

» México: o enigmático caminho de Lopez Obrador

» Direito à Creche, luta rebelde

» Eleições e novo governo: o que revogar

» Argentina: nada será como antes

Rede Social


Edição francesa


» La mécanique clientéliste

» « Révolution hors la révolution » en Bolivie

» Puissant et fragmenté, le mouvement social bolivien

» Eruption annoncée du volcan bolivien

» Nobel de littérature à V. S. Naipaul : le prix du reniement

» La Russie en quête d'un nouveau rôle

» La gauche américaine découvre la « justice écologique »

» Spectaculaire victoire des camionneurs américains

» Le vagabondage des déchets toxiques

» Le regard vide de V. S. Naipaul


Edição em inglês


» Venice festival premiere for Syrian war film on the death of hope

» Gunrunning USA

» Ayn Rand's Promethean myth

» Iranians can't wait till 2020

» The legacy of infinite war

» The entropy wars

» Journalism in the age of Trump

» Meat goes out of style

» Where did you go to college, Daddy?

» How Morales stays in power


Edição portuguesa


» Uma aliança das civilizações

» Dirigir a ONU, um trabalho estranho

» Liquidação florestal em França

» Que alterglobalismo?

» Atolamento saudita no Iémen

» Escalada

» Edição de Agosto de 2018

» Na construção do senso comum

» A fábula do 31 de Agosto de 2013

» Edição de Julho de 2018


Greves

Santa María de Iquique

Em 21 de dezembro de 1907, no extremo norte do Chile, centenas de trabalhadores chilenos, peruanos e bolivianos foram massacrados pelo exército e a marinha. Foi assim que o governo oligárquico reprimiu violentamente um movimento social espontâneo

Sergio Grez Toso
12 de dezembro de 2007

Os grevistas, esses doentes mentais

Para os “analistas” da grande imprensa, os professores em greve contra as reformas neoliberais pretendidas pelo governo francês são “descerebrados” e seu movimento, uma atitude “revanchista e irracional” que defende propostas “irreais”

Serge Halimi
1º de setembro de 2003

O que mata a Universidade

Desde 1981, quando subitamente aumentou a carga horária de ensino em 50%, os professores universitários sofreram sem protestar a invasão das reformas, a multiplicação do número de alunos e a lenta degradação de sua condição de trabalho

Pierre Jourde
1º de setembro de 2003

Uma revolta em nome do ensino igualitário

Mesmo sem consenso pedagógico, o movimento dos professores reafirmou com vigor, na mobilização de 2003 contra a reforma descentralizadora de Raffarin, seu vínculo com o serviço público de educação nacional e sua vocação democrática

Jérôme Deauvieau, Jean-Pierre Terrail
1º de setembro de 2003

Os "operadores" vão à greve

Jovens trabalhadores de uma empresa ligada à Mercedes Benz mostram, numa região operária esgotada pelo desemprego, que, também nas "novas" fábricas, é possível enfrentar a exploração e vencê-la

Michel Pialoux, Stéphane Béaud
12 de fevereiro de 2000

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