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Uma iniciativa


» No Equador, a insurreição tem rosto indígena

» A instigante experiência da “comuna” originária

» Alcântara, acordo indigno

» Marxismo cultural, hora de um resgate

» Conheci Santa Dulce dos Pobres

» Finanças: antes da tempestade, o mormaço

» O amargo sabor da fruticultura brasileira

» O Mugica que era padre

» O flerte do “lugar de fala” com a brutalidade israelense

» Equador: os componentes da rebeldia andina

Rede Social


Edição francesa


» Gauche latino-américaine, version Uruguay

» Fascisme, islam et grossiers amalgames

» Intellectuels est-allemands sur la sellette

» Le malheur kurde

» La Turquie dans le grand jeu

» Fiasco américain au Proche-Orient

» Le paradis sur terre des intellos précaires

» Ces territoires méconnus de l'économie sociale et solidaire

» Ces visages multiples de l'islamisme

» La santé, malade de l'argent


Edição em inglês


» October: the longer view

» Socialism resurgent?

» Power to decide who's guilty

» East Germany's loyal returnees

» Ankara realpolitik

» South Africa's lands must be shared

» Turkey's rival Islamists

» Argentina's unlikely presidential duo

» Reversing the polarities

» Value chains: who takes the profits?


Edição portuguesa


» Edição de Outubro de 2019

» Estabilidade para quem?

» Washington contra Pequim

» Edição de Setembro de 2019

» Portugal não pode parar?

» Quem elegeu Ursula von der Leyen?

» Edição de Agosto de 2019

» Plural e vinculado à esquerda

» Os talibãs de São Francisco

» Edição de Julho de 2019


Grupos Paramilitares

A tragédia mora ao lado

Num país governado pela extrema-direita, os paramilitares continuam agindo impunemente. Em conluio com o exército e inúmeros políticos, eles já desalojaram mais de 3 milhões de pessoas e seguem assassinando as lideranças dos movimentos sociais

Paola Ramírez Orozco-Souel
11 de fevereiro de 2009

A arma da impostura

Isolados, os paramilitares criam falsas ONGs, simulam relações internacionais solenes, fingem ter no exterior o apoio que já lhes falta em seu país

Laurence Mazure
20 de maio de 2007

A Colômbia encara a violência

A revelação, há meses, das relações entre paramilitares e política, mergulhou o país numa crise duradoura. Pergunta: a sociedade será capaz de vencer o círculo infernal de brutalidade, no qual se juntam as milícias de direita e a guerrilha de "esquerda"?

Laurence Mazure
19 de maio de 2007

Poderes militares de Teerã

Além das forças armadas regulares, o Irã conta com dois corpos de milícias paramilitares e com centros de formação de combatentes estrangeiros. No comando desta máquina não está o presidente, mas o Guia da Revolução

Jehan Lazrak
21 de dezembro de 2006

Impunidade à vista

Lei aprovada recentemente na Colômbia abre espaço para que os grupos paramilitares fiquem impunes e suas fortunas, construídas com narcotráfico e espoliação, intocadas

Carlos Gutiérrez
1º de outubro de 2005

Guerra contra os pobres

Honduras está em guerra contra os delinqüentes, principalmente os mais jovens e os mais pobres. À margem da repressão legal, centenas de execuções extrajudiciais de crianças e de adolescentes ensangüentam o país: 2.125 assassinatos de jovens, de 3 a 23 anos, nesses últimos cinco anos

Raphaëlle Bail
1º de agosto de 2004

Perigosa escalada

Foi sob uma chuva de morteiros atirados pelas Farc que Alvaro Uribe Vélez assumiu suas funções em agosto do ano passado, anunciando o recrudescimento do conflito entre o Estado e as guerrilhas, agora com intervenção cada vez maior dos forças norte-americanas

Maurice Lemoine
1º de abril de 2003

Os paramilitares e o terrorismo de Estado colombiano

Enquanto as negociações com as guerrilhas - Farc e o ELN - continuam em ponto morto, o governo Uribe, com apoio de Washington, recebe de braços abertos os paramilitares ligados a assassinatos de civis e a violação dos direitos humanos

Hernando Calvo Ospina
1º de abril de 2003

Viagem ao coração da guerrilha

Reportagem sobre as FARC, o grupo guerrilheiro mais antigo da América Latina: as relações entre os combatentes e o povo, as suspeitas de envolvimento com o narcotráfico, a escalada militar norte-americana, as saídas para pacificar um país onde lutar por justiça social pode ser sinônimo de estar condenado à morte

Maurice Lemoine
12 de abril de 2000

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