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» O que o Brasil pode perder sem a Eletrobras

» A distopia trabalhista da Amazon

» Cinema: A arte de observar a poesia das miudezas

» 18 de maio de 2022

» Os deadbots e os limites éticos da tecnologia

» Por outra Política de Ciência, Tecnologia e Inovação

» A Nave dos Loucos e os espaços da (des)razão

» WikiFavelas: O racismo religioso de cada dia

» 17 de maio de 2022

Rede Social


Edição francesa


» Jénine, enquête sur un crime de guerre

» Le monde arabe en ébullition

» Au Proche-Orient, les partis pris de la Maison Blanche

» L'abolition du territoire

» Regard sur Sarajevo

» Les progrès du libéralisme économique à Sri-Lanka

» Le marché du blé pourra-t-il être codifié par un nouvel accord international ?

» Le président Marcos allié gênant et retors des États-Unis

» Front de gauche, ou la fin d'une malédiction

» Le défi indien et le colonialisme blanc


Edição em inglês


» Lebanon: ‘Preserving the past in hope of building the future'

» May: the longer view

» Fragmented territories

» A clash of memories

» Alsace's toxic time bomb

» The poisonous problem of France's nuclear waste

» Can Medellín change its image?

» Venezuela: a ‘country without a state'

» The urgent need to preserve Lebanon's past

» French troops forced to withdraw from Mali


Edição portuguesa


» Morrer em Jenin

» Recortes de Imprensa

» Será a caneta mais poderosa do que a espada?

» A Hipótese Cinema

» Um projecto ecofeminista em Aveiro

» David Bowie em leilão

» Como Pequim absorveu Hong Kong

» Na Colômbia, o garrote Medellín

» Face ao colapso, o Líbano quer preservar a sua memória

» Continua a Inglaterra a ser britânica?


Guerras civis

O urânio na raiz do conflito

Um dos países mais pobres do mundo vive de novo em estado de guerra civil, em virtude... de suas riquezas. Terceiro maior produtor de urânio do planeta, o Níger entrega o minério à exploração de transnacionais — que têm o apoio das forças armadas contra a população tuaregue

Anna Dednik
20 de julho de 2008

Guernica, agonia de uma guerra

Completam-se em 26 de abril setenta anos do massacre de Guernica por tropas da direita espanhola apoiadas por soldados nazistas. Durante quatro décadas, a autoria do crime foi ocultada: só a obra-prima de Picasso serviu como testemunha

Lionel Richard
29 de abril de 2007

Num livro, a verdade

Foi apenas nos anos 1970, e graças à pesquisa de uma dupla de jornalistas, que se esclareceu a responsabilidade pelo bombardeio em massa de Guernica — e se soube como a cidade viveu suas últimas horas

Lionel Richard
29 de abril de 2007

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