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» Reportagem: assim se faz um escracho

» Quinze anos de literatura e resistência

» A vitória dos pataxós e a História de todas as cores

» Um recuo na trajetória de Angela Merkel?

» Transportes: por que se rejeita os VLTs

» Brasil: por outra política de drogas

» Uma nova chance para a Grécia?

» A volta (e os novos desafios) dos indignados

» Estranha “democracia” onde povo não decide

» O dia em que a Europa encarou a Troika

Rede Social


Edição francesa


» « Nous coûtons moins cher… »

» M. François Hollande contre le pantouflage

» En Grèce, succès de la gauche radicale, impasse institutionnelle

» Après l'élection de François Hollande

» Dans la Tunisie de 1956, déjà une Constituante

» Comment basculent les empires

» Aux Philippines, les ambitions d'un député boxeur

» Bouchers roumains pour abattoirs bretons

» La fabrique de l'âme standard

» La Chine malade de son charbon


Edição em inglês


» Welcome to the 2012 Hunger games

» The Obama contradiction

» What now for François Hollande?

» A History of the world, BRIC by BRIC

» The challenge for Hollande

» Frequent bouts of wisdom

» The year of occupation

» The enemy within

» Does Russia have a middle class?

» Vietnam: cheap degrees for the masses


Edição portuguesa


» Edição de Maio de 2012

» Ocupar o comum

» A nova situação

» Apoie o jornal assinando-o

» Serviço Nacional de Saúde em Portugal

» Ocupar é urbanizar: sobre a Es.Col.A da Fontinha

» «Fazer acontecer a revolução»: cinco notas sobre "Linha Vermelha"

» Edição de Abril 2012

» Audácia ou atolamento

» Insegurança social


Guerras civis

O urânio na raiz do conflito

Um dos países mais pobres do mundo vive de novo em estado de guerra civil, em virtude... de suas riquezas. Terceiro maior produtor de urânio do planeta, o Níger entrega o minério à exploração de transnacionais — que têm o apoio das forças armadas contra a população tuaregue

Anna Dednik
20 de julho de 2008

Guernica, agonia de uma guerra

Completam-se em 26 de abril setenta anos do massacre de Guernica por tropas da direita espanhola apoiadas por soldados nazistas. Durante quatro décadas, a autoria do crime foi ocultada: só a obra-prima de Picasso serviu como testemunha

Lionel Richard
29 de abril de 2007

Num livro, a verdade

Foi apenas nos anos 1970, e graças à pesquisa de uma dupla de jornalistas, que se esclareceu a responsabilidade pelo bombardeio em massa de Guernica — e se soube como a cidade viveu suas últimas horas

Lionel Richard
29 de abril de 2007

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