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Uma iniciativa


» A cultura alimentar proibida pela lei

» A sociedade dos afetos regredidos

» UberCapitalismo: a contrarrevolução do século 21

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» Revolução Russa: mitos, erros e atualidade (1)

» Frugalidade, opção anticapitalista

» Henrique Meirelles e o Consenso de Washington

» Rio Doce, a farsa da “recuperação”

» Boaventura: a ilusória “Desglobalização”

» Boaventura: a ilusória “Desglobalização”

Rede Social


Edição francesa


» Relire Marcuse pour ne pas vivre comme des porcs

» L'autre combat des femmes kurdes d'Irak

» Révolte silencieuse pour sauver l'Unesco

» La France condamnée à désarmer

» Ces grandes puissances, obstacles à un monde non nucléaire

» Des champs pétrolifères contestés

» Les frontières incertaines du Kurdistan

» Pour un nouvel ordre économique mondial

» Une voie nouvelle : enrichir la revendication

» En finir avec le franc CFA ?


Edição em inglês


» Gabriel Gorodetsky on the early years of Soviet foreign policy

» Trump's game plan

» “Tell me how this ends?”

» “Enemy Combatants” again?

» The empire comes home

» The scandal of Pentagon spending

» Autopilot wars

» The Trump presidency

» Trump is in your head

» China's new Silk Road


Edição portuguesa


» Ordenar a floresta contra incêndios: não basta a silvicultura

» Os incêndios florestais, mais uma vez

» Edição de Outubro de 2017

» Trabalho à esquerda

» O século de Lenine

» «Nova rota da seda»: um trunfo geopolítico para a Rússia

» Edição de Setembro de 2017

» Blocos de actividades para o Estado e para o mercado

» Donald Trump ultrapassado pelo partido anti-russo

» Edição de Agosto de 2017


Guerras contra o Vietnã

Fogo sobre o Camboja

Novas informações revelam: bombardeios dos EUA sobre o país, entre 1965 e 73, foram cinco vezes mais intensos que se supunha, e possivelmente os mais pesados da História. Brutalidade entregou população ao extremismo genocida do Khmer Vermelho — presságio do que pode ocorrer no Iraque

Ben Kiernan , Taylor Owen
16 de janeiro de 2008

O novo despertar do Vietnã

Lutando contra traumas de duas guerras, o país atrai investimentos, cria pólos de alta tecnologia e influi nos rumos Sudeste Asiático. Uma abertura cultural vai deixando para trás o "realismo socialista". O PC procura uma modernização na qual mantenha o controle do poder

Jean-Claude Pomonti
12 de fevereiro de 2007

O Império ilude a si mesmo

Como a CIA e outras agências foram manipuladas, nas guerras contra Vietnã e Iraque, para produzir as "informações" que interessavam à Casa Branca e iludir a opinião pública. Por que esta deformação pode ser catastrofica para os próprios planos militares dos EUA

Gabriel Kolko
1º de abril de 2006

Quem faz as guerras químicas

No momento em que os EUA usam fósforo branco e urânio empobrecido contra o Iraque, vale observar as seqüelas do agente laranja provoca no Vietnã, vinte anos após pulverizado

Francis Gendreau
1º de janeiro de 2006

Da guerra colonial ao terrorismo de Estado

Os 55 dias da batalha de Dien Bien Phu, que determinaram a derrota do Exército francês pelos vietnamitas, abriram caminho para a descolonização da África, mas também para a “guerra suja” no Cone Sul

Maurice Lemoine
1º de novembro de 2004

Os ecos da primeira vitória dos povos colonizados

Há cinqüenta anos atrás, a vitória dos vietnamitas, liderados por Ho Chin Min, contra o exército francês, na batalha de Dien Bien Phu, funcionou como um estopim para as lutas por independência dos países africanos

Alain Ruscio
1º de julho de 2004

Os operários e a guerra do Vietnã

Estudantes contra a guerra, de um lado; operários pró-guerra, do outro. Essa é a imagem freqüentemente veiculada sobre o engajamento militar norte-americano contra o Vietnã, mas está longe de ser a verdade .

Rick Fantasia
1º de junho de 2003

O napalm ainda mata

As operações de guerra química, com a utilização do napalm, começaram em 1961 com a aprovação do presidente John Kennedy, e foram progressivamente intensificadas até atingirem seu ponto culminante em 1965

Shofield Coryell
1º de março de 2002

Quando o cinema fez guerrilha contra os EUA

Um quarto de século após a derrota norte-americana, vale a pena lembrar os documentários de cineastas independentes, que ajudaram a juventude a enxergar os horrores da guerra e a levantar-se contra ela

Ignacio Ramonet
12 de abril de 2000

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