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» 3 de julho de 2020

» Destrinchamos a nova lei que mercantiliza a água

» Literatura dos Arrabaldes: O decreto e o levante

» As fronteiras cruzadas em Apocalipse Now

» Bolsonaro usa o vírus para reinventar tortura

» 2 de julho de 2020

» Boaventura: A universidade pós-pandêmica

» As miragens de que se vale a ultradireita

» Em filme, Nise, e sua crítica radical à velha psiquiatria

Rede Social


Edição francesa


» Michel Onfray, le dernier nouveau philosophe

» Les forces de l'ordre social

» Vous avez dit « systémique » ?

» Un pays miné par les homicides policiers

» Décollage africain, marasme sénégalais

» BCE, enquête dans le temple de l'euro

» Le procès de M. Barack Obama

» Comment fonctionnent les systèmes de santé dans le monde

» Les nouvelles stratégies pétrolières des Etats et des grandes compagnies

» École et santé en ruines


Edição em inglês


» Oil production and consumption around the world

» OPEC's share of production in a changing oil market

» Passport power

» Prato's migrant workforce

» No going back to business as usual

» Trade war in strategic minerals

» When oil got cheaper than water

» A tale of two countries

» Jair Bolsonaro, wannabe dictator

» The culture of health and sickness


Edição portuguesa


» Dois ou três lugares a preencher – a propósito de José Saramago

» A Jangada de Saramago

» Um homem chamado Saramago

» «O desastre actual é a total ausência de espírito crítico»

» Edição de Junho de 2020

» A fractura social

» Vender carros Audi na Birmânia

» Edição de Maio de 2020

» Defender os trabalhadores

» Todos crianças


Idiomas

O último imigrante

Que se passará com sociedade, cultura, arte e ciência na França, quando já não restarem árabes. Fábula inédita de Tahar Bem Jelloun

Tahar Ben Jelloun
1º de agosto de 2006

A língua árabe, o Rolls Royce e o Volkswagen

No debate sobre a reforma do islã, algumas pessoas exigem dos árabes que modifiquem também sua língua: que escolham definitivamente o árabe clássico e abandonem o árabe dialetal. Antes de sua morte em setembro do ano passado, Edward W. Said explicou por que essa exigência reflete um extraordinário desdém pela riqueza da experiência cotidiana expressa pela língua popular

Edward W. Said
1º de agosto de 2004

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