» Reportagem: assim se faz um escracho
» Quinze anos de literatura e resistência
» A vitória dos pataxós e a História de todas as cores
» Um recuo na trajetória de Angela Merkel?
» Transportes: por que se rejeita os VLTs
» Brasil: por outra política de drogas
» Uma nova chance para a Grécia?
» A volta (e os novos desafios) dos indignados
» « Nous coûtons moins cher… »
» M. François Hollande contre le pantouflage
» En Grèce, succès de la gauche radicale, impasse institutionnelle
» Après l'élection de François Hollande
» Dans la Tunisie de 1956, déjà une Constituante
» Comment basculent les empires
» Aux Philippines, les ambitions d'un député boxeur
» Bouchers roumains pour abattoirs bretons
» La fabrique de l'âme standard
» La Chine malade de son charbon
» Welcome to the 2012 Hunger games
» What now for François Hollande?
» A History of the world, BRIC by BRIC
» Does Russia have a middle class?
» Vietnam: cheap degrees for the masses
Que se passará com sociedade, cultura, arte e ciência na França, quando já não restarem árabes. Fábula inédita de Tahar Bem Jelloun
No debate sobre a reforma do islã, algumas pessoas exigem dos árabes que modifiquem também sua língua: que escolham definitivamente o árabe clássico e abandonem o árabe dialetal. Antes de sua morte em setembro do ano passado, Edward W. Said explicou por que essa exigência reflete um extraordinário desdém pela riqueza da experiência cotidiana expressa pela língua popular