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Uma iniciativa


» Na Venezuela, a oposição adota o terror

» Rumo à agricultura do medo?

» Boaventura debate Revolução, Democracia e o Brasil

» Meio cheio ou meio vazio?

» Que importa que o crítico resmungue?

» Hora de enfrentar Facebook e Google?

» Contra a crise, o possível pós-capitalismo local

» Como Foucault e Agamben explicam Bolsonaro

» “Liberais” — até a página dois…

» Homem em chamas na Venezuela

Rede Social


Edição francesa


» Quand les armes ont parlé...

» La constellation du maintien de la paix

» La Yougoslavie, banc d'essai de la nouvelle Europe ?

» Bernard-Henri Lévy enragé contre « Le Monde diplomatique »

» Le talon d'Achille du nucléaire français

» Multiplication des opérations militaires autour du Sahel

» Dégringolade

» Revenu garanti, l'invité-surprise

» L'Allemagne et les réfugiés, deux ans après

» Portes ouvertes au secteur privé


Edição em inglês


» The hidden costs of “national security”

» Will AI make society obsolete?

» Empire of destruction

» A Fairy tale from 2050

» The demolition of U.S. global power

» Preparing for doomsday

» Growing my way out of dystopia

» The insult wars in Washington

» The enemy of my enemy Is my...?

» The politics of no politics


Edição portuguesa


» Míopes ou maldosos?

» Edição de Julho de 2017

» O síndrome da nêspera

» Embustes democráticos

» Edição de Junho de 2017

» Segurança na reforma começa no emprego

» Os anos loucos

» Colonialismo português: excepção ou barbárie?

» Os genes do euro e as vacas que não voam

» Agitação anti-sistema na Europa e nos Estados Unidos


Impasses da Esquerda Institucional

Um novo marxismo para um novo mundo

A ordem social moderna comporta não uma, mas duas forças sociais dominantes: ao mundo dos “capitalistas” articula-se o dos gestores privados e públicos. É a essas duas forças que deve se opor o conjunto das “classes fundamentais populares”

Gérard Duménil, Jacqes Bidet
15 de outubro de 2007

Populismo à francesa

Para o conjunto da esquerda a derrota nas eleições presidenciais é decisiva. Marca o fim de uma era. E força a uma indispensável refundação

Ignacio Ramonet
21 de junho de 2007

Esquerda, versão Uruguai

Sensível aos temas sociais e duro com os militares que têm saudades da ditadura, o governo Tabaré Vasquez faz, porém, concessões às transnacionais. Parte de seus ministros flerta com os EUA e despreza o Mercosul

Edouard Bailby
29 de abril de 2007

Novo mosaico das resistências mexicanas

Num país governado pela direita autoritária, multiplicam-se iniciativas de contra-poder, algumas com forte caráter inovador. Mas serão capazes de se entender e fazer de sua grande diversidade um trunfo?

Jean-François Boyer
29 de abril de 2007

Um partido quer mudar o Quebec

Formado há um ano, e originário de uma articulação entre a esquerda radical e alguns movimentos sociais, o Quebec Solidário assume certas reivindicações do altermundialismo — e já não subordina a questão social à conquista da soberania em relação ao Canadá

Gilles Bourque
21 de março de 2007

Participação popular contra o "velho Estado"

Caracas: numa espécie de revolução dentro da revolução, setores populares criam conselhos comunais, e tentam transformar o Estado para tornar reais, enfim, as mudanças no país

Renaud Lambert
6 de setembro de 2006

Social-democracia alemã: mais uma vítima de seus abandonos

Até a pouco tempo, o maior partido de esquerda do Ocidente, o SPD deve a seus “capitalistas de esquerda”, desfilando em terno Brioni e charutos Cohiba na boca, o desmoronamento do apoio de seu eleitorado e o distanciamento de sua base social

Matthias Greffrath
1º de setembro de 2005

As renúncias da esquerda em nome da Europa

Não é de hoje que a utopia européia é pretexto para os socialistas franceses abrirem mão de sua plataforma política para atender aos interesses do capital

Serge Halimi
1º de junho de 2005

Governo Lula: uma “terceira via” cada vez mais contestada

Presença constante no Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, Lula faz um governo mais próximo de Davos e vem se divorciando cada vez mais dos movimentos sociais, mesmo diante da primeira regressão eleitoral da história do PT

Emir Sader
1º de janeiro de 2005

Esquerda no poder e privatização fora da lei

Ao elegerem, no dia 31 de outubro de 2004, um presidente de esquerda – Tabaré Vásquez, da Frente Ampla (“Frente Amplio”) – os uruguaios não só puseram fim a 170 anos de partilha do poder entre o Partido Colorado e o Partido Nacional, como, por meio de um plebiscito, também decidiram, e com uma maioria de 64,5%, que seja incluído na Constituição que a água pertence ao domínio público e não pode ser privatizada

Jacques Secretan
1º de dezembro de 2004

A segunda morte de Amílcar Cabral

O partido que teve papel chave na independência de Cabo Verde e Guiné Bissau se domesticou. Os dirigentes de hoje governam o arquipélago como empresários; e dos ideais de Amílcar Cabral restou apenas lembrança

Tobias Engel
1º de novembro de 2004

À esquerda... mas com os patrões

Os governos “de esquerda”, na França, inauguraram uma nova etapa na história da corrupção e da promiscuidade entre o público e o privado, convocando executivos e bilionários para assessorar a República. Chamaram isso de “modernidade”

Olivier Toscer
1º de dezembro de 2003

A vacilante resistência aos transgênicos

O Brasil era o único dos três grandes produtores de soja a conter a disseminação de sementes transgênicas em seu território. Mas a paciente “estratégia de contaminação” da Monsanto associada ao poderoso ’lobby’ do agronegócio vem derrubando esta última fronteira

Jean-Jacques Sevilla
1º de dezembro de 2003

Os perigosos desafios da transição

Enquanto Brasília se afirma sobre a cena mundial e o governo Lula se sujeita aos ditames do FMI,os grupos oligárquicos, donos dos territórios e das riquezas e de um poder entranhado no aparelho judiciário e policial, entravam as reformas sociais esperadas pelos brasileiros

Gilles de Staal
1º de dezembro de 2003

Onde está o povo?

As noções de “povo”, “interesse geral” e “sociedade civil” se diluem, enquanto as eleições se aproximam de uma formalidade destinada a rubricar “democracia” em escolhas feitas a priori por uma elite. A democracia representativa aprofunda sua crise

Anne-Cécile Robert
1º de novembro de 2003

A sina da instabilidade

Com perspectivas promissoras logo após sua independência, país sofre com golpes e o abandono do projeto que buscava outra concepção de desenvolvimento, baseada nos interesses de sua população

Tobias Engel
1º de novembro de 2003

Os limites da reforma agrária de mercado

Uma das mais pesadas heranças do apartheid, quando o CNA assumiu o poder, 84% das terras agricultáveis estavam nas mãos dos fazendeiros brancos. Ao optar por uma solução de mercado, em oito anos, somente 1, 2% das terras agricultáveis foram transferidas para os agricultores negros

Colette Braeckman
1º de setembro de 2003

O futuro incerto do comunismo

Em sucessivas eleições, o Partido Comunista Francês teve um desempenho abaixo de seus patamares históricos. Essa decadência aparentemente inexorável de seu potencial militante e de seu apelo político é questionada por três livros lançados recentemente

Jack Dion
1º de junho de 2003

Os desafios do pós-neoliberalismo

Após 30 anos de hegemonia da direita, as vitórias de Lula, de Gutierrez, no Equador, a resistência de Chávez, na Venezuela, e as possíveis mudanças políticas na Argentina e no Uruguai anunciam a esperança de um novo período histórico: o pós-neoliberalismo

Emir Sader
1º de fevereiro de 2003

Um homem contra

’O Contexto’ suscitou uma polêmica implacável quando foi publicado, pois Sciascia critica, em última instância, o realismo frio dos dirigentes do Partido Comunista Italiano, prontos para um “compromisso histórico” que exala o cheiro fétido do conchavo

Sergio Carrozzo
1º de novembro de 2002

Por uma democracia absoluta!

No lastro do fracasso da esquerda social-democrata e do avanço da direita, a nova esquerda italiana busca seus caminhos

Antonio Negri
1º de agosto de 2002

Uma Constituição da vontade

Foi graças aos princípios avançadas da Carta sul-africana que a sociedade venceu a primeira batalha em torno da AIDS, travada contra os laboratórios farmacêuticos. O governo do Congresso Nacional Africano vacilou...

Philippe Rivière
1º de agosto de 2002

Um problema de “isolamento”...

Tempos atrás, o atual primeiro-ministro francês, Jean-Pierre Raffarin, deu uma lição de “socialismo” no social-democrata Lionel Jospin, que ocupava então o cargo: sua política social elitista estaria isolando seu governo das camadas populares...

Serge Halimi
1º de julho de 2002

A esquerda “não socialista”...

Mesmo entre os amigos de Lionel Jospin, raros pensam que ele agiu certo ao fazer uma campanha eleitoral que anunciava “A França está melhor” e propunha – para que esse “melhor” se prolongasse – um programa “que é não socialista”

Serge Halimi
1º de julho de 2002

FMLN contra FMLN

Na Frente, as reações divergem, conforme as correntes – revolucionária socialista (CRS, também chamada “ortodoxa”), renovadora, unionista (ligada à unidade do movimento), cada uma delas com um nome identificando a sua ideologia

1º de março de 2002

Quando a ex-guerrilha governa a capital

Dez anos depois de deixar as armas, a FMLN transformou-se na maior força do Parlamento e é forte candidata à Presidência. Já governa San Salvador, onde enfrenta a pobreza, o boicote do governo federal e suas próprias contradições internas

Karim Bourtel
1º de março de 2002

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