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Uma iniciativa


» Boaventura: para que o futuro seja de novo possível

» Seis elementos da conjuntura brasileira

» Trump quer a guerra – e conquista o establishment

» Sob Temer, a grilagem volta sem freios

» Tiradentes, herói sem nenhum caráter?

» Como pulsa hoje nosso desejo de rua?

» França: a esquerda vive, quando não se rende

» A indispensável Reforma Política

» Quilombolas: a longa batalha pelo território

» Bem-vindo à escola do século 19

Rede Social


Edição francesa


» Fêter une révolution sans donner des idées

» « Which Side Are You on ? »

» « La société n'existe pas »

» « L'esprit de Dunkerque », quand l'élite cède…

» Au Kenya, les habitants de la côte exclus du banquet démocratique

» Émiettement

» Royaume-Uni, de l'Empire au Brexit

» Une préoccupation récente

» Glossaire

» « Ce sont les entreprises qui créent l'emploi »


Edição em inglês


» Down the memory hole

» Little big man

» Boycott Trump

» Whistleblowers, moral injury, and endless war

» Forty-five blows against democracy

» Memory loss in the garden of violence

» Iran elections: presidential debates or reality TV show?

» The American way of war is a budget-breaker

» The hazards of military worship

» Mosul on my mind


Edição portuguesa


» Os genes do euro e as vacas que não voam

» Agitação anti-sistema na Europa e nos Estados Unidos

» Crise e estagnação no labirinto

» Edição de Maio de 2017

» O desígnio de Marcelo

» O Estado profundo

» Militarismo: uma paixão francesa

» Edição de Abril de 2017

» A liberdade e o medo

» Outra vez a armadilha do voto útil?


Imperialismo

O que o Império Britânico poderia ensinar aos EUA

No momento em que a influência dos Estados Unidos sobre o resto do mundo parece ameaçada, vale a pena ensair uma comparação entre a o império norte-americano e o que o precedeu. Ela revelará, entre outros pontos, que a Grã-Bretanha teve, em meados do século 20, a sabedoria de perceber que seu poder tinha limites. Os EUA serão capazes do mesmo?

Eric Hobsbawm
23 de novembro de 2008

O urânio na raiz do conflito

Um dos países mais pobres do mundo vive de novo em estado de guerra civil, em virtude... de suas riquezas. Terceiro maior produtor de urânio do planeta, o Níger entrega o minério à exploração de transnacionais — que têm o apoio das forças armadas contra a população tuaregue

Anna Dednik
20 de julho de 2008

Escopeta não é chocalho

Ao reativarem a IV Frota, os EUA sugerem que têm força para, por exemplo, bloquear o comércio externo da América do Sul. Em teoria, a disposição de um estado mais poderoso a exercer violência só pode ser enfrentada por alianças entre parceiros que consigam superar suas próprias rivalidades

José Luís Fiori
17 de julho de 2008

Provavelmente, Deus não é africano

A economia do continente já cresce 5,5% ao ano, duas vezes mais que em 1990. Mas há algo grave por trás dos números: a África caminha para ser, pela terceira vez, o espaço privilegiado de uma grande competição imperialista, o palco em que as potências disputarão riquezas e posições militares

José Luís Fiori
24 de abril de 2008

A nau dos dinossauros

No crepúsculo da Era Bush, centenas de neo-conservadores norte-americanos embarcam num cruzeiro marítimo, durante o qual debatem o "sucesso notável" dos EUA no Iraque, a "inexistência" do aquecimento global e o "risco iminente" de dominação muçulmana sobre a Europa. Nosso repórter estava com eles

Johann Har
14 de fevereiro de 2008

Fogo sobre o Camboja

Novas informações revelam: bombardeios dos EUA sobre o país, entre 1965 e 73, foram cinco vezes mais intensos que se supunha, e possivelmente os mais pesados da História. Brutalidade entregou população ao extremismo genocida do Khmer Vermelho — presságio do que pode ocorrer no Iraque

Ben Kiernan , Taylor Owen
16 de janeiro de 2008

Por que o Congresso não acaba com a guerra do Iraque?

No período recente, quase toda vez que um presidente norte-americano enviou tropas ao exterior, o Congresso abdicou de suas prerrogativas constitucionais em matéria bélica. Daí os obstáculos que enfrentam agora os democratas realmente desejosos de pôr fim aos combates no Oriente Médio

Ryan Hendrickson
14 de janeiro de 2008

Washington diante do desafio latino-americano

Com sua retórica arrogante e a emergência de novos governos de esquerda ou centro-esquerda no continente, o governo norte-americano perdeu a mão na região. Mas ainda conta com poderosos fatores de influência, como os tratados de livre comércio e a chamada cooperação militar

Janette Habel
12 de dezembro de 2007

A desastrosa “pax americana”

Rotulando todo e qualquer conflito na região como um confronto global entre o Bem e o Mal, a política neoconservadora dos Estados Unidos estabeleceu vínculos antes inexistentes entre crises locais, municiou o fanatismo islâmico e criou o maior foco de instabilidade do planeta

Alain Gresh
12 de novembro de 2007

Capital, propriedade e gestão

Há mais de um século, o capitalismo separou os proprietários jurídicos dos meios de produção de quem os administra. Diversos autores dedicaram-se ao estudo dessa cisão

Gérard Duménil, Jacqes Bidet
16 de outubro de 2007

Um novo marxismo para um novo mundo

A ordem social moderna comporta não uma, mas duas forças sociais dominantes: ao mundo dos “capitalistas” articula-se o dos gestores privados e públicos. É a essas duas forças que deve se opor o conjunto das “classes fundamentais populares”

Gérard Duménil, Jacqes Bidet
15 de outubro de 2007

O Império enxerga seu declínio

As divergências no interior do stablishment norte-americano tornam-se agudas, num sinal de que a guerra contra o Iraque pode ter revelado as debilidades do exército e, ainda mais grave, devastado a "legitimidade mundial da América"

Philip S. Golub
15 de outubro de 2007

O ano 1 da esquerda

Depois da derrota eleitoral na França, paremos tudo e repensemos. É preciso começar pelo retorno ao que seria a raiz do conflito entre a esquerda e a direita, que não se traduz por “valores”, mas pela questão fundamental do controle da economia
(Na internet, a partir de setembro)

Jean Bricmont
13 de agosto de 2007

A grande disputa pela Ásia Central

Sem alarde, Estados Unidos, Rússia, União Européia e China travam uma intrincada batalha pela região em torno do Mar Cáspio. Rica em petróleo e gás, marcada por regimes instáveis e disputas religiosas, ela pode ser o centro de grandes conflitos no século 21

Régis Genté
27 de julho de 2007

O Bem, o Mal e o Terrorismo

Quatro livros recém-lançados examinam o recurso à violência pessoal, a pretexto de obter reivindicações políticas. Entre os debates necessários, uma pergunta incômoda: que distingue o terror dos "inimigos" do que é praticado pelos "aliados"?

Eric Rouleau
20 de maio de 2007

Quem faz as guerras químicas

No momento em que os EUA usam fósforo branco e urânio empobrecido contra o Iraque, vale observar as seqüelas do agente laranja provoca no Vietnã, vinte anos após pulverizado

Francis Gendreau
1º de janeiro de 2006

Fósforo branco sobre Falluja

A revista do exército dos EUA descreve o produto químico como "arma psicológica" para desalojar insurgentes dos seus esconderijos, uma tática chamada "shake’n bake" ("agitar e assar")

Maria Wimmer
1º de janeiro de 2006

Sessenta anos de armas nucleares

A história do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP) revela: por jamais cumprirem as cláusulas que prevêem seu desarmamento, e por buscarem uma ordem abertamente desigual, as cinco grandes potências nucleares estimulam na prática a corrida rumo às armas atômicas

Georges Le Guelte
1º de novembro de 2005

No embalo da globalização sem lei

É fácil identificar os motores que impulsionam tantos países a cobiçar poder atômico: ordem internacional regida pela força, deslocalização industrial e redes internacionais de traficantes

Georges Le Guelte
1º de novembro de 2005

O direito à tecnologia

As deformações dos EUA sobre os “planos nucleares” de Teerã fazem lembrar o caso das “armas de destruição de massa” do Iraque. Suspeita: Washington estaria interessada em criar um oligopólio ocidental de produção de energia?

Cyrus Safdari
1º de novembro de 2005

A “rebelião espontânea” de 1903

Em dezembro de 1999, o Panamá recuperou a soberania do canal. A Colômbia, no entanto, jamais recuperou o Panamá, província que lhe pertencia e lhe foi surrupiada por aventureiros internacionais em função de objetivos estratégicos comerciais

Hernando Calvo Ospina
1º de novembro de 2003

A honra dos funâmbulos

De 1925 a 1960, do manifesto contra a guerra do Rif ao dos 121, contra a guerra da Argélia, o pensamento e os compromissos políticos de André Breton constituíram sempre uma linha reta e nítida: o posicionamento a favor do lado minoritário

Régis Debray
1º de setembro de 2003

O impasse dos protetorados

No contexto da globalização mercantil e financeira, ressurge o sistema de protetorados, cujas tutelas monetárias, econômicas e militares espezinham o princípio da soberania dos Estados, assim como o do direito à autodeterminação dos povos.

Catherine Samary
1º de maio de 2003

Pulsão de morte

“Toda a cidade de Tetelmünde estava em chamas; uma tocha grandiosa, iluminada pelo furor ancestral dos obcecados, nos quais, inesperado, exigindo seus direitos, renascia o principal instinto do homem: a destruição.”

Valerio Evangelisti
1º de maio de 2003

Quando os EUA sonhavam com França sob protetorado

Desde 1941, Washington previa impor à França - como aos futuros vencidos, Itália, Alemanha e Japão – um estatuto de protetorado, concebendo um governo militar americano que aboliria qualquer soberania, incluindo o direito de cunhar moeda.

Annie Lacroix-Riz
1º de maio de 2003

Em nome do “destino manifesto”

Desde o século 19, em nome do “progresso” e da “democracia” ou das “obrigações internacionais”, forças militares e econômicas dos EUA interviram em países latino-americanos, quando não usurparam território, garantindo seu controle do continente.

Maurice Lemoine
1º de maio de 2003

A partilha do Oriente Médio

A pretensão ocidental de uma superioridade moral baseada na aplicação da democracia e do liberalismo e a necessidade de acesso ao petróleo foram os argumentos da partilha da região pelos franceses e ingleses, após a I Guerra Mundial.(Declaração britânica por ocasião da tomada de Bagdá em março de 1917 )

Henry Laurens
1º de abril de 2003

A Liga das Nações está morta, viva a ONU...

A Liga das Nações nasceu em 1919 com os EUA desejando administrar o mundo – como nesse início de terceiro milênio. Esvaziada no fim da Segunda Guerra, é sucedida pela ONU, que logo manifestaria a mesma impotência em relação a questões de desarmamento

Marc Ferro
1º de abril de 2003

Colonização cruel

A ’História das Índias’ é uma análise crítica, concreta, precisa e eloqüente de todas as justificativas para a colonização, as quais, como mostra frei Bartolomé de Las Casas (1484-1566), são as máscaras hipócritas da crueldade e da cobiça

Pierre Lepape
1º de fevereiro de 2003

Lições de uma História esquecida

Há 80 anos, tropas do império britânico tomaram Bagdá e tentaram decidir o futuro do país. Passado um primeiro momento, porém, reconheceram a hierarquia existente e devolveram o poder às elites do regime anterior

Charles Tripp
1º de janeiro de 2003

Sombria tentação imperial

Logo, como todos os impérios anteriores, Washington, verdadeiro Extremo Ocidente, só poderá se ocupar, na expressão do escritor sul-africano John Michael Coezee, “de um único pensamento: como não acabar, como não morrer, como prolongar sua era”

Philip S.Golub
1º de setembro de 2002

Uma odisséia imprudente

Um livro que discute, principalmente, a busca pela justiça social nas Filipinas. Primeiro país asiático a se insurgir contra o imperialismo, jamais se libertou das relações feudais de propriedade e de poder que o acorrentavam – e acorrentam até hoje

Philip S.Golub
1º de fevereiro de 2002

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