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Indústria Farmacêutica

A quem pertence o DNA?

Transnacionais farmacêuticas, antropólogos, governos e polícias buscam reunir o maior número possível de dados genéticos sobre as populações. Saúde e Ciência podem se tornar pretextos para que algumas empresas controlem a produção de medicamentos inovadores e para invasões de privacidade

Franz Manni
23 de junho de 2008

Patentes e medicamentos genéricos

A proteção da propriedade intelectual de produtos farmacêuticos continua a desafiar os países em desenvolvimento. Contar com uma indústria farmacêutica local capaz de produzir os medicamentos necessários para atender à saúde passou a ser uma questão estratégica, e não um simples objetivo de política industrial

Carlos M. Correa
14 de janeiro de 2008

A piada do consentimento informado

Como os Estados Unidos relaxaram, em favor da indústria de medicamentos, as normas sobre testes de novas drogas realizados no exterior

Sonia Shah
20 de maio de 2007

Retratos de um "apartheid" médico

Para acelerar a liberação de drogas ultra-lucrativas, as corporações farmacêuticas recorrem cada vez mais a cobaias humanas dos países pobres. Milhões de pessoas submtem-se, por migalhas, a testes sem supervisão, sem padrões éticos e que muitas vezes as privam de medicamentos essenciais

Sonia Shah
20 de maio de 2007

Os vendedores de doenças

As estratégias da indústria farmacêutica para multiplicar lucros espalhando o medo e transformando qualquer problema banal de saúde numa “síndrome” que exige tratamento

Alan Cassels, Ray Moynihan
1º de maio de 2006

"Plantas-remédios": desnecessárias e perigosas

A manipulação genética é utilizada há um quarto de século para produzir, em laboratório, insulina, vacinas e outros medicamentos. Cultivar as plantas na natureza não traz nenhum benefício novo, e introduz o risco de contaminação

Christian Vélot
1º de abril de 2006

As vítimas da Big Pharma

As populações do Sul, em especial as africanas, são cobaias dos testes clínicos de grandes laboratórios que testam ali, à guisa de princípios éticos, medicamentos que servem aos mercados do Norte

Jean-Philippe Chippaux
1º de junho de 2005

A negociata Sanofi-Aventis

A compra da Aventis pela Sanofi-Synthélabo foi recebida como boa notícia para a economia francesa. Mas a operação envolveu pagamento aos acionistas da Aventis e prejuízo aos assalariados do novo grupo

Philippe Pignarre
1º de julho de 2004

A formação e a desinformação dos médicos franceses

Formados num ambiente de feroz competitividade, os médicos têm lacunas graves na formação. Incapazes de uma leitura crítica dos artigos científicos, os mais jovens se transformam em presas fáceis para o assédio dos grandes laboratórios farmacêuticos

Martin Winckler
1º de janeiro de 2004

A corrupção institucionalizada da indústria farmacêutica

Os grandes laboratórios dispõem de meios de coação para influenciar médicos e pesquisadores. Submetida às regras das finanças, criam uma assustadora polícia do pensamento e uma corrupção que gangrena o contrato social assinado em torno da saúde pública

Philippe Rivière
1º de outubro de 2003

Medicamento como bem público mundial

A quem pertence um medicamento vital – a quem o inventou, ao paciente que tem necessidade dele, ou ao intermediário que o compra e revende?As regras do comércio não podem impedir que uma parte considerável da sociedade tenha acesso a ele

German Velasquez
1º de julho de 2003

Uma Constituição da vontade

Foi graças aos princípios avançadas da Carta sul-africana que a sociedade venceu a primeira batalha em torno da AIDS, travada contra os laboratórios farmacêuticos. O governo do Congresso Nacional Africano vacilou...

Philippe Rivière
1º de agosto de 2002

O caso estavudina

Representando 90% dos royalties arrecadados pela instituição, a estavudina – medicamento anti-Aids descoberto e patenteado pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos – rendeu 261 milhões de dólares entre 1994 e 2000

Philippe Demenet
1º de fevereiro de 2002

Quem paga pelas “inovações”?

Embora possam ter algum peso nos debates e nas relações entre médicos e pacientes, as chamadas “inovações” farmacêuticas raramente explicitam o que o novo produto traz no plano terapêutico – quando o traz

Philippe Rivière
1º de fevereiro de 2002

A ameaça da guerra bacteriológica

Embora apoiando a Convenção sobre Armas Biológicas, o presidente Clinton sucumbiu às pressões das indústrias biotecnológicas e farmacêuticas. Em resumo, somente uma fração das instalações de defesa biológica norte-americanas podia ser inspecionada

Susan Wright
1º de novembro de 2001

O seqüestro do saber

As grandes multinacionais estão usando a propriedade intelectual para controlar a ciência, restringir o acesso a seus benefícios e multiplicar lucros. É hora de pensar numa alternativa que substitua o sistema de patentes e transforme o conhecimento num patrimônio comum da humanidade

Philippe Rivière
12 de março de 2000

Rumo ao apartheid sanitário?

Como as grandes empresas farmacêuticas usam a OMC, as leis de patentes e as mega-fusões para fechar o cerco contra a produção independente de medicamentos? Por que este processo matará milhões de pessoas nos próximos anos?

Martine Bulard
12 de março de 2000

Um sistema que mata

Se as patentes asseguram um futuro, talvez seja o da pesquisa privada, e com toda certeza é o dos acionistas dos laboratórios — mas não, em hipótese alguma, o dos doentes...

Philippe Rivière
12 de março de 2000

A obsessão da saúde perfeita

O sistema médico cria incessantemente novas necessidades terapêuticas. Mas quanto maior a oferta de saúde, mais as pessoas crêem que têm problemas, necessidades, doenças. Elas exigem que o progresso supere a velhice, a dor e a morte. Isso equivale à própria negação da condição humana.

Ivan Ilich
12 de dezembro de 1999

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