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Uma iniciativa


» O Brasil na era das cidades-condomínio

» Cuba: reinvenção ou arranjo burocrático?

» O Banco Central nas mãos da aristocracia financeira

» Inteligência Artificial, novo pesadelo?

» Inteligência Artificial, novo pesadelo?

» Uma possível era pós-Lula

» Arábia, para pensar o Brasil

» Boaventura: da Ilha de Maré a outro mundo possível

» Polêmica: em defesa de Sérgio Buarque

» Polêmica: em defesa de Sérgio Buarque

Rede Social


Edição francesa


» Le libéralisme autoritaire

» Cette impardonnable exception française

» Les armes chimiques et bactériologiques font peser un risque sur la sécurité des populations

» La résistance des Parisiens aux projets immobiliers

» La très réelle politisation des hauts fonctionnaires

» Des réservoirs de pensée ?

» La filière française

» Libre circulation des données et barrières nationales

» L'Europe à la croisée des réseaux

» Depuis quarante ans crises et détentes se succèdent dans les relations russo-turques


Edição em inglês


» Authoritarianism as usual

» Sylvie Laurent on recovering the true legacy of Martin Luther King

» A tale of American hubris

» A new age of sea power?

» Can the Internet be saved?

» Could the Cold War return with a vengeance?

» Big Brother isn't watching you

» Michael Klare on Trump's new nuclear age

» Fukushima: seven years on

» The Russians are still coming


Edição portuguesa


» Cuba quer o mercado… sem capitalismo

» Como assinar o Le Monde diplomatique - edição portuguesa

» O duplo desafio da esquerda brasileira

» No Brasil, a crise galvaniza as direitas

» Edição de Abril de 2018

» Licença para matar

» A obsessão do défice

» «Maioria Absoluta»: onde há poder, há resistências

» Recibos verdes: finalmente um primeiro passo para uma verdadeira Segurança Social

» De que é que têm medo e de que é que temos medo?


Instituições Globalitárias

Como age a OMC

Cronologia das decisões que desfizeram os acordos entre países europeus e do Caribe, e permitiram às transnacionais bananeiras controlar o mercado

Phillippe Revelli
1º de maio de 2006

Os frutos do “livre” comércio

Graças às regras da OMC, o Equador atende 25% do mercado mundial da fruta. Transnacionais e oligarcas controlam a produção, humilham trabalhadores e envenenam a natureza

Phillippe Revelli
1º de maio de 2006

Não façam o que eu faço

Enquanto EUA e União Européia subsidiam maciçamente sua agricultura, o Banco Mundial desmantela os sistemas nacionais de proteção aos produtores de algodão na África

Francis Kern, Tom Amadou
1º de dezembro de 2005

Alternativa: soberania alimentar

Duas propostas simples, para proteger os direitos dos agricultores (e não os do agronegócio). 1. Proibir todos os subsídios à exportação; 2. Permitir que os países estabeleçam livremente impostos de importação, em defesa do produtor nacional

Jacques Berthelot
1º de dezembro de 2005

Disputa em aberto

Duas forças opostas estarão em choque, na conferência da OMC. O capital quer ampliar a mercantilização do mundo; mas entre as sociedades, espalha-se a resistência

Bernard Cassen
1º de dezembro de 2005

"Livre" comércio, velha trampa

Uma seleção de frases históricas (e reveladoras) sobre os interesses que se escondem por trás da «liberalização» forçada dos mercados

1º de dezembro de 2005

Glossário

Conheça o significado de alguns dos termos mais freqüentes no vocabulário da rodada de Doha

1º de dezembro de 2005

A grande barganha

Ampliar a importação de produtos agrícolas. Mas exigir a abertura dos promissores mercados de serviços. Esta é estratégia das transnacionais do Norte, aplaudida por parte das elites e governos do Sul

Frédéric Viale
1º de dezembro de 2005

Contra-ataque neoliberal

Por trás de propostas debatidas sem alarde na OMC e União Européia, está uma nova tentativa de estimular a concorrência entre os trabalhadores, em favor do capital. Ainda é tempo de resistir

Bernard Cassen
1º de novembro de 2005

Um debate interditado

A discussão sobre a nova «Constituição» européia é esvaziada de conteúdo, para impedir que a população reconheça ali algo próximo de um arremedo dos estatutos do FMI ou da OMC

Bernard Cassen
1º de fevereiro de 2005

A Tailândia evitou o pior

Um ano antes do prazo, graças à rápida reconstituição de suas reservas monetárias, o país quitou, no início de agosto, sua dívida com o FMI e seu primeiro-ministro jura que eles nunca mais se tornarão “vítimas das forças do capital estrangeiro”

Philip S.Golub
1º de outubro de 2003

Rumo à liberalização geral

A cada dois anos, a reunião da conferência ministerial, instância suprema da OMC, atrai a atenção do mundo, mas é longe dos olhares dos manifestantes que se fazem as negociações que realmente interessam para os paladinos do livre comércio

Bernard Cassen
1º de setembro de 2003

O impacto sanitário de um embargo

Aprovados pela diretoria do BID, empréstimos dedicados a minimizar a catástrofe sanitária do Haiti foram bloqueados pela ação dos EUA e da União Européia por causa da crise política do país, num verdadeiro embargo que atinge a população mais vulnerável de todo o continente

Paul Farmer
1º de julho de 2003

Erupção anunciada do vulcão boliviano

Demonstrando o esgotamento do sistema, policiais, movimentos sociais e a população tomam as ruas contra imposto lançado para atender exigências do FMI e quase derrubam presidente Sánches Lozada, eleito com somente 22% dos votos

Walter Chavez
1º de maio de 2003

Um clube de ricos altamente contestado

Criado para possibilitar a cooperação entre os países ricos – e em última instância para governar o planeta – o G8 está diante de uma nova situação, marcada pelas tensões da guerra do Golfo e pelo crescimento, a cada ano, de movimentos de contestação

Gustave Massiah
1º de maio de 2003

Parceria duvidosa para a África

A Nova Parceria para o Desenvolvimento Africano (Nepad) pode manter a África na periferia do mundo, reproduzindo os esquemas de um tipo de desenvolvimento do qual as populações interessadas não tiram qualquer vantagem

Agnès Sinai
1º de dezembro de 2002

Retrato do Banco Mundial

Com informações precisas sobre as necessidades dos países mais pobres do mundo, a quem concede empréstimos, o Banco Mundial dispõe de um imenso poder sobre o planeta. Sua missão pode parecer franciscana. Mas quem decide são os banqueiros

Jean Ziegler
1º de outubro de 2002

Viva a crise política!

O princípio da representação política e o voto universal, símbolos maiores da democracia, perdem o sentido quando “exigências” externas – da União Européia, da OMC, do mercado – limitam, e até impedem, o exercício do poder político

Anne-Cécile Robert
1º de junho de 2002

O confisco da soberania popular

Existe sentido nas eleições francesas depois da Cúpula de Barcelona? As questões fundamentais para os cidadãos já foram resolvidas, não no Parlamento, em Paris, mas no encontro de chefes de Estado e de governo da União Européia

Bernard Cassen
1º de abril de 2002

FMI: a Etiópia como prova

Conhecido em todo o mundo ao demitir-se do Banco Mundial, Nobel de Economia no ano passado, Joseph Stiglitz relata, num novo livro, suas disputas com o Fundo Monetário. O caso da Etiópia é especialmente ilustrativo

Joseph E. Stiglitz
1º de abril de 2002

A queda-de-braços do alumínio

A disputa mostrou que, se houver conflito entre princípios e interesses privados, os EUA cederão aos segundos

Joseph E. Stiglitz
1º de abril de 2002

O verdadeiro eixo do mal

O eixo maléfico – o FMI, o Banco Mundial e a Organização Mundial do Comércio – continua a impor ao mundo a ditadura do mercado, a supremacia do setor privado, o culto ao lucro, provocando, no planeta inteiro, uma terrível devastação

Ignacio Ramonet
1º de março de 2002

O abandono da Universidade

A crise no ensino superior africano, majoritariamente público, tem origem nas reformas econômicas ditadas pelos organismos internacionais, que receitam redução dos salários, supressão das bolsas de estudo e demissões

Aghali Abdelkader
1º de março de 2002

O naufrágio do “modelo FMI”

Ao recusar um empréstimo de 1,264 bilhão de dólares ao governo argentino, o FMI desencadeou uma crise sem precedentes. Desafiando o estado de sítio, os argentinos foram às ruas, em massa, e forçaram a renúncia do governo e do presidente

Carlos Gabetta
1º de janeiro de 2002

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