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Uma iniciativa


» Bolívia: e os indígenas resistem ao golpe…

» Para pensar a Amazônia após o pesadelo

» EUA: Os campos de detenção da Era Trump

» Parasita: o cheiro ao redor

» Chile conquista Constituinte – mas qual?

» O peculiar totalitarismo do século XXI

» Quem poderá salvar Veneza?

» Bolívia: não despreze a resistência

» O adereço de Guedes e o sentido do governo

» O Chile Rebelde quer ir além

Rede Social


Edição francesa


» Wikipédia ou la fin de l'expertise ?

» En Espagne, bataille pour la mémoire républicaine

» Séisme sur les retraites en Argentine et au Chili

» Ce nouveau parti qui bouscule le paysage politique allemand

» La figure imposée du dernier poilu

» Les dossiers enterrés de Tchernobyl

» Une femme à la barre de l'Argentine

» La Chine au miroir de l'Occident

» « Choc des civilisations », à l'origine d'un concept

» Les Allemands de l'Est saisis par l'Ostalgie


Edição em inglês


» The fall of liberal triumphalism

» Sarah Seo on Americans, their cars and the law

» November: the longer view

» Ibrahim Warde on the rise and fall of Abraaj

» Fighting ISIS: why soft power still matters

» Life as a company troll

» The imperial magazine

» Setting Socrates against Confucius

» Price of freedom on the road

» Global business of bytes


Edição portuguesa


» Golpe de Estado contra Evo Morales

» Será que a esquerda boliviana produziu os seus coveiros?

» A era dos golpes de Estado discretos

» Pequeno manual de desestabilização na Bolívia

» No Brasil, os segredos de um golpe de Estado judiciário

» Edição de Novembro de 2019

» Sempre uma coisa defronte da outra

» OTAN: até quando?

» Alojamento local-global: especulação imobiliária e desalojamento

» Rumo a uma governança participativa da vida nocturna de Lisboa


Intelectuais

Os intelectuais pacifistas de Israel

Por meio de uma ampla pesquisa nos arquivos do Estado, eles desmontam os mitos da política oficial e procuram abrir caminho para uma nova relação com os árabes. Graças aos estudos, sabe-se, por exemplo, que a ocupação da Palestina sempre esteve nos planos da direita sionista

Eric Rouleau
27 de maio de 2008

Que sistema universal?

Com o intuito de representar a noosfera como um cosmo matematicamente organizado e explorável, pesquisadores elaboraram um sistema de endereçamento semântico universal. O "Metalinguagem da Economia da Informação" (IEML) possibilita a integralidade dos universos conceitais de diversas culturas e a reflexibilidade da inteligência coletiva no ciberespaço

Pierre Lévy
14 de agosto de 2007

Os intelectuais e rede mundial do saber

Representar a natureza simbólica da mente humana, sob a forma de um cosmo de diversidade qualitativa quase infinita, mas matematicamente organizada no ciberespaço: esta tarefa conjunta poderia fornecer um começo de solução para a fragmentação das ciências humanas

Pierre Lévy
13 de agosto de 2007

Guy Debord, o irrecuperável

Lançada, na França, a obra completa do autor que dissecou a “Sociedade do Espetáculo”. Da crítica da arte à análise política, textos revelam pensamento que, ao destacar o caráter alienador do capitalismo, defendia o direito do ser humano a inventar sua própria vida

Guy Scarpetta
1º de agosto de 2006

Quem são, afinal, os reacionários?

Em mesas-redondas e palestras, intelectuais que se reivindicam “modernos” “debatem” questões “da sociedade”, como identidade, nação e autoridade. No fundo, porém, são os velhos “reformadores liberais” de sempre, e o “debate” é um monólogo

Serge Halimi
1º de janeiro de 2003

Intelectuais da mídia, os novos reacionários

Ilusões perdidas, desencanto ou, pura e simplesmente, oportunismo? Por que teriam os intelectuais franceses de hoje dado uma guinada à direita? Le Monde diplomatique fez uma pesquisa cujo resultado é publicado nesta edição

Maurice T. Maschino
1º de outubro de 2002

A radicalidade de Pierre Bourdieu

Selecionados por Franck Poupeau e Thierry Discepolo, artigos de Pierre Bourdieu revelam, nas suas intervenções públicas, a coerência do engajamento sociológico e político de um “intelectual específico”

Henri Maler
1º de agosto de 2002

A exclusão do povo

Ao se fecharem em suas corporações, diante dos medos e questionamentos provocados pelas novas tecnologias, os cientistas acabam excluindo as preocupações populares, dando margem a reações “obscurantistas” que se poderão multiplicar

André Bellon
1º de junho de 2002

Edward Said, arqueólogo de si mesmo

Em ’Out of Place’, autor mostra por que é, além de um grande erudito, rebelde e estrangeiro em qualquer parte

Gilles Perrault
1º de maio de 2002

Simplicidade

Por trás da pretensa complexidade exaltada por alguns intelectuais, o mundo de hoje, na realidade, é bem mais simples: o mundo está, cada dia mais, sendo apropriado por poucos

Serge Halimi
1º de abril de 2002

Discurso de Frankfurt

No dia 22 de setembro de 2001, Jacques Derrida recebeu da cidade de Frankfurt o prêmio Theodor W. Adorno. Criado em 1977, atribuído a cada três anos, já concedido a Jürgen Habermas, Pierre Boulez e Jean-Luc Godard, trata-se de um prêmio para obras que, no espírito da Escola de Frankfurt, percorrem os domínios da filosofia, das ciências sociais e das artes (música, literatura, teatro, cinema etc.). Os primeiros e últimos parágrafos do discurso de Jacques Derrida foram lidos em alemão (o primeiro, um agradecimento às autoridades e professores presentes à cerimônia). O texto estava escrito e traduzido desde o mês de agosto. As referências ao 11 de setembro foram, portanto, acrescentadas no dia da cerimônia de entrega do prêmio

1º de janeiro de 2002

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