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Uma iniciativa


» Por dentro do coração da Índia rebelde

» Suas senhas também foram devassadas?

» O impasse do Podemos e os limites da “nova política”

» Gastronomia através da História: o caso italiano (1)

» Viagem didática ao mundo da vigilância

» Temporada: nas telas, um Brasil real

» Diário: As táticas da polícia e as do MPL

» Rondônia: índios atacados em nome de Bolsonaro

» Sindicatos e democracia radical, união possível?

» Guantánamo do Brasil

Rede Social


Edição francesa


» Les petites voix de la dissidence

» Les médias, les intellectuels et Pierre Bourdieu

» Limiter les dégâts des médias

» Journalisme et morale

» Médias, une critique nécessaire

» Des thoniers sous escorte paramilitaire

» Quand Emmanuel Macron s'inspire de Ken Loach

» Ces Israéliens qui ont faim

» Le devoir d'Israël

» Quand les chercheurs n'osent plus chercher


Edição em inglês


» A planet in crisis

» Vannevar Bush, prophet of high tech

» January: the longer view

» Akram Belkaid on North Africa's leadership crisis

» Erdogan's war on workers

» Argentina swings into financial crisis

» The road beyond Wigan Pier

» Kazakhstan invests in theatre

» Once we searched Google. Now it searches us

» China's rewards and punishments


Edição portuguesa


» Edição de Janeiro de 2019

» Os irmãos escolhem-se

» Quando tudo vem ao de cima

» Edição de Dezembro de 2018

» A justiça social e os seus responsáveis

» Para Julian Assange

» Jantar de Apoio

» Economia Social e Solidária: outro modo de criar futuro sustentável

» Edição de Novembro de 2018

» «Eleitoralismo» e democracia sem povo


Intelectuais

Os intelectuais pacifistas de Israel

Por meio de uma ampla pesquisa nos arquivos do Estado, eles desmontam os mitos da política oficial e procuram abrir caminho para uma nova relação com os árabes. Graças aos estudos, sabe-se, por exemplo, que a ocupação da Palestina sempre esteve nos planos da direita sionista

Eric Rouleau
27 de maio de 2008

Que sistema universal?

Com o intuito de representar a noosfera como um cosmo matematicamente organizado e explorável, pesquisadores elaboraram um sistema de endereçamento semântico universal. O "Metalinguagem da Economia da Informação" (IEML) possibilita a integralidade dos universos conceitais de diversas culturas e a reflexibilidade da inteligência coletiva no ciberespaço

Pierre Lévy
14 de agosto de 2007

Os intelectuais e rede mundial do saber

Representar a natureza simbólica da mente humana, sob a forma de um cosmo de diversidade qualitativa quase infinita, mas matematicamente organizada no ciberespaço: esta tarefa conjunta poderia fornecer um começo de solução para a fragmentação das ciências humanas

Pierre Lévy
13 de agosto de 2007

Guy Debord, o irrecuperável

Lançada, na França, a obra completa do autor que dissecou a “Sociedade do Espetáculo”. Da crítica da arte à análise política, textos revelam pensamento que, ao destacar o caráter alienador do capitalismo, defendia o direito do ser humano a inventar sua própria vida

Guy Scarpetta
1º de agosto de 2006

Quem são, afinal, os reacionários?

Em mesas-redondas e palestras, intelectuais que se reivindicam “modernos” “debatem” questões “da sociedade”, como identidade, nação e autoridade. No fundo, porém, são os velhos “reformadores liberais” de sempre, e o “debate” é um monólogo

Serge Halimi
1º de janeiro de 2003

Intelectuais da mídia, os novos reacionários

Ilusões perdidas, desencanto ou, pura e simplesmente, oportunismo? Por que teriam os intelectuais franceses de hoje dado uma guinada à direita? Le Monde diplomatique fez uma pesquisa cujo resultado é publicado nesta edição

Maurice T. Maschino
1º de outubro de 2002

A radicalidade de Pierre Bourdieu

Selecionados por Franck Poupeau e Thierry Discepolo, artigos de Pierre Bourdieu revelam, nas suas intervenções públicas, a coerência do engajamento sociológico e político de um “intelectual específico”

Henri Maler
1º de agosto de 2002

A exclusão do povo

Ao se fecharem em suas corporações, diante dos medos e questionamentos provocados pelas novas tecnologias, os cientistas acabam excluindo as preocupações populares, dando margem a reações “obscurantistas” que se poderão multiplicar

André Bellon
1º de junho de 2002

Edward Said, arqueólogo de si mesmo

Em ’Out of Place’, autor mostra por que é, além de um grande erudito, rebelde e estrangeiro em qualquer parte

Gilles Perrault
1º de maio de 2002

Simplicidade

Por trás da pretensa complexidade exaltada por alguns intelectuais, o mundo de hoje, na realidade, é bem mais simples: o mundo está, cada dia mais, sendo apropriado por poucos

Serge Halimi
1º de abril de 2002

Discurso de Frankfurt

No dia 22 de setembro de 2001, Jacques Derrida recebeu da cidade de Frankfurt o prêmio Theodor W. Adorno. Criado em 1977, atribuído a cada três anos, já concedido a Jürgen Habermas, Pierre Boulez e Jean-Luc Godard, trata-se de um prêmio para obras que, no espírito da Escola de Frankfurt, percorrem os domínios da filosofia, das ciências sociais e das artes (música, literatura, teatro, cinema etc.). Os primeiros e últimos parágrafos do discurso de Jacques Derrida foram lidos em alemão (o primeiro, um agradecimento às autoridades e professores presentes à cerimônia). O texto estava escrito e traduzido desde o mês de agosto. As referências ao 11 de setembro foram, portanto, acrescentadas no dia da cerimônia de entrega do prêmio

1º de janeiro de 2002

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