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Mercados Financeiros Internacionais

Finanças: sem luz no fim do túnel

O que o pequeno tremor de ontem, nos mercados globais, revela sobre a crise econômica, a Europa e as alternativas

4 de fevereiro de 2010

Para compreender a crise financeira

Mercados internacionais de crédito entraram em colapso e há risco real de uma corrida devastadora aos bancos. Por que o pacote de 700 bilhões de dólares, nos EUA, chegou tarde e é inadequado. Quais as causas da crise, e sua relação com o capitalismo financeirizado e as desigualdades. Há alternativas?

Antonio Martins
6 de outubro de 2008

A moeda, o crédito e o capital financeiro

A estatização das gigantes do crédito imobiliário nos EUA reensina: ao contrário do que crê a teoria econômica convencional, poder estatal e mercado não estão em conflito, no capitalismo. A “memorável aliança”, entre eles encontra-se origem do sistema e segue movendo sua expansão no século 21

José Luís Fiori
14 de setembro de 2008

A dinâmica da grande queda

O declínio da capacidade produtiva dos EUA, em contradição com o aumento impressionante do consumo e do crédito, está na origem da crise. Mas ela foi ampliada pela recusa das autoridades a rever dois dogmas do neoliberalismo: o "livre" comércio e a "livre" circulação de capitais

Dominique Lévy , Gérard Duménil
15 de agosto de 2008

O pesadelo das finanças sem freios

Os mercados pressionaram os Estados por anos, para se tornarem cada vez mais "livres" de limites e regulamentações. Embriagados por seu próprio poder e riqueza, criaram a pirâmide de dívidas que agora ameaça desabar. Mas há alternativas para um sistema de crédito sustentável e socialmente útil

Frédéric Lordon
24 de março de 2008

Nas finanças, a doença da Saúde

Sinal da gravidade das turbulências econômicas: nos EUA, o sistema de assistência médica já desequilibra o orçamento das famílias e do Estado — e transborda para o debate eleitoral. Mas haverá vontade política para desatrelar a Saúde dos vínculos mercantis que a estrangulam?

Flávio Dieguez
8 de março de 2008

Crise 2008?

Estamos frente à mais importante crise desde que se iniciou a presente globalização. O desfecho reside na capacidade das economias asiáticas substituírem o motor norte-americano. Seria então uma nova manifestação do declínio do Ocidente anunciando o deslocamento próximo do centro da economia mundial dos Estados Unidos para a China. Dessa forma, esta crise marcaria o fim de um modelo

Ignacio Ramonet
15 de fevereiro de 2008

No fundo, a desigualdade

As análises sobre as turbulências financeiras recentes costumam omitir um dado essencial: nos EUA, epicentro da crise, a concentração de renda voltou aos níveis de 1929. O empobrecimento levou a uma espiral de dívidas — que, ao se romper, produz quebradeiras em série e ameaça a economia

Flávio Dieguez
14 de fevereiro de 2008

Um banco pelos direitos humanos?

Em meio à crise do FMI e do Banco Mundial, países latino-americanos preparam-se para lançar o Banco do Sul. Seu caráter ainda não está definido, mas algumas propostas farão dele, se aprovadas, uma instituição revolucionária

Damien Millet, Eric Toussaint
21 de junho de 2007

A sorte do dólar se decide em Pequim

A cotação do dólar e a gravidade do déficit comercial dos Estados Unidos, país que compra 50% a mais do que vende para o exterior e mantém inabalável seus vultuosos gastos militares, dependem em grande parte das orientações dos dirigentes chineses

Ibrahim Warde
1º de março de 2005

A Tailândia evitou o pior

Um ano antes do prazo, graças à rápida reconstituição de suas reservas monetárias, o país quitou, no início de agosto, sua dívida com o FMI e seu primeiro-ministro jura que eles nunca mais se tornarão “vítimas das forças do capital estrangeiro”

Philip S.Golub
1º de outubro de 2003

Euro versus dólar?

A fragilidade do dólar parece empurrar o euro para assumir o papel de moeda de reserva, essencial para as finanças e o comércio mundiais. Mas, para isso, há muitos obstáculos a serem vencidos

Howard M. Wachtel
1º de outubro de 2003

Um brinde ao desajuste !

O emprego da palavra “desajuste” sempre focaliza a atenção sobre o enfraquecimento de um elemento parcial do sistema global, uma exceção confirmando a regra – é uma figura de retórica que consiste em confessar algumas faltas ocasionais para fazer aceitar um mal maior

François Brune
1º de junho de 2003

Quando The Economist pensa contra si mesmo

Diante do êxito da Malásia, que impôs o controle cambial para responder à crise financeira de 1997, violando um dos cânones mais sagrados da ortodoxia liberal, badalado semanário econômico liberal faz auto-crítica

Bernard Cassen
1º de junho de 2003

Retrato do Banco Mundial

Com informações precisas sobre as necessidades dos países mais pobres do mundo, a quem concede empréstimos, o Banco Mundial dispõe de um imenso poder sobre o planeta. Sua missão pode parecer franciscana. Mas quem decide são os banqueiros

Jean Ziegler
1º de outubro de 2002

Para a crise do mercado, remédios de mercado

Mais do que uma explosão de alegria nas favelas brasileiras, o anúncio do empréstimo de 30 bilhões de dólares pelo FMI provocou uma euforia frenética na Bolsa por parte dos bancos ABN Amro, HSBC, Santander, Goldman Sachs, FleetBoston e Citigroup

Serge Halimi
1º de setembro de 2002

Delinqüência e mistificação

A Enron deu início a uma série de catástrofes que levou à bancarota vários gigantes empresariais. Com eles, ruiu a imagem idílica dos mercados financeiros

Ibrahim Warde
1º de agosto de 2002

Pisando no acelerador

Para comentaristas e políticos do mundo ocidental, as negociações que resultaram da Conferência da Organização Mundial do Comércio em Doha “poderiam abrir caminho a um número incalculável de reformas, contribuindo para a abertura dos mercados”

Bernard Cassen, Frederic Clairmont
1º de dezembro de 2001

Quando a lei vira mercadoria

Refúgios de criminosos, os paraísos fiscais prosperam graças a contradições. Não têm leis, mas vendem fachadas de legalidade. Sobrevivem amparados no princípio da soberania nacional, mas violam a soberania das demais nações. Para enfrentá-los, a comunidade internacional precisará admitir que as sociedades valem mais que os mercados

Jean De Maillard
12 de abril de 2000

Três tributos globais para domar a especulação

Além do tributo Tobin, dois outros impostos sobre o capital podem gerar um fundo para combater a pobreza e evitar a degradação das condições de trabalho nos países em desenvolvimento

Howard M. Wachtel
12 de abril de 2000

Desarmar os mercados

Por que não criar, em escala planetária, a ONG Ação pela Taxa Tobin de Ajuda aos Cidadãos (ATTAC)? Em conjunto com os sindicatos e entidades culturais, sociais ou ecológicas, ela poderia agir como um formidável grupo de pressão cívica.

Ignacio Ramonet
1º de dezembro de 1999

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