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» Rumo à agricultura do medo?

» Boaventura debate Revolução, Democracia e o Brasil

» Meio cheio ou meio vazio?

» Que importa que o crítico resmungue?

» Hora de enfrentar Facebook e Google?

» Contra a crise, o possível pós-capitalismo local

» Como Foucault e Agamben explicam Bolsonaro

» “Liberais” — até a página dois…

» Homem em chamas na Venezuela

Rede Social


Edição francesa


» Quand les armes ont parlé...

» La constellation du maintien de la paix

» La Yougoslavie, banc d'essai de la nouvelle Europe ?

» Bernard-Henri Lévy enragé contre « Le Monde diplomatique »

» Le talon d'Achille du nucléaire français

» Multiplication des opérations militaires autour du Sahel

» Dégringolade

» Revenu garanti, l'invité-surprise

» L'Allemagne et les réfugiés, deux ans après

» Portes ouvertes au secteur privé


Edição em inglês


» Will AI make society obsolete?

» Empire of destruction

» A Fairy tale from 2050

» The demolition of U.S. global power

» Preparing for doomsday

» Growing my way out of dystopia

» The insult wars in Washington

» The enemy of my enemy Is my...?

» The politics of no politics

» Picking a quarrel with Qatar


Edição portuguesa


» Míopes ou maldosos?

» Edição de Julho de 2017

» O síndrome da nêspera

» Embustes democráticos

» Edição de Junho de 2017

» Segurança na reforma começa no emprego

» Os anos loucos

» Colonialismo português: excepção ou barbárie?

» Os genes do euro e as vacas que não voam

» Agitação anti-sistema na Europa e nos Estados Unidos


Mercenários

Legionários são heróis na França

Desde 1831, quando o exército mercenário foi criado pelo rei Luís Felipe, mais de 35 mil de seus membros já morreram, em dezenas de batalhas mundo afora

Maranúbia Barbosa
19 de maio de 2008

Gaúcho pretende seguir carreira

Ex-sargento do exército brasileiro, Luís da Costa, já lutou pelos interesses da França em dois países africanos

Maranúbia Barbosa
19 de maio de 2008

Mercenários brasileiros na Legião Estrangeira

Atraídos por salários, a chance de apagar o passado e aventuras, dezenas de brazucas alistam-se, todos os anos, no legendário exército de aluguel francês. Nossa repórter conseguiu deles revelações sobre a condição de soldados de um pátria alheia, em missões cujo sentido desconhecem

Maranúbia Barbosa
19 de maio de 2008

Nova geração de cães de guerra

Estão de volta à cena africana os personagens que fizeram história nas guerras anticoloniais. Agora de olho no petróleo, grandes potências voltam a lançar mão dos selvagens cães de guerra

Philippe Leymarie
1º de novembro de 2004

Privatização assassina do conflito colombiano

O plano Colômbia legalizou as atividades realizadas há anos por empresas militares privadas na guerra contra as guerrilhas, diminuindo a necessidade de presença ostensiva de militares norte-americanos que, no entanto, mantêm o controle dessas operações

Hermano Ospina
1º de novembro de 2004

O grande negócio da guerra

A terceirização avançada do sistema de defesa americano traz conseqüências para o pós-guerra no Iraque, que recebe empresas de segurança privada que fazem, às vezes, de força de ocupação, disseminando caos e violência

Sami Makki
1º de novembro de 2004

Uma prática velha como o mundo

As organizações militares privadas prosperaram nos períodos de transição sistêmica quando, sob governos enfraquecidos, poderosas forças militares encontravam-se disponíveis no mercado, como no fim da Idade Média, quando contribuíram para a destruição total da ordem feudal

Peter Warren Singer
1º de novembro de 2004

A zona nebulosa dos mercenários

Mesmo circunscritos a pequenos papéis, os mercenários ainda são instrumentos da política externa da França. Embora o país afirme ter proibido a participação em combates, a fronteira entre os serviços secretos e os mercenários permanecem fluídas

Barbara Vignaux , François Dominguez
1º de agosto de 2003

Empresas de segurança de perfil duvidoso

O desafio da lei francesa de repressão da atividade mercenária é desencorajar a criação no país de empresas de tipo anglo-saxão, que acumulam a experiência de antigos generais, o mercado de armamento pesado e logística para grandes operações

Barbara Vignaux , François Dominguez
1º de agosto de 2003

A caminho da privatização das guerras

As empresas privadas de segurança internacional, que tiveram seu papel ampliado em conflitos de baixa intensidade com o fim da guerra fria, começam a diversificar seus serviços, aumentando a amplitude de um neo-mercenarismo que precisa ser regulado

Pierre Conesa
1º de abril de 2003

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