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Uma iniciativa


» Bernardet: “Tirei o corpo fora”

» Em Los Silencios, fuga para o não-lugar

» Eles matam em nome de Washington

» Em Notre-Dame, arde a arrogância do Ocidente

» Eles não se rendem à mercadoria

» Zizek: “liberdade é escravidão”, mostra Assange

» Um país tropical – e individualista?

» A “independência” do BC e o governo em conflito

» Política externa em tempos de submissão

» Quem tem medo de Paulo Freire?

Rede Social


Edição francesa


» « Faxer » ou périr, une culture de l'urgence

» Comment Sciences-Po et l'ENA deviennent des « business schools »

» Assimilation forcée dans le Xinjiang chinois

» Les riches entre philanthropie et repentance

» Pour un sport réellement démocratique

» L'Algérie en état d'anomie politique

» L'ère des conflits asymétriques

» Arrière-pensées dans la lutte anticorruption

» La stratégie criminelle des industriels de l'amiante

» Adieu au Kosovo multiethnique


Edição em inglês


» LMD's New York debates

» Decriminalizing the drug war?

» April: the longer view

» Housing, rubbish, walls and failing infrastructure in East Jerusalem

» Mining profits go to foreign investors

» Combatting climate change: veganism or a Green New Deal?

» Berlin's fight for expropriation

» Afghanistan: the fighting continues

» The private world of swiping on screens

» Why doesn't Facebook build a library?


Edição portuguesa


» Edição de Abril de 2019

» A nossa informação, as vossas escolhas

» O cordão sanitário

» O caso do Novo Banco: nacionalizar ou internacionalizar?

» Edição de Março de 2019

» Sabe bem informar tão pouco

» O presidente e os pirómanos

» Edição de Fevereiro e 2019

» As propinas reproduzem as desigualdades

» Luta de classes em França


Nova Sociedade e Nova Moral

A hipermassificação e a destruição do indivíduo

O “tempo livre” é de fato assim tão livre? Esse tempo, saturado de produtos culturais, impede que cada qual se diferencie por escolhas próprias, espoliando sua energia vital. E, levando a uma perda generalizada de individuação, engendra rebanhos de seres em permanente e angustiante mal-estar – rebanhos que se aproximam cada vez mais da horda furiosa

Bernard Stiegler
15 de fevereiro de 2008

A celebração da blasfêmia

Baseando-se em uma farsa anticlerical do século XVI, Goytisolo transporta para o século XX um frade devasso que narra suas façanhas (sobretudo homossexuais) e detalha suas luxúrias, pervertendo o breviário da Opus Dei, Caminho – escrito por Escrivá de Balaguer

Guy Scarpetta
1º de novembro de 2002

A grande implosão do ano 2002

O 11 de setembro pôs fim à cegueira. A globalização selvagem oferece perspectivas inaceitáveis para a humanidade. Como evitar a “atração pelo abismo”? Se os homens podem ser bárbaros, são também capazes de solidariedade e fraternidade

Jacques Robin
1º de março de 2002

O futuro do tempo

O imediatismo e a urgência são a marca do nosso tempo. A instabilidade e a precariedade do trabalho encurtam o tempo presente. Essa situação impede qualquer projeto de longo prazo, fazendo prever grande incerteza sobre o futuro. É preciso estruturar uma ética do futuro, uma ética do tempo que reabilita o futuro, mas também o passado e o presente

Jérôme Deauvieau
1º de março de 2002

Ensino à distância, lucros e mediocridade

Tomadas por uma febre comercial, e incentivadas pela OMC, as universidades voltam-se cada vez mais para o ensino via Internet, apesar da suspeita sobre a eficácia pedagógica destes métodos. Vale a pena examinar o passado deste método, bem menos "moderno" do que se imagina

David Noble
12 de abril de 2000

A obsessão da saúde perfeita

O sistema médico cria incessantemente novas necessidades terapêuticas. Mas quanto maior a oferta de saúde, mais as pessoas crêem que têm problemas, necessidades, doenças. Elas exigem que o progresso supere a velhice, a dor e a morte. Isso equivale à própria negação da condição humana.

Ivan Ilich
12 de dezembro de 1999

A biodiversidade transformada em mercadoria

Quinze grandes empresas, 13 delas norte-americanas, controlam as pesquisas em biotecnologia agrícola. O mercado genético promete lucros de 110 bilhões de dólares dentro de cinco anos. O patenteamento de seres vivos parece ser o "ouro verde" do século 21. Um patrimônio natural e cultural formado por milhões de anos de evolução biológica e práticas agrícolas milenares é submetido a uma gestão agressiva em relação à biosfera

Jean-Paul Marechal
12 de dezembro de 1999

Basta de mediocridade!

Deveríamos ser os jardineiros deste planeta. Cultivá-lo como ele é e pelo que é. E encontrar a nossa vida, o nosso lugar. Mas isto está muito longe não só do atual sistema quanto da atual imaginação dominante. O imaginário da nossa época é a expansão ilimitada, a acumulação de produtos de consumo: um aparelho de televisão e um micro em cada quarto. É isso que devemos destruir. É nesse imaginário que o sistema se apóia

Cornelius Catoriadis
1º de dezembro de 1999

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