Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Boaventura: para que o futuro seja de novo possível

» Seis elementos da conjuntura brasileira

» Trump quer a guerra – e conquista o establishment

» Sob Temer, a grilagem volta sem freios

» Tiradentes, herói sem nenhum caráter?

» Como pulsa hoje nosso desejo de rua?

» França: a esquerda vive, quando não se rende

» A indispensável Reforma Política

» Quilombolas: a longa batalha pelo território

» Bem-vindo à escola do século 19

Rede Social


Edição francesa


» La cause des femmes

» Des immigrés sans pays d'origine

» La Revue dessinée

» Le Courage

» La toute première fois

» Les oubliées de San Francisco

» « Agir en primitif, prévoir en stratège »

» L'assurance-maladie universelle en questions

» Bouillonnement antisystème en Europe et aux États-Unis

» La « grande accélération »


Edição em inglês


» Climate change as genocide

» How to lose the next war in the Middle East

» Trump, a symptom of what?

» Found in Cuba: the American dream (and nightmare)

» Through the bars

» Resurrecting the unholy trinity

» War in the Gulf (no, not that Gulf!)

» Demobilizing America

» The bloodstained rise of global populism

» Montreal global city


Edição portuguesa


» Militarismo: uma paixão francesa

» Edição de Abril de 2017

» A liberdade e o medo

» Outra vez a armadilha do voto útil?

» Canto Livre e Canção de Protesto

» União Europeia: para onde vai o pelotão da frente?

» A literatura, cimento que constrói mundos

» Tendências recentes do emprego dos jovens diplomados portugueses

» Edição de Março de 2017

» Offshores, defeitos e feitios


OMC

Outra globalização é possível

Resgate de uma utopia viável: em 1942, Keynes propunha, em detalhes, um sistema de comércio internacional voltado para o pleno emprego e os direitos sociais. Por que a proposta jamais foi adotada; como foi substituída pela OMC; que estratégias poderiam ressuscitá-la

Susan George
16 de janeiro de 2007

Ponta de lança do neoliberalismo

Ao longo dos últimos anos, dirigentes da União Européia têm procurado difundir a impressão de que são favoráveis a regras mais justas para o comércio internacional. Infelizmente, isso não passa de miragem

Bernard Cassen
16 de janeiro de 2007

Como age a OMC

Cronologia das decisões que desfizeram os acordos entre países europeus e do Caribe, e permitiram às transnacionais bananeiras controlar o mercado

Phillippe Revelli
1º de maio de 2006

Quem topa produzir por menos?

Na lógica da OMC, só os preços devem regular o comércio internacional. No Caribe, isto inviabilizou a pequena produção camponesa, que assegurava ótimas condições de trabalho

Samy Archimede
1º de maio de 2006

Os frutos do “livre” comércio

Graças às regras da OMC, o Equador atende 25% do mercado mundial da fruta. Transnacionais e oligarcas controlam a produção, humilham trabalhadores e envenenam a natureza

Phillippe Revelli
1º de maio de 2006

Não façam o que eu faço

Enquanto EUA e União Européia subsidiam maciçamente sua agricultura, o Banco Mundial desmantela os sistemas nacionais de proteção aos produtores de algodão na África

Francis Kern, Tom Amadou
1º de dezembro de 2005

Alternativa: soberania alimentar

Duas propostas simples, para proteger os direitos dos agricultores (e não os do agronegócio). 1. Proibir todos os subsídios à exportação; 2. Permitir que os países estabeleçam livremente impostos de importação, em defesa do produtor nacional

Jacques Berthelot
1º de dezembro de 2005

Disputa em aberto

Duas forças opostas estarão em choque, na conferência da OMC. O capital quer ampliar a mercantilização do mundo; mas entre as sociedades, espalha-se a resistência

Bernard Cassen
1º de dezembro de 2005

"Livre" comércio, velha trampa

Uma seleção de frases históricas (e reveladoras) sobre os interesses que se escondem por trás da «liberalização» forçada dos mercados

1º de dezembro de 2005

Glossário

Conheça o significado de alguns dos termos mais freqüentes no vocabulário da rodada de Doha

1º de dezembro de 2005

A grande barganha

Ampliar a importação de produtos agrícolas. Mas exigir a abertura dos promissores mercados de serviços. Esta é estratégia das transnacionais do Norte, aplaudida por parte das elites e governos do Sul

Frédéric Viale
1º de dezembro de 2005

Contra-ataque neoliberal

Por trás de propostas debatidas sem alarde na OMC e União Européia, está uma nova tentativa de estimular a concorrência entre os trabalhadores, em favor do capital. Ainda é tempo de resistir

Bernard Cassen
1º de novembro de 2005

Rumo à liberalização geral

A cada dois anos, a reunião da conferência ministerial, instância suprema da OMC, atrai a atenção do mundo, mas é longe dos olhares dos manifestantes que se fazem as negociações que realmente interessam para os paladinos do livre comércio

Bernard Cassen
1º de setembro de 2003

As três aberrações das políticas agrícolas

Para impedir o agravamento da fome no Hemisfério Sul e a morte dos campos no Hemisfério Norte, os acordos internacionais devem ser reconstruídos sob o princípio da soberania alimentar, sem qualquer espécie disfarçada de dumping

Jacques Berthelot
1º de setembro de 2003

Abundância desastrosa

A euforia da “melhor safra dos últimos vinte anos” transformou-se num pesadelo: o mercado oferece aos lavradores um preço que corresponde a um terço do custo de produção. E assim, a Índia consolida seu trágico lugar entre os recordistas da miséria absoluta

Roland-Pierre Paringaux
1º de setembro de 2002

Golpe contra segurança alimentar indiana

A “lei do mercado” – abertura ao comércio internacional, o fim dos subsídios e liberação das tarifas alfandegárias –, imposta pela OMC em seu acordo com o governo indiano, está levando ao desespero e à miséria absoluta camponeses e lavradores pobres

Roland-Pierre Paringaux
1º de setembro de 2002

Em favor de Bové
1º de agosto de 2002

Viva a crise política!

O princípio da representação política e o voto universal, símbolos maiores da democracia, perdem o sentido quando “exigências” externas – da União Européia, da OMC, do mercado – limitam, e até impedem, o exercício do poder político

Anne-Cécile Robert
1º de junho de 2002

A ofensiva de Washington em favor dos transgênicos

Embalada pela guerra planetária que desencadeou após 11 de setembro, a Casa Branca “exige” da Europa a liberação total dos produtos modificados geneticamente. Surpresa: a agressão tem o apoio da União Européia

Susan George
1º de maio de 2002

O verdadeiro eixo do mal

O eixo maléfico – o FMI, o Banco Mundial e a Organização Mundial do Comércio – continua a impor ao mundo a ditadura do mercado, a supremacia do setor privado, o culto ao lucro, provocando, no planeta inteiro, uma terrível devastação

Ignacio Ramonet
1º de março de 2002

Pisando no acelerador

Para comentaristas e políticos do mundo ocidental, as negociações que resultaram da Conferência da Organização Mundial do Comércio em Doha “poderiam abrir caminho a um número incalculável de reformas, contribuindo para a abertura dos mercados”

Bernard Cassen, Frederic Clairmont
1º de dezembro de 2001

Por uma agricultura multifuncional

O líder dos agricultores franceses relata como surgiu, a que se opõe e o que defende o movimento que desmontou lojas do McDonald’s e ajudou a enterrar a Rodada do Milênio da Organização Mundial do Comércio

Jose Bové
12 de abril de 2000

Rumo ao apartheid sanitário?

Como as grandes empresas farmacêuticas usam a OMC, as leis de patentes e as mega-fusões para fechar o cerco contra a produção independente de medicamentos? Por que este processo matará milhões de pessoas nos próximos anos?

Martine Bulard
12 de março de 2000

A quem interessa a abertura dos mercados

Para muitos governos do Sul, abrir os mercados agrícolas dos países ricos seria a chave para um novo ciclo de progresso. Na prática, a medida pode beneficiar apenas as multinacionais

Jacques Berthelot
12 de março de 2000

Outra chance para a esquerda americana

As manifestações contra a Rodada do Milênio rearticularam, no país mais poderoso do mundo, uma antiga aliança entre os movimentos que resistem. Mas será que esta união, que ainda é muito branca, tem futuro?

Bárbara Ehrenreich
12 de março de 2000

Aurora

Seattle representa uma virada. Reacendendo a chama da contestação, os manifestantes que evitaram a "Rodada do Milênio" também começaram a construir um contra-poder mundial

Ignacio Ramonet
12 de fevereiro de 2000

Como a OMC foi posta em xeque

Graças às ONGs e aos movimentos sociais, o neoliberalismo sofreu em Seattle sua primeira grande derrota. É hora de avançar, propondo uma ordem internacional baseada não nos mercados, mas na democracia e na solidariedade.

Susan George
12 de fevereiro de 2000

O dia em que o Sul se rebelou

Além da pressão dos manifestantes, e das divergências entre os ricos, destacou-se em Seattle a posição corajosa de países como Gana, Guiana e Madagascar, que denunciaram o caráter excludente e antidemocrático do teatro encenado pela OMC

Agnès Sinai
12 de fevereiro de 2000

Antes das liberdades, o comércio

Um análise dos princípios bem pouco humanistas que orientam a ação da OMC, e das propostas que as grandes corporações internacionais tentaram impor às sociedades em Seattle.

Susan George
1º de dezembro de 1999

Três anos para completar a globalização

De costas para as sociedades, a Organização Mundial do Comércio tentou promover a chamada "Rodada do Milênio. Até onde as mega- empresas tentarão desmantelar a soberania dos Estados e os direitos sociais?

1º de dezembro de 1999

Palavras-chave no mesmo grupo
[temas permanentes]

Outros grupos de palavras-chave

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel