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» 27 de setembro de 2021

» O novo ataque cerrado às cidades brasileiras

» Estrutura e ação sindical brasileira no olho do furacão

» Pochmann: No Brasil, a pandemia saiu mais cara

» 24 de setembro de 2021

» Dissidência jovem no coração do sistema

» Ainda não acabou: o mal-estar na pandemia

» Para entender as três crises do Haiti

» Uma cineasta à altura dos desafios de nosso tempo

» 23 de setembro de 2021

Rede Social


Edição francesa


» Le vieux monde et la mer

» Émergence de l'Asie sur la scène scientifique

» Singapour, Malaisie, Indonésie : triangle de croissance ou triangle des inégalités ?

» Les rêves déçus et la colère rentrée des harkis

» Conflits d'usages en mer Baltique

» Autocritiques cathodiques en Chine

» L'Australie séduite par la Chine

» Que faisons-nous en Irak ?

» De la mer en partage au partage de la mer

» La Russie à la conquête du Grand Nord


Edição em inglês


» China's post-communist Communist Party

» The Manet effect

» The race to be German chancellor

» September: the longer view

» Meandering through Paraguay

» Don't expect tech giants to build back better

» Long hot nights on the Paraguay river

» Can Pedro Castillo unite Peru?

» Tensions mount over Yemen's contested islands

» Hungary's Fidesz builds a parallel state


Edição portuguesa


» O mundo em mutação e o Estado - em crise?

» Edição de Setembro de 2021

» Transformação e resiliência

» O caminho de Cabul

» Edição de Agosto de 2021

» Ditadura digital

» Desigualdades digitais

» O direito à alimentação no mundo continua por cumprir

» Filho da Preguiça

» Boca de Cena


OMS

A epidemia de gripe avícola e o agronegócio na Tailândia

A recente transmissão para o ser humano da gripe do frango representa grande perigo: a ausência de vacina e de tratamento pode provocar, segundo a OMS, a morte de 2 à 7,4 milhões de pessoas. Na Tailândia, o surgimento da gripe avícola prejudicou a ambição do país de se tornar “a cozinha do mundo”, precipitando uma crise cujas vítimas já são os pequenos criadores

Isabelle Delforge
1º de julho de 2004

Cinco anos perdidos

Com a saída da OMS de Jonathan Man, um homem notável, a luta contra a AIDS (22 milhões de mortos em 20 anos) só seria retomada cinco anos depois, com a criação de um novo organismo das Nações Unidas, a Onusida.

Jean-Loup Herbert
1º de julho de 2002

Uma instituição debilitada

As contribuições voluntárias que financiam ações bilaterais (cerca de 60% do orçamento total) escapam ao controle do Conselho Executivo e tornam a OMS cada vez mais dependente de seus principais doadores, basicamente o setor privado

Jean-Loup Herbert
1º de julho de 2002

A OMS nos braços do mercado

Desde sua posse em maio de 1988, a diretora-geral da Organização Mundial da Saúde Gro Brundtland, ex-primeira-ministra da Noruega, anunciou os princípios que orientariam sua gestão: seduzir os Estados Unidos e os mercados financeiros. Cumpriu

Jean-Loup Herbert
1º de julho de 2002

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