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» Internet: liberdade é controle

» O capitalismo como imensa coleção de perguntas

» Assim os laboratórios torturam animais

» Bolsonaro, o anacronismo genial-idiota

» 10 mandamentos para as elites impenitentes

» As explosões que abalaram a Arábia Saudita

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» Trump e Bolsonaro: em busca dos porquês

» Legalidade não faz jus a Brizola

Rede Social


Edição francesa


» Croissance de la population et sous-alimentation

» Depuis 2010, la majorité de la population est urbaine

» Match démographique : Urugay-Paraguay

» Match démographique : Uruguay-Paraguay

» Chaos postsoviétique

» Richesse et population, un monde à double face

» Machines hostiles

» Refaire le monde à coups de bistouri

» Libye, l'appel du devoir

» La gauche française bute sur l'Europe


Edição em inglês


» An end to Mediterranean standoffs?

» The logs of war

» Benjamin Netanyahu, best friend of the far right

» September: the longer view

» Afghan peace talks: Trump tweets, Taliban fights

» An inexhaustible myth in times of extreme adversity

» What happened to social solidarity?

» Sudan: conflict, violence and repression

» Russia's appointed billionaires

» Another end is possible


Edição portuguesa


» Edição de Setembro de 2019

» Portugal não pode parar?

» Quem elegeu Ursula von der Leyen?

» Edição de Agosto de 2019

» Plural e vinculado à esquerda

» Os talibãs de São Francisco

» Edição de Julho de 2019

» Inconsistências (ou o sono da razão?)

» Comércio livre ou ecologia!

» Edição de Junho de 2019


OMS

A epidemia de gripe avícola e o agronegócio na Tailândia

A recente transmissão para o ser humano da gripe do frango representa grande perigo: a ausência de vacina e de tratamento pode provocar, segundo a OMS, a morte de 2 à 7,4 milhões de pessoas. Na Tailândia, o surgimento da gripe avícola prejudicou a ambição do país de se tornar “a cozinha do mundo”, precipitando uma crise cujas vítimas já são os pequenos criadores

Isabelle Delforge
1º de julho de 2004

Cinco anos perdidos

Com a saída da OMS de Jonathan Man, um homem notável, a luta contra a AIDS (22 milhões de mortos em 20 anos) só seria retomada cinco anos depois, com a criação de um novo organismo das Nações Unidas, a Onusida.

Jean-Loup Herbert
1º de julho de 2002

Uma instituição debilitada

As contribuições voluntárias que financiam ações bilaterais (cerca de 60% do orçamento total) escapam ao controle do Conselho Executivo e tornam a OMS cada vez mais dependente de seus principais doadores, basicamente o setor privado

Jean-Loup Herbert
1º de julho de 2002

A OMS nos braços do mercado

Desde sua posse em maio de 1988, a diretora-geral da Organização Mundial da Saúde Gro Brundtland, ex-primeira-ministra da Noruega, anunciou os princípios que orientariam sua gestão: seduzir os Estados Unidos e os mercados financeiros. Cumpriu

Jean-Loup Herbert
1º de julho de 2002

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