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Palestina

Israel: por trás da radicalização, um país militarizado

Visto por seus apoiadores como “uma das únicas democracias no Oriente Médio”, o Estado israelense é cada vez mais pressionado pelo poder político e econômico de seus generais. Na Biblioteca Diplô, textos para entender esta interferência crescente.

17 de março de 2010

Os intelectuais pacifistas de Israel

Por meio de uma ampla pesquisa nos arquivos do Estado, eles desmontam os mitos da política oficial e procuram abrir caminho para uma nova relação com os árabes. Graças aos estudos, sabe-se, por exemplo, que a ocupação da Palestina sempre esteve nos planos da direita sionista

Eric Rouleau
27 de maio de 2008

Palestina: catorze anos de trágica divisão

Desde os Acordos do Oslo, Fatah e Hamas, as duas grandes facções da luta contra a dominação israelense, têm aprofundado sua disputa fratricida. A crise pode se agravar, caso Washington obtenha, este mês, a assinatura de mais um compromisso-fantasia

Marwan Bishara
12 de novembro de 2007

Jimmy Carter e o apartheid israelense

Por ter denunciado as condições desumanas impostas à população palestina e a desapropriação de suas terras por colonos judeus, o ex-presidente norte-americano foi acusado de anti-semitismo e tornou-se alvo de uma cruzada da extrema-direita

Mariano Aguirre
6 de setembro de 2007

O Memorando Debray sobre a Palestina

A distância entre o que é dito (porque queremos ouvi-lo) e o que é feito (que nos repugna ver) pelos governos israelenses no local assume, para alguns, proporções de jogo duplo e, para outros, de esquizofrenia

Régis Debray
14 de agosto de 2007

Sob o signo da frustração

A derrota no conflito de 1967 transtornou o mundo árabe. É a partir dos traumas associados a ela que crescem a influência da religião, a tentação da violência, o conservadorismo moral como forma de “purificação” e os governos cada vez mais afastados de seus povos

Bassma Kodmani
21 de junho de 2007

Como a ocupação invadiu Israel

Após seu triunfo retumbante contra os três maiores exércitos árabes, o país encheu-se de orgulho, dinheiro e ilusão. Quarenta anos depois, a sociedade está mais frágil, atemorizada e desigual. Há quem tema por suas chances de sobrevivência

Meron Rapoport
21 de junho de 2007

O interminável Sétimo Dia

Cronologia dos conflitos provocados pela ocupação da palestina. Por ter mantido e aprofundado a opressão sobre eles, a Guerra dos Seis Dias acabou deflagrando uma série de choques, que se arrasta até hoje

Bassma Kodmani
21 de junho de 2007

Dinastias, golpes e... insurreições

Desde a constituição de seus Estados nacionais, o mundo árabe tem sido marcado por governos que se eternizam (muitas vezes apoiados por potências estrangeiras) e por fortes sobressaltos políticos. O período pós-67 manteve esta tendência

Bassma Kodmani
21 de junho de 2007

Um caminho singular para a paz

Diante do esgotamento do "processo de Oslo" e do risco de um apartheid israelense, ressurge e ganha apoio uma proposta histórica: e se judeus e palestinos convivessem em um mesmo Estado laico?

Leila Farsakh
19 de março de 2007

Um bonde chamado esquizofrenia

Por que Paris, teoricamente contrária à anexação de Jerusalém Oriental, finge desconhecer a participação destacada de duas empresas francesas numa obra que pode aprofundar o apartheid racial e segregação dos palestinos na cidade

Dominique Vidal, Philippe Rekacewicz
12 de fevereiro de 2007

Generosidade ou cinismo?

Bizarro projeto: a pretexto de construir, em Jerusalém, um "Museu da Tolerância, o Centro Simon Wisenthal pretende profanar o cemitério mais sagrado dos muçulmanos na Palestina

Amnon Kapeliouk
12 de fevereiro de 2007

A anexação de Jerusalém Oriental

Como o governo de Israel impõe medidas de segregação contra muçulmanos e cristãos, para impedir a construção de um Estado palestino e frustrar as negociações que poderiam abrir um processo de paz no Oriente Médio

Dominique Vidal, Philippe Rekacewicz
12 de fevereiro de 2007

Por que o Hamas (ainda) não reconhece Israel

Dois novos estudos revelam algo que os meios de comunicação omitem: todas documentos mais recentes o grupo majoritário no Parlamento palestino sugerem que ele está disposto a aceitar o Estado israelense. A pergunta é: esta oportunidade para a paz será aproveitada?

Paul Delmotte
16 de janeiro de 2007

Ariel Sharon mandou matar Arafat?

Revelados em livro recém-publicado, diálogos entre o ex-primeiro-ministro israelense e um amigo íntimo reforçam a hipótese tenebrosa

Amnon Kapeliouk
16 de janeiro de 2007

Como Telavive flerta com o racismo

Defensor de idéias como a “transferência” dos árabes israelenses para a Cisjordânia, o vice-premiê Lieberman representa um setor da elite que desconhece a democracia. Após o fracasso do ataque ao Líbano, esta fração apela para militarização ainda mais profunda do país

Akiva Eldar
21 de dezembro de 2006

Labirinto em Israel

A entrada de um extremista no governo de Telavive atiça, no Oriente Médio, as forças mais capazes de desencadear, a partir da região, um conflito de dimensões mundiais

Ignacio Ramonet
21 de dezembro de 2006

Poder quase sem fôlego

No instante do afastamento do israelense Ariel Sharon, e às vésperas de eleições nos dois países, o cenário político parece desolador para a Palestina e seu primeiro-ministro. Quais os motivos deste impasse e as possibilidades de superá-lo?

Hussein Agha, Robert Malley
1º de janeiro de 2006

Arafat assassinado?

Um ano após a morte do líder palestino, voltam a crescer – inclusive na imprensa de Israel – especulações e indícios segundo as quais ele teria sido envenenado por Telavive

Amnon Kapeliouk
1º de novembro de 2005

Desinformação à israelense

Com traduções desonestas e “seleção” cuidadosa de textos, o Memri constrói a idéia de que as mídias árabes são dominadas por um grupo de fanáticos anti-ocidentais e anti-semitas

Mohammed El Oifi
1º de setembro de 2005

Abandonar Gaza para segurar a Cisjordânia

Apesar da extremista oposição dos colonos contra a retirada e de suas ameaças de confronto com o exército, tudo pode não passar de uma simples demonstração de força para evitá-la, no futuro, na Cisjordânia, onde as colônias não param de aumentar

Meron Rapoport
1º de agosto de 2005

Em Nablus, o laboratório da terceira Intifada

A corrupção da Fatah, o aumento da criminalidade e um cessar-fogo que pode se traduzir em um Estado cada vez menos viável servem de incubadora para a exasperação dos palestinos

Benjamin Barthe
1º de julho de 2005

Meus encontros com Yasser Arafat

Diplomata e jornalista recorda percursos do grande líder que conseguiu a proeza de resistir durante meio século a inimigos temíveis, tanto na cena internacional – Israel, EUA e a maioria dos regimes árabes – quanto no interior de seu próprio movimento

Eric Rouleau
1º de dezembro de 2004

No coração do segredo palestino

Com a morte de Arafat, dois grandes segredos permanecem: a doença que causou seu desaparecimento e as condições para a conquista do Estado palestino

Elias Khoury
1º de dezembro de 2004

A verdade sobre uma desocupação

O desmantelamento das colônias de Gaza, proposto por Sharon, visa, por um lado, aplacar a resistência crescente a sua política brutal, ao mesmo tempo em que serve para congelar um processo mais abrangente de paz com os palestinos

Amnon Kapeliouk
1º de dezembro de 2004

Miséria e guerra santa

O surgimento de organizações islâmicas radicais, extremamente violentas, ganha força nas favelas abandonadas pelo Estado, onde se fabricam as condições de uma revolta desesperada

Selma Belaala
1º de novembro de 2004

A esperança viva dos palestinos

Morto na quinta-feira, 11 de novembro, o presidente Yasser Arafat era o símbolo da aspiração dos palestinos por um Estado Nacional e pela Independência

Alain Gresh
1º de novembro de 2004

Um muro condenado

Enfrentando toda espécie de obstrução criada para que não se pronunciasse sobre o tema, a Corte Internacional de Justiça condenou vigorosamente o projeto israelense de confinamento dos palestinos, abrindo caminho jurídico para por fim a essa construção ilegal

Willy Jackson
1º de novembro de 2004

Viver com os árabes

O sóciologo e historiador orientalista nos deixou em maio passado. Autodidata, Rodinson tornou-se um lingüista excepcional (dominava cerca de 30 línguas e dialetos) e escritor prolífico. Lutou principalmente para que fosse feita justiça ao povo palestino. Na véspera da eclosão da guerra de 1967, no Le Monde datado de 4-5 de junho, ele publicou um artigo premonitório, que aqui reproduzimos.

Maxime Rodinson
1º de julho de 2004

Para cumprir a Declaração de Independência

No inicio de maio, em Ramallah1 , jovens músicos palestinos deram um Concerto sob a direção do Daniel Barenboïm. Ao receber um prêmio no parlamento israelense, o maestro - que fundou, com Edward Said uma escola para os jovens músicos, judeus e árabes do Oriente Médio - explicou que o ato queria expressar as esperanças de paz

Daniel Barenboïm
1º de junho de 2004

O “politicídio” dos palestinos

O desejo da sociedade israelense, tanto à esquerda como à direita, de anexar o centro histórico do judaísmo na Cisjordânia, mas não seus moradores árabes, aumentou as contradições existenciais de Israel e é o que explica a derrota de Sharon no referendo interno do Likud

Baruch Kimmerling
1º de junho de 2004

Na sombra do muro de Sharon

Enquanto o exército israelense continua a matar (160 palestinos em abril e maio) e a destruir casas, segue a construção do muro, ao lado do qual se instalarão zonas industriais que cortarão o Estado palestino em quatro pedaços, privando-o de qualquer viabilidade

Meron Rapoport
1º de junho de 2004

A universalidade da causa da Palestina

Por suas alianças, interesses, influência ideológica, relações de família, de cultura ou de religião, o conflito entre palestinos e israelenses já estava presente no mundo externo. Inserida no contexto pós-11 de setembro, esta questão tornou-se mais universal e perigosa para o mundo, ao ser desfigurada no lógica do “choque de civilizações”

Etienne Balibar
1º de maio de 2004

A premonição de Marcuse

No Natal de 1970, convidado para fazer conferências na Universidade Hebraica de Jerusalém, Herbert Marcuse foi a Israel pela primeira vez. Essa foi também, para ele, a oportunidade de visitar o país e de se defrontar com a população local, árabe e israelense, sobre a questão palestina. Eis a entrevista, publicada no The Jerusalem Post de 2 de janeiro de 1972, conservada no Marcuse Archiv de Frankfurt e aqui reproduzida com a permissão de Peter Marcuse. Traduzida igualmente para o árabe, ela suscitou um intenso debate. A título de exemplo, Hamdi T. Kanaan, prefeito de Nablus de 1963 a 1969, escreveu-lhe nestes termos: ?No que me diz respeito, vejo no senhor a primeira personalidade judaica que admite praticamente a grande injustiça cometida contra árabes palestinos com a criação de Israel e que, ao mesmo tempo, compreende total e logicamente as circunstâncias presentes e futuras nas quais Israel existe e existirá nesta região.?

Michel Verrier
1º de março de 2004

Marcuse, o sionismo e os judeus

Para Marcuse, a defesa do Estado de Israel era condição para qualquer solução pacífica do conflito israelo-palestino, mas ele observava que ?só um mundo árabe livre pode coexistir com um Israel livre?

Peter-Erwin Jansen, Raffaele Laudani
1º de março de 2004

Amor, segurança e demografia

Com medo da “ameaça demográfica”, governo israelense cancelou a autorização que tinham cidadãos ou cidadãs palestinos, casados com árabes israelenses, de viver em Israel, tornando-os ilegais em sua própria casa

Meron Rapoport
1º de fevereiro de 2004

A paz fundada no direito

O acordo de Genebra, discutido por cidadãos israelenses e palestinos, representa um momento radicalmente novo de sua história comum. Mas a implementação deste projeto de paz só poderá ocorrer com a intervenção ativa da comunidade internacional

Monique Chemillier-Gendreau
1º de janeiro de 2004

Uma janela para a esperança

Em um momento em que a escalada do conflito evidencia a inutilidade da via militar, documento assinado por personalidades palestinas e israelenses em Genebra, demonstra que pode ser possível os dois povos decidirem por si próprios seu destino

Qadura Fares
1º de dezembro de 2003

Ariel Sharon tem medo

A iniciativa de Genebra acabou demonstrando para os israelenses o que Sharon tentou esconder deles durante três anos: de que do lado palestino há parceiros dispostos a negociar e que há uma alternativa ao derramamento de sangue

Amram Mitzna
1º de dezembro de 2003

O orgulho dos palestinos

Nossa história cultural jamais conheceu um gênio comparável a Edward Said, tão múltiplo, tão singular

Mahmoud Darwish
1º de novembro de 2003

Os bantustans da Palestina

Apesar de inúmeras diferenças, o processo de segregação racial que prevaleceu na África do Sul tem vários pontos em comum com a política de exclusão e isolamento adotada pelo Estado de Israel em relação à população palestina dos territórios ocupados

Leila Farsakh
1º de novembro de 2003

Em defesa das ciranças

Matar crianças é uma obsessão: nos últimos três anos, 700 palestinos e 100 israelenses com menos de dezesseis anos perderam a vida. Nesse mesmo período, o exército e os colonos israelenses mataram 382 crianças palestinas e 79 crianças judias morreram

Leah Tsemel
1º de novembro de 2003

Três anos de escalada
1º de setembro de 2003

O impasse da resistência palestina

Fracassada em seu propósito de acelerar o fim da ocupação e corrigir os desvios dos acordos de Oslo, a Segunda Intifada fortaleceu Sharon e se atolou em uma guerra sem controle, que veio a acentuar a disputa entre facções pela liderança do movimento nacional palestino

Cronologia

Graham Usher
1º de setembro de 2003

Expressões de Ramallah

Retrato de Ramallah, na Cisjordânia, em junho deste ano, quando se multiplicavam os odiosos atentados contra civis israelenses e os assassinatos de alguns dirigentes palestinos, mas optando não mencionar a violência espetacular dessas explosões e do sangue, mas o sofrimento de um povo sob ocupação

John Berger
1º de agosto de 2003

O Calcanhar de Aquiles de Sharon

A suspensão do acordo de cooperação com União Européia em um momento em que Israel amarga uma crave crise econômica poderia obrigar seu governo a voltar a negociar a criação do Estado palestino, pondo fim ao sofrimento imposto a este povo

Dominique Vidal
1º de abril de 2003

Em Gaza, uma guerra cotidiana

Desde meados de fevereiro, encorajado pela polarização das mídias sobre o caso iraquiano, o exército israelense recrudesceu seu domínio sobre os territórios ocupados, particularmente na Faixa de Gaza, onde os assassinatos de palestinos se tornaram uma sinistra rotina

Benjamin Barthe
1º de abril de 2003

O impasse de Arafat

Idealizador e defensor ferrenho de uma solução baseada na existência de dois Estados (Palestina e Israel) vivendo em paz lado a lado, o dirigente palestino, cansado e trancado numa sala, lembra Rabin, “o único parceiro que realmente acreditava numa paz justa”

Eric Rouleau
1º de março de 2003

Rumo a soluções catastróficas?

Por não considerar que os atentados-suicidas são uma forma de luta dos palestinos contra a ocupação e as agressões de seu exército, a tese da “transferência”, ou melhor, expulsão maciça dos palestinos ganha adeptos em Israel

Amira Hass
1º de fevereiro de 2003

O novo muro da vergonha

O governo israelense está construindo um muro – uma fortificação com arame farpado, espessura de oito metros de concreto e torres de controle a cada 300 metros – em torno da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental, encurralando, de forma definitiva, dezenas de milhares de palestinos

Matthew Brubacher
1º de novembro de 2002

Descida aos infernos

O jornalista Charles Enderlin estruturou seu documentário (“O sonho despedaçado”) a partir das entrevistas com os principais atores do fracassado acordo de Oslo, realizadas ao mesmo tempo em que acontecia essa lenta descida aos infernos

Dominique Vidal
1º de novembro de 2002

A “preparação” da Intifada

Muito antes da famosa visita-provocação de Ariel Sharon à Esplanada das Mesquitas, em 28 de setembro de 2000, o exército e os serviços secretos israelenses já estavam preparados para a eclosão do que viria a ser a (segunda) ’Intifada’

Marius Schattner
1º de outubro de 2002

Dezenas de milhares de inválidos

Num hospital na Faixa de Gaza, palestinos vítimas da violência ensandecida dos militares israelenses recebem tratamento de reabilitação médica, numa tentativa de recuperar, pelo menos parcialmente, sua capacidade físico-fisiológica

Michel Revel
1º de outubro de 2002

Cronologia da chacina
Pierre Péan
1º de setembro de 2002

Um livro devastador

O jornalista Alain Ménargues revela em seu livro que os massacres de Sabra e Chatila foram por etapas: na primeira delas, um comando especial israelense invadiu os campos com uma lista – e o endereço – de 120 militantes palestinos, todos executados

Pierre Péan
1º de setembro de 2002

A batalha de Bruxelas

Em junho de 2001, um grupo de cidadãos protocolou, na Justiça belga, denúncia de genocídio, crime contra a humanidade e crimes de guerra contra o então ministro da Defesa de Israel, Ariel Sharon. Ele é apontado como responsável por Sabra e Chatila

Pierre Péan
1º de setembro de 2002

História de um massacre anunciado

Há exatamente vinte anos, numa operação comandada pelo general Ariel Sharon, tropas israelenses e milícias libanesas de extrema-direita invadiram os campos de refugiados de Sabra e Chatila (Líbano), para promover um massacre que liquidou 1.490 pessoas

Pierre Péan
1º de setembro de 2002

Uma paz despedaçada?

Um livro recentemente publicado tem o mérito de desmentir veementemente a versão – divulgada por Israel e propalada pela mídia global – de que, na reunião de Camp David de julho de 2000, Arafat rejeitou a “generosa” oferta de paz de Ehud Barak

Alain Gresh
1º de julho de 2002

O câncer das colônias israelenses

Habitadas por uma população fanatizada, defendidas a todo custo por Ariel Sharon e cada vez mais influentes, elas se transformaram no motor da ocupação da Palestina

Marwan Bishara
1º de junho de 2002

Os preconceitos da Casa Branca

Quando 75 mil homens eram enviados para território palestino e quando as maiores cidades da Cisjordânia se haviam transformado em ruínas, George W. Bush pronunciou a seguinte declaração: “Creio firmemente que Ariel Sharon é um homem de paz”.

Geoffrey Aronson
1º de maio de 2002

Jenin: um crime de guerra

Jenin foi invadida em 3 de abril, quinto dia da ofensiva israelense. A batalha foi dura e desigual. Os palestinos sofreram perdas enormes e os feridos agonizavam, uma vez que as ambulâncias do Crescente Vermelho foram proibidas de circular no campo

Amnon Kapeliouk
1º de maio de 2002

Para aprender a conviver

O Oriente Médio vive uma escalada de violência que faz parecer distante a construção de uma saída diplomática. Para os fundadores da Coalizão israelense-palestina pela paz, no entanto, a solução existe: trata-se do acordo feito por ocasião das negociações de Taba, em janeiro de 2001

Yasser Abed , Yossi Beilin
1º de abril de 2002

Paz agora

Há, entre israelenses e palestinos, uma maioria de cidadãos que deseja avançar rumo à paz e à reconciliação. Mas os sabotadores da paz mergulham a região numa engrenagem homicida

Ignacio Ramonet
1º de abril de 2002

O dever do mais forte

Paz agora, pois amanhã a fatura será ainda mais pesada. Todos aqueles que se empenham em torná-la improvável traem seu povo

Axel Kahn
1º de abril de 2002

Quando os soldados recusam-se a matar

A recusa a combater os palestinos deixou de ser marginal. O fenômeno se ampliou e atingiu novas camadas sociais. Alcança, em especial, unidades do exército regular, particularmente as dos reservistas

1º de março de 2002

Os novos internacionalistas

Desde o início da segunda Intifada, milhares de voluntários, de inúmeros países, participam de missões de solidariedade ao povo palestino. Todos eles têm por objetivo observar, testemunhar e contribuir para proteger a população

Israël Avran
1º de março de 2002

Memórias de um fracasso

Três livros escritos por israelenses – que participaram de iniciativas diplomáticas na época – revelam novos detalhes das negociações de Camp David, ainda que os autores partilhem a linha de seu ex-primeiro-ministro, a qual ajudaram a elaborar

Amnon Kapeliouk
1º de fevereiro de 2002

Parceiros para a paz

A prisão de Yasser Arafat em Ramallah, assim como a proibição de se deslocar, decorre de decisões do governo Sharon: por um lado, Arafat já não é um interlocutor apropriado e, por outro, a Autoridade Palestina é uma entidade que apóia o terrorismo

Yossi Beilin
1º de fevereiro de 2002

Contra a força, o direito

Desde suas origens, o Estado de Israel insulta todas as convenções da justiça internacional. Principalmente nos territórios ocupados, a prática da tortura é a regra. É uma prática que nunca acabou. Crianças, inclusive, são torturadas

Monique Chemillier-Gendreau
1º de janeiro de 2002

Um governo de morte

Ariel Sharon aprendeu as lições de Beirute, de 1982: nada de deixar a comunidade internacional tornar a salvar a pele do líder da OLP. E refletiu também sobre o fracasso de Netanyahu: não basta frear o chamado processo de paz; é preciso destruí-lo

Dominique Vidal
1º de janeiro de 2002

News time”, filmando a vida na Palestina

Depois de uma tentativa infrutífera junto aos vizinhos, cuja história de amor ela filmava e que abandonaram a filmagem fugindo da violência, ela se interessa pela vida de quatro adolescentes, dos quais observa os vaivéns cotidianos sob sua janela

1º de dezembro de 2001

O dia-a-dia da repressão

O exército israelense destruiu três casas, onde viviam as famílias de três homens procurados, num vilarejo próximo a Ramallah: um do Hamas e dois da FPLP. Em alguns segundos, os explosivos deixaram cerca de trinta pessoas desabrigadas

Amira Hass
1º de dezembro de 2001

O fator palestino

O assassinato, em outubro, de um ministro israelense de extrema-direita por uma organização palestina, deu a Ariel Sharon o pretexto para a escalada com que sonhava: em poucos dias, o exército israelense ocupava todas as cidades autônomas

Dominique Vidal
1º de dezembro de 2001

A vida pregressa de Ariel Sharon

Sharon simplesmente decidiu aproveitar uma oportunidade “de ouro”, quando os olhos do mundo inteiro estavam fixos em Nova York e em Washington, para fazer “reinar a ordem” em Jenine: 13 mortos e cerca de 200 feridos, alguns em estado grave

Amnon Kapeliouk
1º de novembro de 2001

"Irmãos Muçulmanos" divididos

Um conflitos entre a "linha dura" e os "moderados" sacode a organização que criou o Hamas e que é, desde 1928, referência para militantes islâmicos no Egito, Jordânia e Palestina

Wendy Kristianasen
12 de abril de 2000

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