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Uma iniciativa


» Sérgio perdeu um olho. Os juízes, a dignidade

» Colômbia, cavalo de Tróia na América Latina?

» Boaventura: em busca de Outros Iluminismos

» Crise civilizatória: que esperar do G-20?

» Por que o “mercado” flerta com Bolsonaro

» Argentina: as garotas que desafiam o patriarcado

» Como as mulheres argentinas venceram

» Por que tributar as bebidas açucaradas

» Os municípios brasileiros em situação-limite

» Num país obstruído, há caminhos

Rede Social


Edição francesa


» Au pays des sans-terre

» Aux racines du nationalisme américain

» La troisième génération ouvrière

» Les chômeurs desserrent l'étau

» Relever les minima sociaux, une exigence économique

» Crise, chômage et racisme au miroir de l'histoire

» La Bosnie otage du conflit

» Les Allemands de l'Est redressent la tête

» Signes de fractures en Ukraine

» En attendant l'an 2000, une transition lourde de menaces


Edição em inglês


» Welcome to North Macedonia

» Special Report: World Cup 2018

» American wars and self-decline

» Infinite War

» Confidentiality Policy

» Change in Eastern Europe?

» The lie of the land

» A search for roots and connections

» Trump's EU doormats

» After the factory gates shut


Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2018

» Assalto ao trabalho e às pensões

» Lambe-botas de Washington

» Jerusalém: o erro crasso do presidente americano

» Edição de Maio de 2018

» Direitos, não incentivos

» Maio, uma esperança de oceano

» Cuba quer o mercado… sem capitalismo

» Como assinar o Le Monde diplomatique - edição portuguesa

» O duplo desafio da esquerda brasileira


Panamá

A lei, ora, a lei...

Os Estados Unidos apóiam seqüestros em território venezuelano e homenageiam paramilitares na fronteira da Colômbia

Hernando Calvo Ospina
1º de fevereiro de 2005

Nas fronteiras do Plano Colômbia

Do Panamá à Venezuela, o Plano Colômbia consolida a política de ingerência americana na região e viola a soberania dos países, provocando crises diplomáticas que chegam à beira de conflitos militares

Hernando Calvo Ospina
1º de fevereiro de 2005

A “rebelião espontânea” de 1903

Em dezembro de 1999, o Panamá recuperou a soberania do canal. A Colômbia, no entanto, jamais recuperou o Panamá, província que lhe pertencia e lhe foi surrupiada por aventureiros internacionais em função de objetivos estratégicos comerciais

Hernando Calvo Ospina
1º de novembro de 2003

O Panamá recupera seu canal

Faltam poucos dias para que os EUA restituam o canal aberto entre 1903 e 1914 e deixem uma zona de 1474 quilômetros quadrados onde exerciam total soberania. Mas a presença estrangeira (agora também chinesa…) no Panamá continua enorme, e Washington mantém amplas prerrogativas militares sobre o país que criou artificialmente, no início do século.

Maurice Lemoine
1º de dezembro de 1999

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