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A proteção da propriedade intelectual de produtos farmacêuticos continua a desafiar os países em desenvolvimento. Contar com uma indústria farmacêutica local capaz de produzir os medicamentos necessários para atender à saúde passou a ser uma questão estratégica, e não um simples objetivo de política industrial
A pequena parcela de independência tecnológica conquistada pelos países e grupos sociais que vêm desenvolvendo e adotando os ’softwares’ “livres”, como o SPIP, correrá riscos com o pedido de reconhecimento de patentes de informática
A quem pertence um medicamento vital – a quem o inventou, ao paciente que tem necessidade dele, ou ao intermediário que o compra e revende?As regras do comércio não podem impedir que uma parte considerável da sociedade tenha acesso a ele
Considerando as conquistas sociais um entrave à “libertação das forças vivas”, o governo francês, de direita, quer pôr fim à lei sobre a redução da jornada de trabalho, à lei da modernização social sobre patentes e à lei sobre o controle dos fundos públicos
Representando 90% dos royalties arrecadados pela instituição, a estavudina – medicamento anti-Aids descoberto e patenteado pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos – rendeu 261 milhões de dólares entre 1994 e 2000
Embora possam ter algum peso nos debates e nas relações entre médicos e pacientes, as chamadas “inovações” farmacêuticas raramente explicitam o que o novo produto traz no plano terapêutico – quando o traz
As grandes multinacionais estão usando a propriedade intelectual para controlar a ciência, restringir o acesso a seus benefícios e multiplicar lucros. É hora de pensar numa alternativa que substitua o sistema de patentes e transforme o conhecimento num patrimônio comum da humanidade
Como as grandes empresas farmacêuticas usam a OMC, as leis de patentes e as mega-fusões para fechar o cerco contra a produção independente de medicamentos? Por que este processo matará milhões de pessoas nos próximos anos?
A maioria das inovações e invenções baseia-se em idéias que são parte do bem comum da humanidade. Por isso é inaceitável limitar o acesso à informação e ao conhecimento para proteger interesses particulares
Vale tudo para quem quer se apropriar de uma palavra. A empresa japonesa House Food está tentando, por exemplo, patentear o nome curry, o famoso tempero preparado todo dia por milhões de indianos
Se as patentes asseguram um futuro, talvez seja o da pesquisa privada, e com toda certeza é o dos acionistas dos laboratórios — mas não, em hipótese alguma, o dos doentes...
Os principais endereços — oficiais e alternativos — onde é possível encontrar informações sobre propriedade intelectual