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» Dissoudre pour mieux régner

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» La gauche, histoire d'un label politique

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» Faillite de la mission européenne au Kosovo

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» Ces musulmans courtisés et divisés


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Políticas Esquizotrans

Plano de duas feministas

E a gente enfia pra dentro do armário, querendo fazer com que liberação não seja putaria. O serviço de dar prazer, é parte da nossa constituição – não pode ter nada de errado em vender esse serviço, é um serviço e um serviço político, de re-erotizar o que ficou inanimado, abandonado, desprezado pela matriz sexual...

Fabiane Borges, Hilan Bensusan
10 de março de 2009

Todo mundo é natal

É preciso deixar nascer. Pensar a política a partir dos partos. A erótica como parteira de nossas mais profundas potências. Por que corpos são palanques. Palanques com cheiro. E não há mandato para o novo: ele é delicado com a política e o sexo

Fabiane Borges, Hilan Bensusan
12 de novembro de 2008

Queer: política sexual do noise

Nem se trata de encontrar espaço para o ruído, mas de roer lentamente o sexo com partitura, o desejo como coreografia e os corpos com tonalidade fixa. E a parte mais excitante: tudo soa. Tudo é som. Cada ínfima parte do mundo tem seu próprio ruído. Isso é noise, isso é sexo. Democracia

Fabiane Borges, Hilan Bensusan
24 de julho de 2008

Por uma pornografia livre

Contra a mercantilização dos desejos e o patriarcado falocêntrico, queremos fazer uma pornografia com o odor de Walt Whitman. Oceano-sexual, via-láctea sexual, brisa-sexual, esperando-por-você-sexual. Uma pornografia livre como uma grafia do corpo livre, ou uma geografia da alma livre

Fabiane Borges, Hilan Bensusan
13 de maio de 2008

Esquizo versus trans?

Não escolhemos um projeto, não precisamos. Podemos jogar na coluna do meio: a de quem não terminou de atravessar a rua, de quem está em transição — a matéria-prima, tia e sobrinhos de toda política. Queremos abrir uma picada para quem queira fugir dos fascismos do momento

Fabiane Borges, Hilan Bensusan
10 de abril de 2008

Em busca do que é trans

Esta coluna quer percorrer o poder subversivo do desejo de irromper as ruas com o corpo errado, com a roupa errada, com o gesto errado, com a velocidade errada. Ali há desejos de romper amarras, de balançar os fascismos estabelecidos, há desejo mais forte do que a disciplina e o controle

Fabiane Borges, Hilan Bensusan
29 de fevereiro de 2008

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