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» Boaventura: para que o futuro seja de novo possível

» Seis elementos da conjuntura brasileira

» Trump quer a guerra – e conquista o establishment

» Sob Temer, a grilagem volta sem freios

» Tiradentes, herói sem nenhum caráter?

» Como pulsa hoje nosso desejo de rua?

» França: a esquerda vive, quando não se rende

» A indispensável Reforma Política

» Quilombolas: a longa batalha pelo território

» Bem-vindo à escola do século 19

Rede Social


Edição francesa


» Le talon d'Achille du nucléaire français

» Multiplication des opérations militaires autour du Sahel

» Dégringolade

» Revenu garanti, l'invité-surprise

» L'Allemagne et les réfugiés, deux ans après

» Portes ouvertes au secteur privé

» Le Maghreb entre autoritarisme et espérance démocratique

» Avec la guérilla des FARC, en attendant la paix

» Norilsk, ville polaire, cité du nickel

» Trente-six compagnies pour une ligne de chemin de fer


Edição em inglês


» Qatar crisis: Saudi Arabia as anti-hero?

» A wide world of winless war

» Kissing the specious present goodbye

» Destabilizing the Middle East (yet more)

» Chinese songs of dignity

» A psychedelic spin on “national security”

» The age of grief

» France and Iran, two years after the nuclear deal

» Little big man

» America last


Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2017

» Segurança na reforma começa no emprego

» Os anos loucos

» Colonialismo português: excepção ou barbárie?

» Os genes do euro e as vacas que não voam

» Agitação anti-sistema na Europa e nos Estados Unidos

» Crise e estagnação no labirinto

» Edição de Maio de 2017

» O desígnio de Marcelo

» O Estado profundo


Privatizações

Olho grande sobre o urânio brasileiro

Um poderoso lobby age em silêncio, no Congresso e junto ao Executivo, para quebrar o monopólio estatal sobre o combustível. Interesse: exportá-lo em estado primário, num momento em que os preços internacionais não param de subir e o país desenvolveu tecnologia para processá-lo

Paulo Metri, Sergio Ferolla
12 de abril de 2008

O Tratado de Lisboa, à revelia dos povos

Disfarçada, volta à cena a “Constituição Européia”, para ser aprovada sem referendos populares. E uma Europa produzida nesses moldes significa necessariamente mais liberalizações, mais privatizações, cortes dos serviços públicos e o reiterado adiamento de qualquer veleidade de transformação social e redistribuição da riqueza

Bernard Cassen
12 de dezembro de 2007

Dura batalha pela seguridade social

Num continente assolado pela pobreza, espalham-se as campanhas para transformar a Previdência em direito de todos. As políticas “de mercado” do FMI e Banco Mundial são o obstáculo

Assane Diop
1º de maio de 2006

A sociedade dos proprietários

Com novo mandato e maioria reforçada no Congresso, Bush propõe uma reforma para privatizar o que resta de Previdência pública. Se colocada em prática, pode inspirar seus pares em escala internacional

George Ross
1º de junho de 2005

Os nomes da água

Em latim, aqua não era a única palavra para esta substância. Havia também a palavra unda. Unda ameaçada, aqua privada de suas virtudes, o drama da água é universal: a guerra da água – milênios depois da guerra do fogo – se passa sobre o cenário da guerra contra a vida

Alan Rey
1º de março de 2005

Sujeira na água das cidades

Como a privatização dos serviços de saneamento fizeram lucros estratosféricos de milhões de euros para empresas francesas e prejudicaram milhões de cidadãos

Marc Laimé
1º de março de 2005

As três irmãs

As empresas francesas que dominam o mercado mundial de água se beneficiam de um negócio que envolve bilhões de euros

Marc Laimé
1º de março de 2005

De volta à esfera pública

Tarifas caras e qualidade duvidosa levam vários municípios a romper contratos com empresas privadas e voltar a gerir os serviços de saneamento

Patrick Coupechoux
1º de março de 2005

A efervescência popular boliviana

Depois de derrubar o presidente Sanchez de Lozada, o movimento social de um dos países mais pobres da América Latina inflige mais um golpe à globalização, expulsando pela segunda vez uma multinacional beneficiada pela privatização do saneamento básico

Walter Chavez
1º de março de 2005

Esquerda no poder e privatização fora da lei

Ao elegerem, no dia 31 de outubro de 2004, um presidente de esquerda – Tabaré Vásquez, da Frente Ampla (“Frente Amplio”) – os uruguaios não só puseram fim a 170 anos de partilha do poder entre o Partido Colorado e o Partido Nacional, como, por meio de um plebiscito, também decidiram, e com uma maioria de 64,5%, que seja incluído na Constituição que a água pertence ao domínio público e não pode ser privatizada

Jacques Secretan
1º de dezembro de 2004

A privatização dos presídios

Com o aumento da população carcerária em vários países, estabelecimentos penitenciários e até seus serviços de vigilância engordam as contas bancárias de grandes grupos privados, enquanto aumenta o número de denúncias de maus-tratos contra os presos

Loïc Wacquant
1º de setembro de 2004

Os alemães se rendem à “ostalgia”

Quinze anos depois da queda do muro de Berlim, os alemães do leste não encontraram as “paisagens em flor” prometidas após a unificação. Enfrentam o desemprego, a privatização do sistema de proteção social. A dura realidade ocidental do presente é uma das explicações para a nostalgia da experiência da República Democrática Alemã

Dominique Vidal, Peter Linden
1º de agosto de 2004

A moda e o mercado

O fenômeno da ’ostalgia’ cria novas modas – e mercados – no dia-a-dia da população da Alemanha do Leste

Benjamin Wuttke
1º de agosto de 2004

O reverso da reforma

Pode existir uma nova organização do sistema de saúde, que não signifique cortar gastos e penalizar os segurados. O caminho passa por mudança de práticas, prevenção de riscos ambientais e no trabalho e, principalmente, pela invenção da democracia sanitária

Dominique Sicot
1º de julho de 2004

A falência da saúde de mercado

Nos Estados Unidos, o número de desassistidos nos serviços de saúde cresce, inclusive entre os assalariados que dependem de um seguro pago pela empresa. O alto custo do benefício faz até os empresários sonharem com um sistema público

Olivier Appaix
1º de julho de 2004

Energia elétrica: a grande liquidação

O governo francês prepara as condições para a privatização do setor de energia, submetendo-se ao bombardeio ideológico que prega que o público é sempre ineficiente, e o privado, sempre o modelo de eficácia. Mas quem já convive com a liberalização experimenta apagãos e tarifas altas

Ernest Antoine
1º de junho de 2004

Os trabalhadores e o serviço público

Após um acidente de trem da companhia ferroviária Ouest-Etat, então recém-nacionalizada, diretor do jornal ’L’Humanité’, escreveu este artigo, em 19 de fevereiro de 19111 , que parecia antecipar o que viria quase um século depois

Jean Jaurès
1º de junho de 2004

A nova máscara da política norte-americana

Com a desmoralização do discurso americano no Iraque e a crescente revolta à ocupação do país, Washington lança sua nova cartada para a região: um plano que inclui ’democracia’ acompanhada de privatização e controle sobre a exploração dos mercados

Gilbert Achcar
1º de abril de 2004

A insegurança social programada

A justificativa do governo francês para sua reforma estrutural é a seguinte: com a queda do crescimento econômico, diminuem os depósitos, aumenta o déficit e diminui o consumo. Portanto, para a área da saúde, a palavra de ordem é privatizar

Martine Bulard
1º de outubro de 2003

Traídos pelos fundos de pensão

Difundidos nos países anglo-saxões e tomando corpo nas outras regiões do ocidente, os fundos de pensão por capitalização deixam o poupador dependente da volatilidade do mercado financeiro e ameaçam destruir a aposentadoria pública

Martine Bulard
1º de maio de 2003

Tomando o petróleo de assalto

Um consórcio de empresas transnacionais constrói um imenso oleoduto que atravessa o Equador da Amazônia ao Oceano Pacífico. Por trás dessa gigantesca obra, está o intuito de privatizar os grandes campos de petróleo da estatal Petroecuador

Françoise Barthélemy
1º de janeiro de 2003

A ofensiva contra o serviço público

Apesar de o balanço das privatizações ter se revelado negativo para os usuários no mundo inteiro, o governo francês anuncia a venda total ou parcial das poucas empresas públicas ainda existentes, entre elas a lucrativa Air France, a “jóia da família”

Bernard Cassen
1º de novembro de 2002

A doença do neoliberalismo

Em pouco mais de dez anos, o materialismo (não tão dialético) de ontem deu lugar, na Polônia, ao materialismo (este, bem concreto) do rei-dinheiro de hoje. O resultado não é promissor: uma nação decadente, à mercê da corrupção, beirando o limiar da pobreza

Bernard Margueritte
1º de outubro de 2002

Correios em ritmo de mercado

Para adaptar os Correios europeus e fancesses a um “mercado cada vez mais competitivo”, seus dirigentes adotaram uma política que prevê privatização paulatina dos serviços. Para os funcionários, nada de ideologias e vigilância total

Gilles Balbastre
1º de outubro de 2002

A ascensão de Jean-Marie Messier

Tirando proveito da guinada das escolas da elite político-administrativa – pelas quais se formou – para o mundo do ’business’, Jean-Marie Messier presidiu a Compagnie Générale des Eaux, que se transformaria na Vivendi e, depois, na Vivendi Universal

Frédéric Lebaron
1º de maio de 2002

Se você não tem nada a oferecer...

O retrospecto da multinacional francesa na África revela que há, por trás de belas palavras, uma política predatória

Philippe Leymarie
1º de maio de 2002

E a água foi privatizada...

O caso exemplar de La Paz revela como a concessão dos serviços a empresas como a Vivendi favorece a contaminação da água, a devastação do ambiente e a alta das tarifas

Franck Poupeau
1º de maio de 2002

A experiência dos sindicatos investidores

No Quebec, fundos de pensão organizados e dirigidos por federações e sindicatos dos trabalhadores se tornaram a principal instituição de capital de desenvolvimento da província. Poderia este modelo ser uma forma de “domesticação” da globalização financeira?

Corinne Gendron
1º de abril de 2002

O caos das ferrovias britânicas

A atual liberalização dos serviços públicos, preconizada na União Européia, deveria levar em conta o exemplo, trágico, da privatização das ferrovias no Reino Unido

Marc Nussbaumer
1º de abril de 2002

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